Category: Blogomilho

Eu também migro para statpress

Como já fixerom Ghanito, Brenlla e Calidonia eu também migro para statpress. A ver como vai o becho.

Também vou fazer umhas provas co desenho do blogue, a ver como fica a cousa. Também reparei que desde a última actualizaçom nom consta a licença dos conteudos deste blog (Creative Commons-By), cousa que tenho que amanhar.

Cá ficam as últimas estatísticas…

Racionalizando e unificando redes sociais, a minha vida digital e outras caralhadas 2.0

Seguindo essa linha tam moderna e pouco recomendável de multipublicar a minha vida privada pola rede – e também por esa curiosidade mais recomendável de provar todo- tenho conta em facebook, lareta, galizaID, twitter, last.fm, mas os meus chios em chuza… Se a isso somamos o leitor de sementes, a(s) conta(s) de correio-e e outro cento de caralhadas mais temos um fluxo de dados constante, mui caótico e radicado em muitas páginas diferentes. Contando como que levo perto dum ano com umha conexom mui intermitente, a desorde total está asegurada. Algo tinha que fazer.

Na espera de ter o computador de mesa na casa, e de fazer umha boa instalaçom -com seguridade e criptografia incluida- já fixem uns quantos passos que considero nescesários para minimizar o tempo perdido diante do computador, optimizar esse tempo e maxificar a relaçom coa própria rede. Nom é nada novo, som cousas básicas para umha vida digital “sá”. Alguns forom:

1.- Optimizar o correio definitivamente: Fazendo um cálculo rápido numha semana tenho umha meia de 150 mensagens de correio. Até o de agora chegavam todos à caixa de entrada, criando umha acumulaçom insultante de correios nom lidos, já lidos e nom arquivados, lixo sem informaçom real, etc… a cousa era mui melhorável:

Quase um 25% dos correios eram request automáticos dos blogues, redes sociais, e páginas várias nas que estou subscríto. >O primeiro que fixem foi reducir a quantidade de mensagens recividos: Umha lista das páginas, umha visita por todas elas para comprovar e eliminar as informaçons que nom precisso. Há cousas que nom preciso saber: As miles de actualizaçons do facebook, ou que cada um dos livros ceivados em bookcrossing cheguem como umha mensagem nova. Cumpre ter mais olho quando fago registros em páginas para evitar tanto correio. > O seguinte foi criar umha categoria em gmail de “Automáticos”  e umha série de filtros cos endereços de todos os bots que incluem umha ordem para que nom passem já pola caixa de entrada. Essas actualizaçons nom som prioritárias, assim que nom quero te-las diante quando abro o correio. Também ponho as cousas mais fáciles para quanod precise de espaço na conta de correio, para apagar todas estas dum golpe.

-Muitos dos correios ligados com umha ou otra actividade som faciilmente filtráveis: Estou metido em muitos projectos diferentes que generam umha quantidade importante de fluxo de mensagens, cuido que até um 50% do que me chega. O ideal é que cada um deles tivesse um grupo de correio, mas o mundo nom é assim de ideal. Teimando um pouco conseguim que quase todos montasem um desses, o qual facilita muito as cousas. Categorias individuais para os mais importantes, genéricas para alguns e uns quantos filtros (que iram melhorando co tempo).

Termos muitas mensagens na caixa de entrada impide umha gestiom eficaz: Embora os passos anteriores já evitam que muitas mensagens passem pola caixa de entrada, sempre há mensagens nom classificadas: Correios pessoais, temas temporais que nom tenhem categorias, erros nos filtros… Deixarmos que se acumulem para “os ter presentes” ou “nom esquecer”  nom é a melhor ideia. Umha boa rotina de leitura, classificaçom e apagado é o mais recomendável. Mais de 20 mensagens na caixa de entrada nom fam sentido, ocultam o conteudo e facilitam que em dous dias tenhamos umha página de correios, e em outros dous dias quatro páginas. Para marcar os correios importantes tenho as estrelas, e com os eventos e “cousas que fazer” emprego os calendário de google ou o de evolution (Tenho os dous ligados para consul on e off-line).

As múltiples contas de correio nom ajudam: Houvo umha época em que termos várias contas de correio para diferentes temas ajudava para  a classificaçom da informaçom. Também eram um sistema para evitarmos o spam dos sítios web que só visitávamos umha vez e que pediam um endereço de correio. Umha boa combinaçom de filtros, sistemas anti-spam e o uso de páginas que fornecem de nomes de usuário temporais, ou até de contas de correio pantasma, evitam esse problema. Para o correio da empresa, o único nom apagável, fixem umha re-direçom na conta principal, e assim evito ter que o consultar direitamente.  Umha boa relaçom entre gmail e o evolution permite guardar os mails mais importantes para nom confiar sempre em papa google.

Racionalizar as redes sociais: Gosto de fazer um pouco de micro-blogueio, mas ter que actualizar twitter, lareta, os chios de chuza e facebook é maçador. Ainda nom topei a soluçom ideal, mas a cousa vai unificando. Conseguim que lareta e twitter actualicem de vez desde o pidgin/gaim: A página galega inclue um sistema para actualizar desde esse programa de mensagens instantáneas com uma conta em jabber, também permite publicar essas actualizaçons na tua conta de twitter. Assim que com umha soa mensagem (e sem cargar nenhumha página web) publico nas duas redes sociais. O feed-back é mais complicado, só chegam as mensagens dos usuários da lareta, porém é cousa de tempo. Os chios de chuza! som umha cousa diferente e o de facebook também, assim que nom sei se o meu objetivo unificador terá resultados.

-Amanhei os problemas com lastfm: Como reprodutor de música emprego o mocp. Funciona desde a consola, nom consume rem de rem e funciona ainda que peches esta. Como de primeiras nom funcionou bem deixe apartado o tema. Graças a gatonegro os problemas co lastfmsubmit estám solucionados, e dous anos depois podo ter as recomendaçons dessa página (que me encanta como ferramenta).  Como complemento estou a empregar o MusicBrainz Picard, um programinha que automática procura os dados das canóns, para assim identificar bem o que escuito.

-Um bom sistema de senhas: Ha uns anos tinha umha boa clasificaçom das senhas das diferentes. Para nom as repetir demais, e evitar problemas de seguridade. Como nunca tivem problemas com isso fum deixando o cuidado. Um repasso por todas as contas, uns minutinhos e decorar quatro-cinco senhas e já está.

+Cousas que tenho que fazer: Tenho que procurar um leitor de feeds melhor (Como cararalho importo desde bloglines para google? E tambémt tenho que importar para algum leitor bom no computador)

A escuitar: The Major Cities of the World Are Being Destroyed One by One by the Monsters -65daysofStatic

Tag: tetas em Digg (tag: tits) It works, bitches!! [1]

Há umhas semanas alguns opinólogos da blogomorgue – os que de verdade argumentavam, nom os que empregarom o debate como canal para focar as suas fóbias pessoais-  advertirom que chuza! tinha que ter uns conteudos mais cercanos dos da primeira página do seu tipo, Digg.[2]   Contra esse suposto declínio da página – e algumhas políticas sempiternas- alguns usuários defendemos a prolieraçom do tag:tetas (tag:tits )

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Benigno Lopez strike back!

O nosso tam bem querido Valedor soltou a língua a pacer outra vez. Como reflexom quero copiar a de serna em Chuza! sobre o feito da maioria das reclamaçons linguísticas virem das linhas de Galicia Bilingüe contra o Decrecto do galego no ensino:

O valedor tem de atender às queixas por incumprimento da legalidade, não PARA o incumprimento da legalidade. [Comentário original de serna]

Palavras que definem

Andam alguns usuários de chuza molestos por considerarem que essa rede social galega nom reflexa o que eles cuidam que é umha imagem correcta da Galiza, ou das ideias e preocupaçons da populaçom galega. Também dim que isto pode ser a fim definitiva de chuza, convertida num recuncho de marginais. De primeiras cuido que som palavras e afirmaçons mui grandes, se contamos com que a disputa começou por umha simples moléstia pessoal por   alguns usuários votarem negativo -e argumentando o seu voto- umha nova chuzada desde o blog dum dos opinadores que retratam chuza de jeito tam nefasto. Isto piorou pola pouca formaçom cívica do mesmo chuzólogo, que parece molesto pola boa educaçom coa que um usuário corrigiu umha gralha sua noutra nova).  Com todo nom é nada estranho: Disfarça de debate  série umha perrencha pessoal é quase a base da sociedade, nom?

Como usuário de chuza nom estou peorcupado. Em todos os anos que leva de existência sempre houvo quem considerou que chuza nom era o que tinha que ser, que existia umha(s) máfia(s), grupos de amigos, estratégias de partidos, organizaçons ou conspiraçons estranhas  que pretendiam controlar o que se publicava ou nom. A versom mais ridícula e infantil era a que afirmava a existência real e coordenada dumha confabulaçom de usuários preparados para controlar com os seus votos a conformaçom da capa da página. E esses grupos tiverom muitas identidades. Assim  na mente dalguns houvo máfias do fedelho que só queriam novas dos seus amigos blogueiros, ou afins ao Bloco, a NOS-UP ou a AMI, máfias de terríveis reintegratas, e anti-reintegratas, anti-verdadeiros-patriotas-galegos, máfias comunistas, liberais, nazi-onanistas del amor hermoso,  de gaiteiros federados e até máfias junior. Que alguns acreditem nestas organizaçons com fins sempre contrários ao ideário próprio parece algo sistémico das redes socias (Digg, em inglês, e Meneame em castelhano sofrem do mesmo), porém existe umha versom menos conspiranoica mas igual de peorcupante: As derivas da comunidade.

O conceito de máfia da rede social parece mui atractivo para um perfil mui concreto dos usuários,  mas aqueles que se consideram inteligentes e formados, grandes conhecedores das sociedades e que tenhem as cousas bem claras mas sem cairmos em sectarismos, que eu sou normal também tenhem a sua maneira de digerir o feito de que nom todo o mundo -nem sequeira umha maioria dos usuários- partilham das suas ideias. As pessoas que se consideram com capacidade para emitirem juízos de valor – a maioria dos galegos pensam isto, a meirande parte das pessoas nunca aceptariam isso, o que dis é marginal…i – também pensam que podem retratar e analisar de forma cartesiana os comportamentos das redes sociais.  Por desgraça essa analise nom se basea na compilaçom de dados, o uso de ferramentas matemáticas e lógicas ajeitadas ou umha verdadeira investigaçom científica, se nom que se articula como o juizo dum opinador radiofónico, aliás umha conversa de balcom de bar, na que as percepçons subjetivas e as generalizaçons sesgadas constituem o corpus das argumentaçons. O resultado som afirmaçóns categóricas sobre a deriva ideológica dos conteúdos da página, que se caracteriza primeiro com traços negativos para o opinador e que traem, como consequência apocalíptica, a degradaçom da qualidade (etiquetada como pluralidade, representatividade ou atractiva para o visitante)  da rede social como media digital.

Estas duas formas que alguns usuários tenhem para enmascarar a sua incapacidade para digerirem que as suas posturas ideológicas nom tenhem porque ser partilhadas pola comunidade nom som tam diferentes. Claro que as máfias resultam mais ridículas por pura estética da argumentaçom, mas as afirmaçons de existência dumha deriva nas comunidades, tal como som plantejadas -neste caso e noutros- constituem um exercício de pura falácia lógica. De primeiras baseam-se numha falácia informal básica que considera que “nom fai falha provar o feito que é por todos conhecidos”, igual que “as moscas nascem por geraçom espontánea da carne podre” -como todo o mundo pode ver- “esta rede social só promociona novas de esquerdas, anti-capitalistas, e nacionalistas. E isso nom se pode negar.”. Para mim e de base esse argumento, que é umha forma do petitio principii, é suficiente para nom perder mais tempo discutindo o tema. Com todo os defensores da deriva comunitária engadirom nas disputas em chuza umha nova falácia, algumha forma de argumentum ad populum, na que afirmam que esa deriva existe porque chuza nom reflexa de forma fiel os intereses da populaçom galega. Nom só resulta injustificada essa afirmaçom perse, também cae noutro petitio principii, quando supom que a funçom de chuza é representar essa sociedade galega de forma fiel, e nom mostrar os intereses próprios dos usuários.

Bom, nom quero fazer desta entrada um tractatus sobre as conspiranoias nas redes sociais, tampouco sobre os diferentes tipos de verniz que a gente emprega para disfarça as suas eivas sociais. Porém esta disputa tem como base um desses disfarçes:O de considerar que nom existe tal eivas, e que eles som os que estám integrados e representam a sociedade normal.  E mui difícil digerir que o marginal, numha determinada rede social, é um mesmo, e resulta muito mais singelo e reconfortante caracterizar os demais de marginais. Depois todo vai seguido, sabemos como funciona, o marginal é perigosso, nom-normal, nom-bo, nom-defendível, sectário, danhinho para a sociedade (Galiza, a normalizaçom da língua, a Humanidade, a própria rede social)  e afasta gente normal (coma mim/nós) de participar (Nom importa que nom exista forma de medir a gente que nom chega até chuza, lembrade que isto é um castelo de falácias). As formas desses argumentos som mui fáciles de aprender e de fixar em comentários, chios, e artigos de caracter pontifício (e que reconfortante é ser um pope!). Por desgraça os referentes para essas ferramentas de impostura provenhem dum ambiente mui concreto, e os seus usuários noveis mimetizam -como em outros temas, que cousas- as expresons dos mestres das falácias… ou nom será melhor falar de identificaçom? E que há palavras que definem, mas que todas as argumentaçóns.

Egotismo e matemática.

Umha imagem egocéntrica num blogue do que gosto.

E umha fe de erratas analítica. Melhor seria ter posto:

EU={eu1….eun}

EU’⊆EU

EU’ ∃ ∀ eu / eu ∈ EU ∩ TU

Mas no meu braço nom tenho tanto espaço.

Falsa actualizaçom

Nom ponho nada no blogue, mas se querem ler algum dos meus habituais textos longos de mais, arrevesados de mais  e petulante até fartar, mirem esta crítica em Cinemafriki.

56… palavras por minuto… e ti?

Ou isso é o que diz este teste.

E isso que nom estou no meu computador habitual, e nom o til de nasalidade e tenho que fazer

María Castro Loves Caps Lock

Imagem de Maceirax.

Para que nom digam que só fago piadas com o novo actor galego Martin/Martiño/Martinho Rivas ben O’Rivas: A agora afamada María Castro -a roxa que interpretava a filha de Miro Pereira, e que agora “trunfa” em Espanha- demonstra que é umha filha da sua geraçom, vejam entrevista em La Voz, à que cheguei graças a Mourullo. Namorada do Caps Lock, a linguagem SMS e os topónimos deturpados (*Bayona), e com algumha gralha “bonita, bonita” (*extremecida. *tenporada, *cirujia) . Da sintaxe e a redaçom já nom falo, por pura vergonha. Para completar o marco, o conteudo é pura poesia . E estuda para mestra! Comparar com a entrevista-chat de Colineta, sempre recomendável.

A escuitar: If I Could Fly – Helloween

Nota musical: Momento heavy!

Último tópico em Quin.tv

Nom pensem que tenho algum interesse especial por criticar Quin.TV.  Mas a minha aposta sobre os seus conteudos foi confirmada: Galescolas.

[Obrigrathanks ghanito]

Nota: Nom, o mundo nom rematou. E tenho prometido umha entrada sobre todas as parvadas ditas sobre o maior experimento da Humanidade.

A escuitar: Espiral – Luar na Lubre