Peste riquiiiinha!
Até as cousas mais horríveis estam monas em versom bichinho de pelúcia.
(Posteando isto por ponher algo)
Até as cousas mais horríveis estam monas em versom bichinho de pelúcia.
(Posteando isto por ponher algo)

Hoje tivemos umha reuniom para intentar criar umha coordenadora interassemblearia entre as assembleias de estudantes da USC. A cousa nom tem porque sair mal, ainda que alguns nom saibam distinguir entre representar a umha assembleia, formada por todolos estudantes da tua facultade e com diferentes ideias, e ao teu partido político-sindicato-seita. As veces penso que alguns tenhem metido nos miolos o rol de guardiam da revoluçom e tenhem que cumplir cos tópicos...
Ghanito no seu blog propom a griálica procura dumha musa para o Blogomilho que o salve da sua anunciada morte. Eu achego estes botons para os nossos precadavéricos blogs:
Eu sou de Belen Regueira.
Eu sou de Yolanda Castaño.
Eu sou de Ana Kiro.
Eu sou de Maria Yañez.
Eu sou de Kate.
Eu sou de Cereixa.
Eu sou de A Picara de Allegue.
Eu sou de Oko.
Eu sou de Besbe.
Eu sou de asca.
Eu sou de Ana Maria Rios NOVA!
Pero tenho que admitir que nisto nom podo escolher a minha musa bem sabedes quem é:
Eu sou de Xorna.!
Bem-vidas todas as candidatas! E quanto tenhamos Muso também farei!
Feitas com Brilliant Button Maker
Mira que tardei. Pero nom foi pola minha culpa! Já tenho as fotos da saida às Cies em vrao
Recomendar este artigo no Diario Ateista sobre a relaçom da Ciência e a fe.
(..)o real não tem qualquer tipo de conflito com o imaginário. O conflito surge quando alguém argumenta que uma fracção do seu imaginário faz parte do mundo real.
Um dez!
Ei-la minha traduçom ao galego do artigo que referia vai dous posts. Se depois disto alguem pode achegar provas de que esse blog nom é umha conha... terei muito medo.
Se de verdade há gente que pensa assim nos EUA, ou melhor, gente quem de empregar um computar e escrever e que segue a pensar assim... terei muito meto. Mais já sabemos quem manda nesse pais.... pero tanto tópico teista junto... nom nom pode ser.
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Ciência: Porque funciona como a ditadura de Saddam?
Qual é o problema coa ciência hoje? Aprenderom-nos que o trabalho da ciência é descobrir os detalhes da criaçom de Deus e inventar bos produtos pero consumidor americano, mais que acontece com couas como o aborto, o neo-Darwinismo e a absurdamente falsa cosmologia do Bing-Bang . Como podem estas teorias beneficiar à humanidade quando contra contradizem explicitamente a verdade da Biblia? Nada bom pode vir das idéidas que apartam às gentes da verdade de Deus.
Hoje somos muitos os americanos que percevemos que o funcionamento das instituiçons elitstas que descidem o que é ciência e o que nom é imita mais ao da ditadura islamofascista de Saddam Husseim que a umha sociedade democrática.
[Pé de imagem: Os cientistas defendente que tenhem um processo chamado "revisom polos iguais" que lhes ajuda se decidir o que é verdadeiro e o que nom é. A base deste processo consiste em um grupo de auto-denominados expertos organizados imitando a um politburo soviético moderno. . É seu trabalho é aprovar a “ciência” que cumpre s com os objetivos políticos de seus mestres ideologicos de extrema esquerda. ]
A mairia dos críticos concorda com que Ciência está funcionando tremendamente mal. A sua missom original pervertiuse e agora so tenciona desafiar a Deus, ou ainda pior negar a existPencia de Deus. Porque a comunidade científica renega de Jesucristo, fundador do moderno pensamento racional e base todo o que bom na Ciência? A resposta é singela: Há umha malvada consipiraçom ateia que tenciona excluir o ponto de vista cristiam do trabalho científico.
Mais nom cumpre que acreditem nas minhas palavras, so tenhem que escuitar o que di o ateista e inimigo de Des inglês Richard Dawkins que escreve: " Um estudo sistemático de Benjamin Beit-Hallahm achou que entre os premiados nos Nobel científicos, assim nos de literatura, existe um grao de irreligiosidade muito mais alto do que nas suas comunidades de origem".
Continua "Um estudo na afamada publicaçom Natura por Larson e Witham de 1998 amosou que daqueles cientistas americanos considerados eminentes avondo como para ter sido elegido membro da National Academy of Science (equivalente a Royal Society na Grâ Bretanha) somente um 7 per cento acredetavam num deus pessoal. Este valimento da minoria ateista é justo o oposto do perfil da populaçom americana, onde perto do 90 per cento acreditam nalgum ser sobrenatural."
[Pé de imagem: Quem é Richar Dawkins? Richar Dawkins é um ex-prefessor da Universidade De Oxford (inglaterraa). Foi expulsado porque as regras da universidade requerem a toda a equipa de funcionarios ser cristinanos, porém Dawkins é bem conhecido polo seu odio a Deus. Dawkins tivo certa notoriedade quando nos 60 escreveu livro acientífico, "O Gene Egoista" no que espeta que a natureza pecaminosa do homem é insalvável pois todos posuem um gene para o egoismo. A maioria dos cristians rejeitam essa teoria pois a Biblia diz que Cisto morrou para nos salvar de todos os pecados, incluido o egoismo.]
Como vedes mesmo os cientistas admitem que já nom refetem a sociedade que financia o seu trabalho. A A ciência transformou-se um processo completamente antidemocrático, sem ligaçom com America. Em conseqüência, está produzindo resultados errados que podem ser facilmente refutados por qualquera com um conhecimento mínimo da Biblia.
Se se soupera de algumha outra área do sector público tam desviada do esprito de America seria umha vergonha nacional. Imaginam se a Casa Branca ou o Departamento de Justiça recusasse empregar cristians? Se a Academia Nacional das Ciências refletisse verdadeiramente as necessidades de América entom necessitaria ser cristiá num 90%. Nom se pode permitir aos cientistas discriminar à maioria do pais!
Felizmente, a nossa administraçom republinaca trabalha para amanhar esta situaçom. George W. Bush tem designado pessoalmente expertos tanto Ciência e no Cristianismo para importantes postos científicos. Estes agentes asseguram que as nossas instituiçons científicas ponham monstrem umha imagem mais moderada, melhor que a mensagem exclusivamente secular promovida polo partido democrático. Como sempre, os liberais tentaram frustra o nosso bom trabalho.
Vai um ano a comunidade científica liberal sentiu-se ultrajada quando escuitarom que o novo demócrata Republican George Deutch aconselhava à NASA sobre alternativas à Teoria do Bing Bang. Que tem isso de malo? Os cientistas teriam que aceitar que essa teoria pode estar errada. A Ciência nom pote ter a mente um pouco mais aberta? Coidam os cientistas que som mais inteligentes que Deus?... alomenos isso é o que aparenta.
Mais já podemos contar algumhas vitorias. Por ejemplo, umha recente publicaçom do Discovery Institute pode mercar-se na meirande parte das tendas de agasalhos perto do Gram Canhom. Muitos libeiras pensam que foi criado por um processo de erosom que levaria muitos milhons de anos. Mais a Biblia demonstra que a nossa terra e muito mais nova do que esses geologos de palla pensam. A publicaçom de Discovery explica como o Gram Canhom nasceu da enchea de Noe e emprega citas bíblicas avondo comopara afundir essa importante teoria científica.
Os cientistas adoitam reagir mal quando alguem tenciona um achegamento equilibrado que presente as duas teorias sobre a origem do Gram Canhom, mais nós como Republicanos temos a obriga de restaurar a Democracia no processo científico. Que pode ser melhor para a Ciência que aceitar as verdades comuns e universais da Biblia?
Vosso em Cristo
Tristan J. Shuddery
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Depois das declaraçons de Mariano Rajoy nas que afirmava, empregando um futuro majestático carregado do mais profundo autodio e carragem que "no habrá nacion gallega" muitos reagirom perante as ameaças cuspidas polo candidato popular. Concordo plenamente cos que dim que estas palavras esgotam a credibilidade de Feijoo como lider dum partido "galego" quem de tomar decisons no nosso ámbito nacional sem seguir as linhas marcadas por Genova. Também que com elas Rajoy renega da sua terra (e da herdança dos seus antergos, que como o seu avô luto para o reconhecimento nacional da Galiza), depois de renegar da sua dignidade e da sua língua. Pero é algo mais, é a confirmaçom que uns poucos crédulos precisavam para aceitar que o novo estatuto nasce morto sequer antes de escrever a primeira linha.
Pero nom som estas ameaças de Rajoy as que matarom o estatuto, nom lhe culpedes, ele so deu a derradeira coitelada ao corpo já frio e fedorento. Já vivemos o mesmo co Estatut Catalam, e nom trabuquemos, nom somos Catalunya. Se partimos que para redigir o Estatuto é imprescindível o aprazimento dum partido como o PPdG, que durante anos e anos tratou o pais como a sua leira particula (melhor como o seu "cortijo"). E que dos outros dous partidos um está tam amarrado à diretriz de Madrid que desde a óptica galega so pode ser um gemelgo da formaçom de Feijoo e que o outro passou do nacionalismo morno ao regionalisto servil em menos dum ano de governo. Ademais tanto tem o que o Parlamento Galego fixe no estatuto, pois como já vivemos vai uns messes as Cortes Espanholas leram e desleram, cortaram, borraram, truncaram e cuspiram sobre a vontade dos representantes dos galego, e so entom o nosso povo poderá falar para aceitar o destino como colonia ou calar. Qualquer estatuto para Galiza está morto, pois nunca será outra cousa que umha carta de governo inspirada, guiada, corregida e entregada por Madrid.
Galiza nom será umha naçom, pois é umha terra asobalhada, que somete o seu futuro às maos dos mesmos que lhe chucham o sangue. Um pais assim nom pode decider os seu futuro, sequer pode recrama-lo. Galiza nom tem o direito nombrar-se a si mesma, o primeiro passo para reconhecer a própia identidade. Nom importa o que falemos e acordemos entre nós, nom importam as palavras vacias dum Touriño poeta que achou os seus genes de Breogam na última analise de sangue ou dum Quintana que quere disfarçar de dignidade a umha Galiza encrequenada e baixo o pé da Espanha, respirando o acougo dos escravos. Tampouco importaria muito o que eles dous regateassem com Feijoo. Todo ficará em nada pois o froito do trabalho dos galegos, coma sempre, será entregado a Espanha para ser digerido e escretado ao gosto deles. Logo os nosso dirigentes recolheram os restos e cum sorriso nos beiços entregaram os escrementos do que antes fora umha carta para governar-nos ao povo. E nom vos enganedes, nom o faram (faremos) obrigados: Galiza asobalha-se sozinha, temos manha.
E por isso nunca seres umha naçom. E por isso da o mesmo a poesia que com ou sem artelhadas ponhamos no preámbulo, tanto tenhem as palavras que berremos e fixemos no papel (Que nos deixem berrar e fixar) pois no momento que todo o fazemos baixo a umbra do touro e o medo a rachar com umha constituiçom alhea e ameaçadora perdemos o direito a chamar-nos naçom.
Nom culpedes a Rajoy, os culpáveis somos os galegos. Ele foi listo avondo como para renegar.
Estou completamente alucinado por esta entrada no afamado blog Shelley The Republican. Saltara esta página à fama internacional nom vai muito por um artigo sobre o satánico-inimigo-de-america-e -comunista Linux (versom em isolino no Gug). Agora continua coa sua "cruzada" falando da Ciência e dos cientistas, esses malvados apartados de Jesus... Ainda estou secando as bagoas do riso. Se depois de esta série de argumentos circulares, topicos integristas e sátira anti-americana alguem pode duvidar de que esse blog é umha brincadeira... colho medo.
(Se tenho tempo passo ao galego, que vem paga)
Nota: Nom vos perdades como edita o meu trackback :
[comments edited for being in an unAmerican language, hateful to jesus]
Todo o anterior causa que o cidadam meio tenha na mente umha mui reducida escolha de datos biográficos dos poucos cientistas que som figuras já populares: Einstein, Newton, Arquímides.... E ainda assim é muito mais provável que poida aportar informaçom sobre a vida (e desgraças) de Lorca que de Einstein. Isto nom tem porque ser mau, como já dixem a obra do investigador sempre é mais importante que as condiçons ou o transfondo no que foi criada. Os estudantes de ciências nom precissam conhecer muitos datos da biografia de Gauss para saber que foi um homem escepcional, cecais a maior das mente humanas que existirom e existirám, a magnitude, a qualidade e a universalidade da sua obra falam por ele mais que o que qualquer dato biográfico. Isto vale para alguem que poida entender ou alomenos ter umha panorâmica da obra de Gauss, porém para o homem da rua o nome de Gauss pode ser so um pequeno recordo da sua ensinanza secundaria, mais seguro que muitos poderiam dar algum dato suprendente de por ejemplo Mozart, afirmando que aos cinco anos já componhia pequenos minuetos... poucos sabem que Gauss corrigia erros nas contas do seu pai com três anos, ou que com 14 anos já escrevera um dos principais teoremas das Matemáticas.
Todo isto vem porque o outro dia estava lendo umha biografia do norueguês Niels Henrik Abel, um dos matemáticos mais grandes do século XIX. Os seus achádegos criarom a geometria e a analise matemática moderna, e qualquer matemático ou físico está familiarizado coa sua obra em teoria de números. Abel nasceu em Noruega na ilha de Fino, perto de Stavanger. Filho dum pastor rural numha casa que já dera outros seis pequenos. A teima da sua nai levou ao neno a assistir a escola local, a muitos kilómetros da sua casa. Um dos seus professores reparou no seu talento para as matemáticas e deu o pulo deifinitivo à sua carreira, proporcionou-lhe as obras de Newton, Lagrange e Euler e o rapaz leu-nas e comprendeu-nas aos 16. O seu pai morreu dous anos depois, e só a ajuda de vizinhos e amigos salvou a vida à familia, e a generosidade da vila e de um dos seus professores da escola, o senhor Holmboe, permitiu que Abel entrara na Universidade de Oslo em 1821. Em 1823 já publicava as suas investigaçons, entre elas primeira soluçom do problema da tautocrona e outro sobre insolubilidade da equaçom geral de quinto grao polo método dos radicales. Este último trabalho de Abel era a resoluçom a um problema de quase 300 anos, pero os problemas económicos da Universidade de Oslo obrigarom ao matemático a pagar do seu peto a publicaçom do trabalho.
Abel decatara-se cedo de que a Noruega do século XIX quedara pequena para o seu talento matemático e coa ajuda de amigos e professores da universidade conseguiu umha bolsa estatal para umha viagem às principais universidades europeias. E vai um século e meio o tema de solicitar bolsas estava tam complicado como agora, ou mais. Mais ao final Abel partiu de Noruega caminha a Berlim, a sua primeira para. Alí tivo a sorte fazer amizade com August Leopold Crelle, um matemático novo cheo de entusiasmo. Como ele fundaria o Journal für die Reine und Angewandte Mathematik
a primeira publicaçom do mundo completamente adicada às matemáticas. A chegada a Berlim (e o contacto coas tendências matemáticas eurpeias) seria um choque para qualquer cientista norueguês, educado na tradiçom clássica das matemáticas do século XVIII, mais Abal tardou bem pouco tempo em recolher os trabalhos de Cauchy e a filosofia de Gauss e adaptar todo o seu génio ao novo sistema, mais estrito coas demonstraçons formais. Boa prova dessa rápida adaptaçom é o seu trabalho sobre a serie do binómio. Tam influenciado estava pola corrente de pensamento de Gauss que enviou umha cópia do seu trabalho sobre a equaçom de quinta orde, mais a mala sorte comezou a trabalhar contra Abel: O génio matemático de Göttingen transpapelou a carta e nom chegou a le-la, topou-se trinta anos depois entre os seus papeis, se chegar a romper o selo.
Apenado pola falta de resposta de Gauss o norueguês marchou à França, en contra das recomendaçons de Crelle. Abandonou a Alemanha justo quando o círculo matemático berlinês comezava a estudar o seu trabalho e a marevilhar-se da sua genialidade. Em París falou com figuras como Cauchy ou Legendre, mais nom chegaram até alí as novas sobre os seus trabalhos na Alemanha e em Noruega e certo medo de Abel a fazer o ridiculo diante tam importantes matemáticos cortou-lhe à hora de amosar-lhes os seus decubrimentos. A influência do seu bom amigo Crelle ofrece-lhe umha praça de docente para complementar a bolsa, mais Abel prefire centrar-se na sua obra mestra: Mémoire sur une Propriété Général d'une Classe Très Etendue des Fonctions Transcendantes. Mandou o manuscrito à Academia da França, quando os seus fondos estavam a piques de esgotar-se. Pero um último golpe de mala sorte, melhor dous, rematou por decidir o seu destino: A Academia encarregou o trabalho de revisar o livro a Cauchy e a Legendre. O primeiro transpapelou os papeis, nom se sabe bem como, e nom reaparecerom até 1841, mentres que Legrende sufriu um pequeno accidente de carro os papeis botarom-se a perder baixo a chuva. Cada um dos matemáticos pensou que o seu colega tinha a copia bem guardada e como nom era preciso que os dous emitiram juiço (e estavam mui ocupados) nom se molestarom em recupera-las. Abel, quase arruinado, aceptou de novo a hospitalidade de Crelle em Berlim e passou esse inverno aló. A mala alimentaçom em Paris e o tempo berlinês propiciarom a tuberculose.
Nom puido aturar mais e regresou a Noruega, onde tinha espranças de ingresar na Universidade de Oslo, pero outra vez a pouca comunicaçom jogou na sua contra: Os seus trabalhos no continente nom chegaram ao Norte e tivo que subsistir dando aulas privadas e com ajuda dos seus antigos professores entrou como interino. Pero nom por isso deixou a sua mente de trabalha, centrou-se no campo das integrais elípticas e revolucionou a analise matemática nesse eido. Isolado da Europa desconhecia que os seus trabalhos já eram clássicos e que o seu novo já era comparado co de Gauss e Cauchy. Perto do vrao de 1829 Abel finava pola tuberculose da que enfermara nas suas viagens, poucos dias depois chegava a sua humilda casa cartas de Crelle e comunicaçons das principais universidades do mundo: París, Berlim, Göttingem... todas tinham umha praça para ele. Pero era tarde.
O proxima dia falarei de Galois, que é mais trágico...