Listagem de resoluçons de ONU ignoradas por Israel (1955-2003)

A Uniom Europeia fai a seguinte declaraçom sobre o que eles chaman "o conflito em Oriente Medio" (O genocidio palestiniano em Gaza por parte do estado racista de Israel).

Cá umha pequena listagem das resoluçons da ONU sobre o tema, todas ignoradas polo governo sionista.

1955

Resoluçom 106: Condena o ataque contra tropas egípcias polo exército israelita na Faixa de Gaza

Resoluçom 111: Condena o ataque de Israel à Síria que matou 56 pessoas, e que viola o armnisticio assinado com Síria, e o cessar-fogo provisório estabelecido pola Resoluçom 54 (1948).

1958
Resoluçom 127: Recomenda que Israel cesse as suas actividades na área que nom esteja sob a sua soberania em Jerusalém.

1961
Resoluçom 162: Insta Israel a respeitar e aplicar as resoluçons da ONU.

1962
Resoluçom 171: Determina que os ataques israelenses sobre a Síria som umha violaçom flagrante da Resoluçom 111, bem como o armistício assinado entre os doiu países.

1966
Resoluçom 228: Critica as incursons militares de Israel no West Bank, para controle da Cisjordânia. Condena a perda de vidas e propriedades causadas por essas açons

1967
Resoluçom 237: Apela Israel para que permita o regresso dos refugiados que fugiram durante a Guerra dos Seis Dias, e para garantir a segurança da populaçom civil sob seu controle.

Resoluçom 242: Considera inadmissível a aquisiçom de território como despojos de guerra, e apela a Israel a retirar-se, exortando umha soluçom justa para o problema dos refugiados.

1968
Resoluçom 248: Condena Israel polo seu ataque maciço e planeado contra Jordánia. Reque-lo a respeitar Resoluçom 237.

Resoluçom 250: Faz um apelo a Israel para nom realizar um desfile militar em Jerusalém em 2 de maio.

Resoluçom 251: Lamenta profundamente que Israel realizar o desfile militar em Jerusalém, desafiando Resoluçom 250.

Resoluçom 252: Declare inválida a açom de Israel para unificar Jerusalém como “capital judaica". Até entom a parte leste da cidade estava sob domínio jordano.

Resoluçom 256 : Condena ataques israelitas na Jordánia como violaçons flagrantes da Resoluçom 252. E indica que a ONU tomará medidas pola escala dos ataques e porque forom premeditados.

Resoluçom 259 : Lamenta o atraso por parte de Israel a aceitar umha visita de um representante especial da ONU para os territórios ocupados recentemente, para assistir à aplicaçom dos acordos da Resoluçom 237.

Resoluçom 262 :
Condena Israel por atacar aeroporto em Beirute.

Resoluçom 265
: Condena os ataques aéreos de Israel contra Jordánia que violam novamente o cessar-fogo.

1969
Resoluçom 267: A censura para Israel por alterar o estatuto de Jerusalém sem respeitar o estabelecido pola Resoluçom 252.

Resoluçom 270: Os ataques do Exército de Defesa de Israel sobre aldeias no sul do Líbano som condenados polo Conselho de Segurança.

Resoluçom 271:
Israel condenado mais umha vez por desobedecer as anteriores resoluçons da ONU sobre Jerusalém.

Resoluçom 279 : Pede a partida das tropas israelitas do Líbano.

1970
Resoluçom 280: Condena os ataques de Israel no Líbano. Lembre-se o que foi afirmado na Resoluçom 279. Lamenta indiferença de Israel com resoluçons 262 e 270.

Resoluçom 285:
Exige a imediata e completa retirada de Israel do Líbano. Os Estados Unidos abstiveram na votaçom.

1971
Resoluçom 298: Lembra as anteriores resoluçons ignoradas por Israel no que diz respeito a nom mudar o estatuto de Jerusalém. E solicita acçons legislativas e administrativas contra Israel.

1972
Resoluçom 316: Compila longa lista de resoluçons que Israel nom cumpriu no Líbano. E condena mais umha vez as açons militares deste país.

Resoluçom 317: Lamenta a recusa de Israel de libertar os árabes raptados no Líbano polo seu exército.

Resoluçom 332:
Condena os ataques de Israel no Líbano que violam a armisticio assinado, bem como diversas resoluçons anteriores.

1973
Resoluçom 337 : O Conselho Europeu condena o sequestro de um aviom do Líbano por Israel, bem como a violaçom da soberania libanesa.

1974
Resoluçom 347: Condena os ataques de Israel no Líbano.

1978
Resoluçom 425: Solicita a Israel que retire as suas forças do Líbano.

Resoluçom 427: Apela a Israel para completar a sua retirada do Líbano.

Resoluçom 444: Lamenta a falta de cooperaçom de Israel com as forças de paz das Naçons Unidas.

1979
Resoluçom 446: Determina que os colonatos israelitas na Cisjordánia, Colinas do Golã, Gaza e Jerusalém Oriental som um obstáculo à paz no Médio Oriente. E mais umha vez, exorta Israel a respeitar a Quarta Convençom de Genebra.

Resoluçom 450: Solicita a Israel que pare os seus ataques sobre o Líbano.

Resoluçom 452:
Solicita a Israel que pare de construir colonatos nos territórios ocupados.

Resoluçom 465:
Lamenta os colonatos israelitas nos territórios ocupados e apela aos Estados-Membros que nom cooperem com a construçom desses assentamentos.

1980
Resoluçom 467: Condena a intervençom militar israelita no Líbano.

Resoluçom 468: O Conselho de Segurança está profundamente chocado com a expulsom de três palestinos, os prefeitos de Hebron e Halhoul, e um juiz de Hebron.

Resoluçom 469:
Lamenta a recusa de Israel de acautelar-se com a Resoluçom 468.

Resoluçom 471: Mostra umha profunda preocupaçom com a falta de respeito por Israel para a Quarta Convençom de Genebra nos territórios ocupados, especialmente o seu artigo 27, que deverá garantir o tratamento humanitário e de protecçom dos civis.

Resoluçom 476: Chamadas para pôr fim à ocupaçom por Israel dos territórios ocupados em 1967, incluindo Jerusalém. Ele reiterou que todas as medidas tomadas por Israel para alterar o estatuto, a fisionomia ea composiçom demográfica de Jerusalém som ilegais.

Resoluçom 478:
Critica a Israel polo seu parlamento afirmar que a cidade ocupada de Jerusalén e a sua capital "eterna e indivisível". E exorta os Estados membros a retirarem as suas embaixadas de Jerusalém como castigo. Também pede-lhe que obedecer às anteriores resoluçons do Conselho relativas a Jerusalém e ao respeito pola Quarta Convençom de Genebra. Em 1995, os E.U. reconhecerom Jerusalém como a capital do Estado de Israel.

Resoluçom 484: Declara que é imperioso que Israel readmita os dos prefeitos expulsos..

1981
Resoluçom 487: O Conselho Europeu condena os ataques militares de Israel para o Iraque em 12 de junho de 1981. E convida a abrir suas instalaçons aos inspetores da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).

Resoluçom 498: Exige que Israel retire do Líbano.

1982

Resoluçom 501: Solicita a Israel que pare os seus ataques no Líbano e exige que retire as suas tropas.

Resoluçom 509:
Pide novamente a Israel que retire incondicionalmente do Líbano.

Resoluçom 515:
Exige que Israel levante o cerco de Beirute permitindo a entrada de ajuda humanitária.

Resoluçom 517: Critica Israel por nom obedecer as anteriores resoluçons do Conselho de Segurança e exige que retire as suas tropas do Líbano.

Resoluçom 518:
Exige a Israel cooperar com as forças das Naçons Unidas no Líbano.

Resoluçom 520:
Condena os ataques de Israel na Cisjordánia.

1985
Resoluçom 573: Condena veementemente a Israel polo bombardeio contra a sede da OLP em Túnis.

1986
Resoluçom 587: Tome nota da desobediência de Israel a anteriores resoluçons do Conselho de Segurança sobre o Líbano, e umha vez mais exige que deixe esse país.

Resoluçom 592: Lamenta profundamente o assassinato de "palestinos indefesos estudantes na universidade de Bir Zeit, por parte das tropas israelitas.

1987
Resoluçom 605: Lamenta as políticas e práticas de Israel, que violam os direitos humanos dos palestinianos.

1988

Resoluçom 607: Solicita a Israel que pare de deportar palestinos e pede-lhe para respeitar a Quarta Convençom de Genebra.

Resoluçom 608: Lamentamos que Israel nom acata as resoluçons da ONU e continua a deportar civis palestinianos.

1989
Resoluçom 636: Lamenta que Israel continua com sua política de expulsom dos civis palestinianos e exige que lhes permita regressar às suas terras.

Resoluçom 641: Deplora a continuaçom da expulsom dos palestinianos.

1990
Resoluçom 672: Condena Israel pola sua violência contra os palestinianos, o Haram al-Sharif e outros lugares santos de Jerusalém que acabou com a morte de 20 civis.

Resoluçom 673: Insta Israel cooperar com a ONU.

Resoluçom 681: Lamenta a decisom de Israel de retomar deportaçom de palestinos.

1991
Resoluçom 694: Lamenta as deportaçonss dos palestinos por Israel e exige que se lhes permita o retorno com segurança e sem demora.

1992
Resoluçom 726: Condena Israel pola expulsom dos palestinianos e convida-o a respeitar Quarta Convençom de Genebra.

Resoluçom 799: O Conselho Europeu condena a deportaçom de 413 palestinianos por Israel.

1994
Resoluçom 904: O Conselho Europeu condena o massacre em Hebron e apela a Israel para confiscar as armas para evitar actos violentos.

2000

Resoluçom 1322: Condenaçom da violência desencadeada contra os palestinianos em locais sagrados.

2003
Resoluçom ES-10/13: Da Comissom de Direitos Humanos (2004): O Conselho Europeu insta Israel a parar a contruçom da barreira de Cisjordania.

Fontes:

-Disturbing Facts

-If Americans knew

-Wikipedia

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Mapa do tempo de “Xornal de Galicia”: Cada dia melhor e melhor

Nota: Entrada um pouco frívola após a de ontem. O genocidio de Gaza segue.

O Xornal de Galicia nom é a panacéia jornalística que precisa este país. Tampouco é um jornal galego: só tem conteudo  em galego pola vontade individual dalguns trabalhadores e nom por umha linha editorial de defesa da nossa única língua.  E existem algumhas práticas peorcupantes: o espanhol é a única língua na que traram temas de "estado", "internacionais" e económicos.  É um jornal mais do Capital, com interesses políticos mui marcados e umha agenda fixada. Nom aguardemos mais. Nihil novum sub sole.

Porém há umha parte do jornal que está a dar muitas surpreesas (fora dalgumhas excelentes crónicas políticas e de informaçom do páis) cada semana: O mapa da informaçom do tempo. Há  duas semanas tinhamos uns primeiros traços dum mapa que informava do tempo na Euro-regiom, mas com as fronteiras dos estados marcadas e excluindo as zonas da Galiza fora da comunidade autónoma espanhola. Desde o sábado o mapa é este:

No mapa grande vemos Galiza (completa) com o Norte de Portugal, sem as fronteiras estatais. Porém ainda estám as divisons provinciais espanholas.  Estará Xornal de Galicia jogando com o reconhecimento da organizaçom territorial histórica do nosso país, e dentro dumhas semanas vemos um mapa com as comarcas? Sonhar nom custa nada...

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Gaza: 280 assassinados e subindo

28-12-2008: 280 mortos, assassinados polo estado  ilegal, racista, segregacionista e genocida  de Israel. Há quem enche a boca com palavras de equidade e e juiços históricos abstraidos dumha realidade cujos números som claros e sanguentos. Eu tenho claro de que lado estou.

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O mais ráncido do espanholismo reage contra o Apalpador

A recuperaçom da tradiçom do Apalpador no nosso país é  umha das melhores ideias que tivo a Gentalha do Pichel. O sucesso do passeio do Apalpador -tam bem personificado- está demonstrado polo interesse desde muitos centros sociais e plataformas do país para participarem no projecto.

Porém cuido que a melhor mostra de éxito da reivindicaçom é que o sectores mais rancidos e extremistas do espanholismo anti-galego reagem com furibunda ira ante a recuperaçom e promoçom da nossa cultura. Assim o ultra-católico, ex-dirigente de Hazte Oir e "figura de referência digital"- ou isso acredita ele-   Elentir raiva contra a Gentalha, o reintegracionismo [1] e e a figura do Apalpador, com o nível de "nom sai nos três livrinhos que tenho, ergo nom existe" ou "os seus defensores som uns radicais malos" [2].  Também já falam do tema nos foros de referência para a galegofobia, graças ao próprio Elentir. E desde Corunha Liberal cotinuam com a sua campanha do ódio contra a valente  Ermitas -cumpre ter muita vontade para lutar pola nossa língua frente ao ninho de serpes bilingües que é a Corunha-centro-centro-  criticando com os mesmos "argumentos" a promoçom do Apalpador na feliticaçom das festas.

Se umha iniciativa nom fai bolha na delicada pele dessas criaturas é um mal sinal. Um projecto que melhore a nossa naçom tem que contar com umha oposiçom nas filas dos que a odiam ou a minimizam. Já  passa com o nacionalismo e o independentismo em geral, passa com o reintegracionismo, os movimentos sociais, a promoçom da língua e a cultura... e com o Apalpador!

[1] E eu nom vou caer na demagogia dalguns blogueiros e indicar o curioso feit de  a galegofóbia  disfarçada de "galego autêntico" sempre escrever dum jeito mui concreto... nom

[2] Outra vez,  déjà vu.

Actualizaçom: Periodista digital também pontifica sobre o tema, com insultos incluidos.

Actualizaçom: No blog do galegófobo Elentir falam desta entrada no meu idem, acompanhada dos choromiqueios clássicos.

Actualizaçom: Nom perder a nova em Meneame. E de obrigada leitura o apontamento do companheiro Gerardo.

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Hoje nom há entrada nem quadrinhos…

... porque quando alguem publica umha genialidade tam grande os amadores temos que calar. Cyanine&Happiness é tam genial que doe.

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Umha cita sci-fi para o domingo

With that disappearance... came the end, the final end of Eternity
—And the beginning of Infinity.

The End of Eternity, Isaac Asimov.

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O grande segredo da Física

Nota: Nom, à sério, seria mui interesante.

Nota: O quadrinho final está inspirado num webcomic que lim há uns dias, mas nom lembor qual é-

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Animais ceivos na Corunha

Neste video podem vocês ver um cuxinho no Bairro da Sagrada Família, acompanhado de ao menos 10 animais (e mais que estám fora de cámara) medonhendos. A metade da polícia da cidade para um bezerrinho, e o único que sabem fazer é disparar 14 tiros porque os mui cagainas nom se atrevem, ou nom sabem, colher umha corda ou algo.

Ficou descansado o valente da pistola. Eu serei pessoa de cidade, e nom ando normalmente com animais, mas sei que há formas para solucionar essa situaçom, e mais se tés dúzias de agentes.

Cobardes e psicópatas com pistola.

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Um pequeno tesouro dum minuto…

Já sabem a minha fília com um músico italiano inclasificável chamado Franco Battiato. Quem me conhece em pessoa sabem que goço em extase com umha cançom dele que já tenho publicado neste blog com anterioridade: Voglio vederti danzare. Nom só é umha formosa no ouvido, também tem um vídeo misterioso e hipnótico, do que também gosto muito.

Sempre que vejo o vídeo é com esta versom em Youtube. Hoje, embora e por puro acaso, topei esta versom que acrecenta um minuto mais no que Battiato fala um pouco com os nómadas. Umha conversa de quatro frases que som pura poesia. Sei, é a minha fília pessoal.

Há algo nas miradas desses homens, na su postura estática e no seu olhar quase hierático para o lume. E esse baile lento, singelo, até ridículo de Battiato contra umha parede comida pola areia. Nom é um video musical, é um exercício de arte.

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tetasdigitais.com: Peitos ao vento!

Reflexom: Entre as muitas categorias que podemos fazer com os diários digitais, ou com versom digital,  cuido que existe umha dual mui determinante: Se empregam ou nom tetas para ter mais visitas.

E até hoje nom reparara em que xornal.com -presentado agora como a versom digital do Xornal de Galicia, ou o que é o mesmo, a versom deste último sem os artigos em galego- é do primeiro tipo:

[Tetas digitais dumha que se chama Gisela em Xornal.com]

Asssim entra no mesmo grupo que outros grandes diários do estado espanhol como Minuto Digital ou Periodista Digital...

[Minuto Digital]

[Periodista digital]

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