Se queres galeguizar o nome o Ministério de Presidência espanhol ajuda…
8 decembro 2007... sem o seu conhecimento.
Nom incluo provas visuais, que onde tenho o papel nom tenho escaner e onde tenho escaner nom tenho o papel. Porém podedes confiar em que o "Ministerio de Presidencia" achegou um importante documento para a galeguizaçom -na sua forma histórica- do meu apelido... dumha forma totalmente inconsciente, os coitadinhos.
Embora a cousa começou com um bom susto. Mirei vai duas semanas na caixa de correio e topei umha notificaçom de Correos para me passar pola agência dos correios na rua das Orfas e recolher umha carta desse ministério. Rapidamente reparei em que carta era só isso, umha carta, e nom tinha riscado o quadrinho de "notificaçom". Assim que cousa legal nom era... e se era a notificaçom ia a nome dum tal "Chozinho" e nom Chouciño ou Chouzinho, assim que sempre podia passar. Tivem que aguardar até o dia seguinte -mas nom aforrei umha viagem, que sou parvo e nom lim a nota de "Passe o dia seguinte"- para recolher um enorme sobre co meu nome e apelidos na sua forma histórica...
O conteudo do sobre é o que menos importa, quatro páginas de justificaçom espanholista da actuaçom fascista de Ameijeiras quando ordeou a violência da polícia contra os manifestantes contra Reganosa e do Metal em Vigo. Nada novo e nada que nom provoque um enorme nojo depois de três linhas. O importante é que já tenho um documento ficial -co meu nome repetido assim em varias partes do texto- a aumentar a minha carpetinha de "papelinhos para reintegrar o nome".
chúzame -
decembro 23rd, 2007 at 7:14 pm
Os meus parabéns, Sr. Chouzinho (ainda que sigo opinando que deve ser Chousinho, como Chousa ou Chouso
A permuta gráfica (que na Galiza levaria inerente a fonética) não é estrenha se pensarmos, na Galiza, em Cenlhe/Senlhe, e ainda em Portugal em Cintra/Sintra.
Isto explicaria que nalgum momento dado, o apelido se pudesse grafar como Chouzinho (porque soa igual que Chousinho) e, posteriormente, a pronúncia ficara ‘contaminada’ e reespanholizada como ‘Chouciño’.
Pensemos, por exemplo, em Rajoy/Rajói (Ra’khoi) ou Ameijeiras/Ameixeiras (Amei’kheiras). E mais fidedignamente com este caso, na dualidade ainda hoje de Sousa/Souza (teoricamente pronunciam-se igual… na Lusofonia, porque na Galiza não!)… também acontece igual na Catalunha com Pujol/Puyol/Puchol (um mesmo apelido, mas três pronúncias e três grafias) e outros.
Ala, como sempre estendi-me mais da conta… espero que saibas desculpar-me.
decembro 24th, 2007 at 12:32 pm
:S :S :S
Pois agora já tenho demsiada documentaçom para começar a mudar para outro nome XD XD
Homem, topei apenas duas referências a umha grafia “chouzinho” -um certificado de baptismo do século XIX- e umha referência filológica.
Coido que vou manter a forma “Chouzinho”, como bem dis a pronúncia é indistinta na Lusofonia. De feito a família em Malpica pronuncia “chousinho” … dilema grande …
xaneiro 4th, 2008 at 10:27 am
Não te preocupes por isso do Z ou do S. Tu purra polo NH, que é o ‘a priori’ mais complexo de documentar, e do resto como vejas. Desde logo é mais coerente “Chouzinho” do que “Choucinho”, ao menos se nos inserirmos (como bem assinalas) no âmbito lusófono
Sinto não ter caído antes no da mais que provável origem etimológica em Chouso (e isso que uma das leiras do meu avó se chama assim!), mas nem sempre a mente me reage tão rápido como gostaria :p
maio 9th, 2008 at 9:04 pm
Caro Sr. Chouzinho
Meu nome é Jaime Chousinho, moro no Brasil, tenho descendência Portuguesa, estou procurando a origem de minha familia e nome.
Qualquer ajuda será muito bem vinda
Grato
09-05-2008