« PreviousNext »

As hemerotecas da morte

17 setembro 2007

Hoje nom tenho sono, assim que pescudo nos artigos de Versão Original , umha actividade mui recomendável, e assim topo com isto. Sou eu o único que tem a total seguridade de que som exactamente os mesmos que 13 anos depois seguem a lutar contra o galego? Que som os mesmos pais, as mesmas familias, as mesmas escolas, os mesmos professores e directores?

Chuzame! chúzame -

One Response to “As hemerotecas da morte”

  1. Uz Says:

    Mas… é claro que sempre são os mesmos, passe-se o tempo que se passar! A todo isto, recomendo-che as leituras de um destes indivíduos, Manuel Jardón. Este fulano basicamente vinha a defender que não devia existir política linguística em prol do galego porque o pessoal não o demanda, e que se não fosse por essa política o galego já estaria praticamente extinto, e que isso seria o desejável pois iria na dinâmica evolutiva das línguas (vamos, Darwinismo linguístico da selecção natural das línguas mais fortes?).

Leave a Reply