Category: Blogomilho

Marcho duas semanas…

E já montades um lio, em chuza, em aduaneiros, no mundo… senhores! Nom podo estar a todo

Ideia para primeira curta de porno galego

Cena da primeira curta de porno galego:

Quarto de paredes azuis decoraçom marinha: umha estrela de mar, algumhas gazes de cor verde ou outros tons de azul, um pouco de areia sobre o cham, e emburrunhos de de faze de cores que fagam das prantas do arrecife; sobre o chao alfmofadas informes de cor negra e cheias de buracos e umha iluminaçom ondulante de azul mui escuro.

Quatro figuras no plano central, três masculinas e umha feminina – no fondo, sem quase iluminaçom, outros grupos de três ou quatro individuos serpenteam os seus corpos apinhados. Os quatro actores vistem igual: Todo o seu corpo coberto  de plástico:  negro  até os cadrís que deixa ver umhas poucas linhas geométricas de carne, e azul do mar até arriba, coberta a faciana. Sae das cadeiras umha unha branca de perceve, que entre os seus valvos quase-fechados deixa ver os genitais em repouso; sae também desse apendice umha serie de penas brancas . Os quatro actores estam pegados, mas ignoram a presença  dos outros.

A acçom começa com coa erecçom de vagar do pene dum dos “perceves”. Pouco a pouco as valvas abrem-se e as penas ondulam -servidas por um servomotor incluido do disfarce- mentras o pene sae  -maquilhagem já  deu umha cor violeta-  os poucos, quase meloso -Habilidade do actor ou efectos especiais- numha escena oniricamente iluminada. A cámara mostra agora como os outros dous perceves “machos” já tenhem os seus instrumentos igual de preparados. Com movimentos lentos e cegos -o veste nom deixa ver a cara dos protagonistas-  passeiam as suas gónadas sobre o plástico negro dos parceiro, exploram as ferramentas dos outros seguido dum movimento espasmódico das penas brancas. Todo isto em pé, sem moverem um chisco a meirande parte do seu corpo mentras um borbulhar hipnótico e quase inexistemte fai de banda sonora.

Nalgum momento um dos perceves é consciente de presença dumhas valvas brancas nas que nom nota o morado erecto. Alouminha a superficie com igual lentitude, mas a femia tem um espasmo e aparta as cadeiras. Passam uns minutos de inactividade quase total, até que outro dos perceves retoma o trabalho do companheiro.  Acarinha coa massa violeta primeiro a casca de plástico níveo, até que as pontas das penas debruçam, logo joga com elas. Esta cena pre-coito dura uns minutos nos que a valva abre e entelha de jeito que   que a vulva, coberta de pintura dum vermelho brilhante,  é accesível. A penetraçom é aos poucos e mentras os outros dous perceves machos seguem a explotar o corpo do seu companheiro, ou os arredores da “perceva”.

Os movimentos durante a cópula som lentos, e as penas brancas acompanham o rimo hipnótico. Uns minutos depois os órganos morados dos companheiros  que nom estam invitados à festa chegam até a mouminha e começa umha luita a cámara lenta que pretende tirar o competidor do interior da femia. Todo como numha dança, coas luces cambiantes de tons de azul percorrendo as superfícies plásticas.  Pouco a pouco essas mesmas luces passam a tons de azul mais escuros, até fundir todo em negro…

Logo do da produtora, a Xunta, o Conselho da Cultura Galega, o Aquarium Finisterrae, o Instituto de Ciências do Mar, o centro e o Centro de Investigaçom de Arousa. Actores, equipa, banda sonora e obrigado a: Confradia, facultade de Biologia, os antes citados Aquarium, Universidade de Vigo, etc…  Galiza 2008.

Isto é real.

Pequena reflexom…

Sou eu ou cada vez há mais blogs de spam em inglês e blogs em castelhano no leitor de blogaliza?

Chuzarrascada

A chuzarrascada mui bem, obrigado.

‘Enrique Castro me cae mal…’

Nom acostumo mirar blogs políticos, e menos blogs espanhois. Mas agora que colho umha noite de folga no meio dos exames quero fazer umha pequena resenha sobre a manipulaçom (cecais eleitoral) dum personagem santiaguês de afiliaçons super-obreiras e super-socialistas.

O raparigo é o Enrique Castro, “afamado” -pensa ele – blogueiro e psoeista da cidade de pedra, que leva um currinho blog-plataforma publicitária – como todos os blogs, nom? – e seica é bem conhecido nas chamada “red progresista” (rede progressista), da que nom forma parte; e melhor conhecida na “rede de blog socialistas“, na que dim que leva o vimbio… Nom tenho muito interese nas androfagias e cainismos do partido espanholista suplente e dos seus seareiros, mas acho bem engraçadas essas liortas entre pseu-socialistas. Semelha que até os seus correligionários conhecem a sua ânsia de protagonismo…

Bom, olhade que o Castro nom podia estar mais afastado do interese deste blog e deste blogueiro, sendo ele um exemplo vivo de pessoa pequena. Porém esta pequena anotaçom nasce logo de comprovar cos meus olhos o curioso comportamento do rapaz em duas webs 2.0. Logo das altercaçons na sede eleitoral do PSOE em Compostela durante (ou mesmo logo) dumha manifestaçom da Coordenadora de Assembleias este homem publicou um esforçado, comovente e impressionante relato no seu blog; mesmo parecia um jornalista de guerra. Fora de eu condenar por completo o comportamento desses manifestantes -e considerar que a Coordenadora de Assembleias está agora nas mans dos quatro micos de sempre, que suprem a sua falha de representatividade estudantil com tempo (o que nom tenhem para sacar as carreiras) e fanatismo- estou seguro de que o acontecido esse dia dista tanto das crónicas revolucionarias-patrióticas dos irresponsáveis de AGIR como do relato bélico do milheirám de meia volta.

A cousa é que o Enrique nom tardou muito em enviar umha nova de El Correo a Chuza! e a Meneame. Isso nom é condenável perse, como protagonista -que nom vítima, polo que contam, nos comentários de chuza, ele ameaçou tanto ou mais que os cabras dos exaltados estudantes- pode tentar informar do tema. Contudo o jeito de redigir o corpo e o titular das novas é só comprensível quando o redactor tem umha imagem bem enviesada do acontecido, e já nom falo da escolha do media ao que liga a nova. Nom obstante nom foi mais sectario que muitas novas enviadas a essas duas páginas excelentes. A meirande parte de nós nom somos jornalistas, e menos neutrais. Nom a questom é outra: A manipulaçom dos comentários do seu blog para construir um bom substrato para o seu discurso vitimista.

Quando nos comentários de chuza comentarom sobre a artística crónica do seareiro socialista no seu blog visitei a página e comprovei com estes olhos -empirista sou- a hipérbole como ferramenta política a poucos dias das municipais, cousas. Mirei os comentários nessa entrada e topei o normal presença de discursos inflamados polas hormonas, cos “espanholista” “feixista” e “blablabla” obrigados neses casos -som coma nenos, já sabemos todos- seguidos dos clássicos pêsames, condolências e condenaçons -sim, espanholistas- contra o nacionalismo mau mau mau…. a situaçom típica quando topam dous blocos de exaltados… mui típica, mui tópica… de mais. Enviei um comentário para expressar a minha condena a esses actos violentos, junto com umha crítica para o conto de choromicas do senhor Castro -sem empregar essas palavras, todo mui educado, confiade-. Logo de premer o botom de “enviar” descubrim que era um blog com moderaçom dos comentários -bem, perfeito é umha boa ideia, se tés muitos trolls- e como o meu envio era bem pensando e nada exaltado coidei que nom teria problema para criar umha conversa civilizada -iludido e iluso sou! E com pouca memória, agora lembro comentários que escuitei blogomilho adiante sobre as actitudes deste ghicho-. Coido que o dia seguinte visitei de novo esse blog e comprovei que a entrada nom estava publicada, e outras nos dous extremos passaram baixo o olho do Enrique sem problemas. Enviei umha nova entrada, quase copia-carbom da anterior, engadindo umha pergunta polo meu envio anterior. Uns dias depois comprovei que a cousa seguia igual, e enviei umha última pergunta polas minhas perguntas -urp!- resultado?: Rem. E isto, senhores, é manipulaçom. Deixar passar os comentários mais exaltados dos contrários e os mais moderados dos seareiros para criar umha imagem de vítima tem um só nome: manipulaçom. Apagar um comentário civilizado, crítico que nom calha bem coa imagem de radicalismo do “inimigo” que quer transmitir é isso… manipulaçom.

Entendam bem: Todos somos soberanos dos nossos blogs, som nossos. Temos o direito de borrarmos as trolleadas ou os comentários que nom queiramos ter no nosso sitio na rede. Nom podo maldezir de quem apaga um comentário, pois nom seria moral. Embora o jeito, os criteria, a praxe que segue e o resultado que obtem demostra a ideologia de quem apaga… e manipula. Quando um fala de direitos, de democracia, e reparte cartons de demócrata – condiçom que no Reino de Espanha tem como requisito ter umha única ideia de estado, e se calhar militar numha apertada banda do espectro político- tem a obriga estética de manter umha fachada dessa mesma “democracia”. Fazer engenheria literária para inventar um contexto, jardinagem de comentários para criar um arvoredo de quadro digital, nom entra dentro da minha definiçom de “democracia”.

P.S.: Umha outra mostra do comportamento deste moninho

P.P.S.: Nom sou o único que critica o jogo do meninho.

P.P.P.S.: Editei o título, a santa lembrou-me aquele post em orballo que já contava as virtudes do rapaz.

mmmmúsicas!

Pois aquí tedes a minha aportaçom ao tema de mmmmúsicas (músicas para foder/transar/trebelhar/empurrar/fazer o amor, etc) … lembrade que eu tenho bem pouca cultura musical, obrigado a As minhas mulleres .
(A orde nom quer dizer nada, se tenho que ficar com algumha… a quatro)

1. Mind Transplant, Alphonse Mouzon

[gv data=”KRj02qk1K0o” width=”425″ height=”350″][/gv]
2. Don’t believe a word, Gary Moore

[gv data=”YzpMBscDNbM” width”425″ height”350″][/gv]

3. Body Language, Queen

[gv data=”GTU3BLM-LIg” width”425″ height”350″][/gv]

4. Tired of being alone, Al Green (O do video em youtube nom quere embed

[gv data=”h-Jcq8HOrU8″ width”425″ height”350″][/gv]

5. I was made for loving you baby, Kiss (No sexo também há humor, nom?)

[gv data=”1lcwROZBI9Q” width”425″ height”350″][/gv]

A todo isto, todo este meme (palavra horrível) nom terá nada que ver com isto?

E passo a bola a…

Normativa para ser um Chuceiro Verdadeiro

[Nota: Passade das gralhas, que estam a mantenta neste post]

Vivemos tempos escuros e terríveis. As comunidades virtuais, de rápido crescemento, perdem o respeito à ortodoxia ideológica necesária para a libertaçom da nossa patria. As ferramentas de difusom da verdade única estam tomadas por burgueses espanholeiros, malvados, humoristas e pagados polo contubernio judeo-madrilenho-ianqui. Nom só burlam dos martires da patria ou admitem autocrítica… Nom pensam coma nós! Por isso, nestes tempos incertos, é necesaria esta normativa para o comportamento dum CHUCEIRO VERDADEIRO util para o MOVIMENTO:

CINCO PRINCIPIOS BÁSICOS

  1. Ti nom és um usuário de chuza, TRABALHAS PARA CHUZA.
  2. Ti nom és um membro dumha comunidade, AS COMUNIDADES SOM CORRUPTAS.
  3. Ti nom tés sentido do humor, O HUMOR É UM INSULTO AOS MARTIRES E IDOLOS.
  4. Ti nom conheces a autocrítica, A AUTOCRÍTICA É UM SÍNTOMA DE DEBILIDADE.
  5. Ti nom cambias de ideia, A EVOLUÇOM IDEOLÓGICA É SEMPRE DEGENERAÇOM.

O VERDADEIRO FAQ DE CHUZA

  1. Que é chuza?

    Chuza é um sitio para fazer proselitismo das minhas ideias políticas, difundir a minha verdade única e obter a libertaçom de Galiza. Também é um método de control para conhecer a fidelidade coa Ortodoxia do insignes membros da comunidade virtual galega. Por último é um caminho admitido pola Ortodoxia para focar os traumas e desaçons do individuo, fodendo à comunidade.

  2. Que é iso de chuzar e chuzada?

    Chuzar umha nova, quando o fai um membro da Ortodoxia, é otorgar o favor divino a umha noticia que ajuda ao Movimento. Quando umha nova que coa que um nom corcoda receve umha chuzada está claro que é obra dumha mafia maligna e idosa, escura, ferida, antigalega e degenerada moralmente.

  3. Cantas veces podo chuzar?

    Tantas como queiras, sem chegar a ser suspeeitoso e tenhas proxi. É um método lícito empregar foros, listas de correio e outros métodos para que as novas boas de verdade cheguem, traendo as hordas dos bos e generosos.

  4. Cómpre rexistrarse?

    Nom, so aqueles que estam seguros da sua fidelidade à ortodoxia ideológica podem correr o risco do registro para manter um olho na escura comunidade mafiosa. O verdadeiro chuceiro é anónimo, nom se contamina coa degeneraçom da proximidade da comunidade, acude à chamada dos vigilantes e emite o seu puro, casto, virginal voto em bloco.

  5. Que é iso do karma?

    O karma é umha ferramenta do mal para tentar contral a imparável forças dos Chuceiros Verdadeiros. O karma é umha medida dos favores internos da endogámica e maligna comunidade do fedelho. Um alto karma indica umha alta contaminaçom pola comunidade.

  6. Como facer que unha historia chegue a páxina principal?

    Aplicar o ponto 3. sistemáticamente.

  7. Como é o proceso para que unha historia chegue a páxina principal?

    O maligno web(on)master berto e os seus acólitos (como a ascaputa) argalhou um jeito de contaminar o verdadeiro esprito de CHUZA! criando um sistema matemático nefándico que um CHUCEIRO VERDADEIRO nom quer conhecer. Nos tempos antigos e primordias Chuza! promocionava as boas e ortodoxas novas à portada por algum mecanismo divino que os nossos teologos estudam. Agora a chegada dumha nova ortoxa é um duro caminho de sufrimento e de eliminaçom por parte dos bos e dos generosos das novas escuras e degeneradas.

  8. Que é ese formulario problemas? que me aparece cando vou a chuzar historias pendentes?

    Nas maos dos CHUCEIROS VERDADEIROS é um jeito de lutar contra as novas antigalegas, humorísticas, nom proselitistas, inimigas da Ortoxia e irrespetuosas com Galiza e os seus santos. Todas as categorias dentro de problemas tenhem o mesmo valor e a um CHUCEIRO VERDADEIRO nom lhe importa qual escolhe na seu trabalho por purificar a quenda de pendentes. Os malvados mafiosos aplicam umha lógica necróespanholeira para autojustificar a sua depravaçom e ignominia ao votar contra as novas dos CHUCEIROS VERDADEIROS.

  9. Só conta o número de chuzadas de cada historia?

    Mirar em 5. Agora que os inimigos da naçom e da Ortodoxia tomarom Chuza! deturparom a democracia original (nom sabemos quando foi isso, pero nalgum momento foi) e criarom um sistema de castes infernal no que nom se cumple mais que o principio de “importancia para a comunidade”, umha ideia antidemocrática, antirevolucionaria y quase espanhola.

  10. Como enviar historias?

    Visita as tuas três páginas de referência e envia todas as novas que a Ortodoxia considere necesárias. Sinte a Ortodoxia no teu interior e guia-te por esse sentimento de possuir a VERDADE ABSOLUTA.

  11. Que tipos de historias se deben enviar?

    Só aquelas que cumplam com essa verdade absoluta que bole no teu coraçom (ou no teu falo/vagina). As outras elimina-as sem chorar.

  12. Como funciona eso dos votos e do karma?

    O fedelho é um lugar de perdiçom, o cancro instalado no coraçom de chuza polos inimos da Ortodoxia. Nunca entres no fedelho sem antes estar seguro de que es un CHUCEIRO VERDADEIRO, e só para observa aos degenerados malvados endogámicos prehumanos “membros da comunidade” e poder lutar contra os seus planos malignos. Só os mais puros entre os CHUCEIROS VERDADEIROS podem arriscar-se en comentar algumha vez no fedelho, e só para denunciar a degeneraçom moral desse lugar e ponher a todo o mundo no seu lugar. Umha conversa tipo no fedelho é umha sucessom de insulto à Ortodoxia, aos martires da patria, brincadeiras cos temas sagrados, insinuaçons sexuais pecaminosas e todo tipo de cousas terríveis.

  13. É verdade que no fedelho relacionanse fora de chuza As mentes sensíveis nom mirem o resto desta resposta. Sim é verdade, um CHUCEIRO VERDADEIRO nunca quere saber nada destas “jantanças” de pecado, só para denunciar a endogámia e os planos mafiosos que nessas juntanças sexuais-gastronimas se tramam. Lembra que a comunidade debilita a Ortodoxia das tuas ideias.
  14. Quen está detrás de chuza!?

    Berto, ber.to: Um traidor à patria e a verdadeira galeguidade. Um ser preternatural que com enganos acadaou umha posiçom de referência no mundo digital galego, conformando parte do asentamento da pureza ideológico graças a Aduaneiros sem fronteiras, pero que agora fai autocrítica de verdade (Horroooor!) e fomenta o humor e a falta de ortodoxia (pecadooooo!)

  15. Canta audiencia ten?

    Aquí podes ver as estatísticas.

  16. Que software usa?

    Chuza! é a purificaçom do sofware espanholeiro “Meneame!”. Por essa misma razom como CHUCEIRO VERDADEIRO tés a obrita de importar todas as polémicas políticas espanholas, que como todo o mundo sabe som fundamentais para o nosso pais. Nom penses muito na frase anterior, so sigue enviando novas sobre Dejuana o a maldade dos catalans.

  17. Por que? para que?

    Mira o ponto 1, e nom fagas tantas preguntas que é suspeeitoso de pouca Ortodoxia…

  18. Terá publicidade nalgún momento?

    Todo o mundo sabe que as páginas webs mantenhem-se da boa vontada e dos fondos eternos que cria a prórpia existência da página. Pero o malvado web(on)master berto emprega e desacraliza esta santa casa para pagar as suas facturas, os seus vicios o plano da máfia do fedelho para rematar co esprito da naçom

  19. Onde comentar erros, problemas, suxestións ou calquera outra cousa?

    Se fás essas perguntas ou te preocupas dessas cousas nom és um CHUCEIRO VERDADEIRO, és um membro da comunidade… NEGATIVO!

Mais adiante, e se a máfia do fedelho nom envia os seus Comando da Morte, enviaremos mais dados.

O Demo VS O Demo

É umha parvada de entrada, já sei, mais em tempo de exames há pouco tempo para escrever. Coa nova actualizaçom da listagem de blogs do Blogomilho (2161, que som os que vemos, nom os que há), odemo.blogaliza.org (esta casa, no 61) ultrapassa a odemomeleve.blogspot.com (a minha antiga morada, no 86). Levo tempo cavilando se eliminar o blog em blogspot, pero som um sentimental e vai ficar lá até que os entes que dominam google digam. Outra cousa será retira-lo dalgum jeito da listagem de blogs galego, que é umha conta de mais.

E mirando a listagem pensei engadir umha cousa a esta entrada… os blogs que mentam “o demo” no seu nome… pero tampouco há muitos…

Solidariedade

Cambados

E a maré baixa.

O PP leva ao julgado a dous blogs de Cambados e Ogrobe

E a velocidade máxima.

Como diz A Randeeira, cumpre ter solidariedade cos dous blogues atacados Cousas de O Grove e Cousas de Cambados. A cousa está chegando ao ponto de nom poder fazer umha montagem de humor, nem umha brincadeira, sem que a extrema direita corra ao julgado.

Este blogueiro quer que o corrijas

gralha2.jpg

Penso, com humildade, que um dos maiores problemas que tem o português de Galiza é o medo que tenhem os seus falantes conscientizados a corrigir as gralhas de outro falante. Nom há umha relaçom normalizada coa língua, umha correcçom nom se interprete mal, como um insulto ou como umha “chuleria” do que corrige. E isso nom pode ser bom para a língua.

Eu quero que me corrijades as gralhas!