Campanhas – O demo me leve http://odemo.blogaliza.org "Si eu fixen tal mundo, que o demo me leve" Mon, 16 Apr 2012 18:11:04 +0000 gl-ES hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.1 Lei antitabaco: Umha experiência como consumidor e cidadam responsável http://odemo.blogaliza.org/2012/01/03/lei-antitabaco-umha-experiencia-como-consumidor-e-cidadam-responsavel/ http://odemo.blogaliza.org/2012/01/03/lei-antitabaco-umha-experiencia-como-consumidor-e-cidadam-responsavel/#comments Tue, 03 Jan 2012 21:47:06 +0000 http://odemo.blogaliza.org/?p=2106 Pode que nom concordedes com o que vou escrever nesta entrada, mas considero que som uns feitos dignos de serem narrados.

Por fazer um prefácio político basta com dizer que considero que mentres a herdança em política económica-social do PSOE e Zapatero é só a introduçom das acçons desmedidas que tomará a outra faze do bipartidismo espanholista agora no poder, existem algumhas leis promulgadas por esse governo que realmente ficaram como algo positivo na história. Nom direi a lei de matrimónio entre pessoas do mesmo sexo, pois considero que o verdadeiro avanço nas leis de matrimónio será a desapariçom dessa instituiçom. Mas sim é certo que -entre umhas poucas e escolhidas- a Lei Antitabaco foi um decisivo passo adiante e que aportou umha qualidade de vida e saúde a toda a populaçom. Por isso mesmo considero que é a obriga de todos -até das pessoas viciadas com o tabaco- procurar a defesa dessa lei, e obrigar o seu cumprimento. Aconteceram-me com o tempo dous episódios que demonstaram que se nom vigiamos o cumprimento dos nossos direitos com força parte do estamento supostamente adicado a sua protecçom prefire ignorar a lei. Aconteceu-me duas vezes, sempre com umha amiga e companheira que concorda fortemente com esta ideia.

A primeira das vezes aconteceu há um tempo e foi em Ruta, umha discoteca de última hora da Cidade de Compostela. O ano já entrara muito e a lei nom era nova, porém umha grande parte das pessoas no local fumavam ante os olhos do pessoal do bar. Aclaremos, nom era algo pontual como passa em qualquer bar ou pub, e onde as pessoas encarregadas podem despitar entre a quantidade de gente: era evidente, geral e à vista clara. A minha amiga interpelou um dos encarregados sobre o facto, e ante os seus maus modos e as suas respostas desafiantes -ex “no tendrás nada mejor que hacer” “anda cállate“- pediua folha de reclamaçons do local. Este documento tem de estar disponhível sem escepçom sem importar a natureza do local ou as horas nas que se requira. O que procederom forom insultos do encarregado -totalmente demenciais e fora de lugar ante um cliente, mas que demonstrou que para ele era mais que gando que consome- e um convite a marcharmos do local se nom queriamos piores consequências. A reacçom foi a que nos pareceu lógica, chamar a polícia e denunciar os feitos. O que foi menos lógica foi a actuaçom da parelha da polícia espanhola que se deslocaram até o lugar. A grosseiria e desvegonha da agente e o seu companheiro forom insultates, tanto ou mais que o responsável do local. Negaram-se a agir de jeito nenhum, lavrar ata e já nom falamos de entrar no local para constatarem a situaçom. Sequer chamaram umha unidade da polícia local -mais adequada para estas gestons-. Despediram-se com más maneiras, entre burlas e “dando conselhos para que nom tivéssemos problemas”. Evidentemente isto enfadou-nos, mas nom nos apiamos e procedimos a denunciar, essa mesma noite, a parelha de agentes da polícia nacional ante as autoridades da polícia local. E a manhá seguinte apresentamos cadansua denúncia pola falta de livro de reclamaçons e pola violaçom da lei antitabaco na oficina de Consumo do Concelho. Neste caso o funcionário de Consumo foi educado, colaborador mas pessimista ante as nossas possibilidades. É certo que passaram já uns meses, mas seguimos teimando nas responsabilidade de todas as partes.

Com estes antecedentes da nossa teimosia nom contava o dono dum estabelecimento corunhês nesta fim de ano. O local é La Gloira, umha teteria na rua de Sam Francisco, na cidade velha. Pouco mais de duas horas passadas do novo ano, e o local quase cheio e com toda -e digo toda agás nós e pouco mais- a clientela a fumar. E desta vez com toda a ajuda do local: borralheiros incluídos. E nom era umha escura discoteca no últimos intres da noite, mas um local com luz, com a presença de camareiro que via até fregueses a liar tabaco sobre o balcom do local. Desta vez fum eu quem cheguei até ele e pedim direitamente o livro de reclamaçon, nom tinha lugar indicar a presença de fumadores que de seguro nom podia ter passado o encarregada. De seguida o dono do local, que de facto era mais um dos fregueses que liava e fumava tabaco no balcom, comeóu a me tentar intimidar e fazer estorso: “me quieres joder el negocio” “tu que ganas con esto” “Yo te entiendo, pero es fin de año y para celebrar dejamos a los clientes que fumem” “Pues no se si tendré las hojas”. Informei-lhe que figera por topar as folhas de reclamaçons, que eram de obrigada presença no local. Folheou um pouco entre cartafoles e despediu-me dizendo que nom as tinha e que eu pensara o que fazia. Nom o duvidamos duas vezes: pagamos a consumido, saimos à rua e chamamos à polícia -desta vez de primeiras a local-. Tardarom umha média hora em se deslocar até o lugar -considero isto normal, dada a data e a situaçom das estradas- e mentres nós aturamos os insultos a uns metros do dono. A verdade é que a parelha de polícias neste caso comportou-se perfeitamente: primeiro mediaram co dono que se enrocou e nom quixo dar o livro de reclamaçons, e depois tomaram declaraçom as partes e deixarom constância dos feitos. Elevamos a denúncia por falta de livro de reclamaçons, pois o tema de tabaco era menos “grave” legalmente, ainda que consta na denúncia. Com a cópia desse documento penso ir manhá mesmo até a oficina de consumo da Corunha e apresentar umha denúncia polo tema do tabaco, paralela com a das folhas de reclamaçom.

Eu estou orgulhoso da minha atuaçom e a da minha amiga. Nom tenho a mínima dúvida moral e nom me comove que esses locais -lugares de tabalho de pessoas- podam levam umha sançom bem grande que afete a sua continuidade como negócios. As normativas sobre saúde nos estabelecimentos públicos estám para ser cumpridas, e nom se pode consenter umha desviaçom delas, e menos nalgum tam daninho como o tabaco. Escrevo isto para que vos decatedes que se vós também concordades com os espaços sociais livres do fume de tabaco tedes que fazer um esforço -ainda que seja desagradável, ainda que sofrades coaçons de muitos lados- para denunciardes feitos assim.

Esta entrada está, coma todoas, aberta ao debate. Um saúdo.

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Nom os votes, bota-os http://odemo.blogaliza.org/2011/04/15/nom-os-votes-bota-os/ Fri, 15 Apr 2011 20:41:34 +0000 http://odemo.blogaliza.org/?p=2055

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Correio de protesto: Homofobia na Sala Capitol (Compostela) http://odemo.blogaliza.org/2009/10/27/correio-de-protesto-homofobia-na-sala-capitol-compostela/ Tue, 27 Oct 2009 19:43:11 +0000 http://odemo.blogaliza.org/?p=1565 Eis o correio que enviei ao contacto na Sala Capitol de Compostela por mor da actuaçom do homófobo Sizzla agendada para esta sexta-feira:

Escrevo para exprimir a minha preocupaçom pola programaçom do concerto do músico jamaicano Sizzla nas suas instalaçons.
Esse artista é mundialmente conhecido polas suas posturas radicais e proseletistas do ódio contra gays, lésbicas, transexuais… assim como a sua defesa dum rol asobalhado da mulher. Durante os últimos anos muitos colectivos europeus protestaram pola publicidade e tribuna pública que distribuidoras, organizadores e salas de concertos oferecem como altifalante para as ideias homófobas e medievais desse indivíduo. Sem importar se de facto canta as suas letras mais explícitas nos seus concertos agendados estes servem para afirmar a sua posiçom no star-system musical e permitir  que siga esparegindo a sua mensagem noutros lugares com colectivos menos organizados.

A música é umha ferramenta de transmissom de emoçons e de ideias, um campo para a liberdade criativa que pode estabelecer umha conexom com o ouvinte. Mas empregar esse fenómeno para instigar o assassinato de pessoas pola sua raça, orientaçom sexual, religiom, etc… é perverso, e para nada entra dentro da definiçom de liberdade de expresom. Entendo que a sua sala nom é mais que um negócio privado ligado por contrato com mayors, representantes e diversos circuitos musicais, mas sempre existe um ponto onde a gestiom empresarial topa com os mínimos comuns dumha ética de respeito para com as pessoas. Escudar-se no seu carácter mercantil nom serve neste caso, e de o fazer é seguro que muitas pessoas individuais e colectivos ligaram o seu comportamento  com um aceitamento indirecto das imposturas defendidas por Sizzla.

Prego-lhes que recapacitem e suspendam o concerto agendado para esta sexta-feira. Os benefícios económicos a curto praço que podem obter nom se compensam com o dano para a sua reputaçom e imagem.
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Despede-se
Fernando Trigo Chouzinho

Podedes enviar os vossos protestos a salacapitol@salacapitol.com. Ou bem seguir a campanha de boicote neste blogue.

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Boicote ao cantante homófobo Sizzla http://odemo.blogaliza.org/2009/10/27/boicote-ao-cantante-homofobo-sizzla/ http://odemo.blogaliza.org/2009/10/27/boicote-ao-cantante-homofobo-sizzla/#comments Tue, 27 Oct 2009 08:53:49 +0000 http://odemo.blogaliza.org/?p=1563 Esta sexta-feira dia 30 o cantante reggae Sizzla actuará na sala Capitol em Santiago de Compostela. O artista acadou triste fama internacional polas suas letras homófobas e violentas, assim que colectivos LGBT reclamam a suspensom desse concerto. Uno-me a essa reclamaçom,e aguardo que os responsáveis do concerto rectifiquem.

A imagem “positiva” que muita gente tem do rastafarismo a través da sua ligaçom com a música reagge fai que esqueçam muitas vezes que nom é mais que outra religiom abraamica, que acumula todos os lastres bíblicos de homofobia, amplificados polo seu caracter minoritário e messiânico. O seu corpus doutrinal é a combinaçom da liturgia ortodoxa etíope, um judaísmo ecléctico e o folclore e maniqueísmo jamaicano. E nengum desses componentes caracteriza-se polo seu respeito cara outras formas de pensar e viver. Alguns simpatizam com o rastafarismo polo seu papel na reclamaçom dumha identidade jamaicana e da dignidade do povo negro, mas nom reparam em que essa auto-afirmaçom alicerçou-se em negativo, sobre o rejeitamento de todo o que se “importou de Babilónia”: comportamento homossexual, nos sometimento da mulher, liberdade religiosa… e também sobre um “racismo inverso” contra o homem branco.

Com um pouco de investigaçom na Internet pode mudar muito a vossa imagem deste movimento. Investigade sobre a situaçom da mulher nas comunidades rastas, sobre o seu discurso racial e sobre o seu modelo social. Se criticamos a influência das religions mais conhecidas na sociedade na que vivemos: cristianismo, Islám, budismo… nom podemos obviar o rastafarismo. Com todo nom temos que deixar de desfrutar dos rimos reagge, intimamente ligados com ele. Tampouco rejeitamos a música clássica monástica medieval e renascentista europeia, que pariu algumha das obras mais belas da humanidade para a liturgia cristia. Sabedes que eu pessoalmente adoro a música estática e hipnótica das práticas sufítas… mas nom por isso deixamos de lutar contra as religions do ódio que as criárom.

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Obrigado Conde Roa! http://odemo.blogaliza.org/2009/07/17/obrigado-conde-roa/ http://odemo.blogaliza.org/2009/07/17/obrigado-conde-roa/#comments Fri, 17 Jul 2009 07:00:08 +0000 http://odemo.blogaliza.org/?p=1457

Nom deixem de passar pola Gentalha do Pichel para recolher estes cartons-postais para enviar à sede do PP em Santiago de Compostela e agradecer todo o esforço que figeram para que continuasemos com o projecto. Som de balde!*

* Bom, o selos tenhe-nos que ponher vocês…. som 32 céntimos.

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«Como veo que no sabes hablar español, no me interesa. Gracias» Discriminaçom Galegófoba em Base (Compostela) http://odemo.blogaliza.org/2009/07/15/%c2%abcomo-veo-que-no-sabes-hablar-espanol-no-me-interesa-gracias%c2%bb-discrimnacom-galegofoba-em-base-compostela/ http://odemo.blogaliza.org/2009/07/15/%c2%abcomo-veo-que-no-sabes-hablar-espanol-no-me-interesa-gracias%c2%bb-discrimnacom-galegofoba-em-base-compostela/#comments Wed, 15 Jul 2009 12:00:04 +0000 http://odemo.blogaliza.org/?p=1450 Podedes ler no PGL o último caso de discriminaçom por mor da língua. Poderia-se argumentar muito contra a actitude da responsável de quadro de pessoal da franquia de Base em Compostela. De base que os únicos bilingues reais neste país som os galegofalantes, os únicos que por força tenhem que aprender e empregar um idioma alheio na sua própria terra. Mas o tempo do diálogo passou, cumpre agir. Ainda que seja algo tam singelo como um correio, umha actitude de protesto, um boicote pessoa, umha difussom desta informaçom. Uno-me a Sechu com este correio enviado a: centro@base.net e
marketing@base.net . Claro está, riscando Base dos lugares onde poderia comprar.

Bo dia:

Escrevo como cidadam indignado ao ter notícia dumha discriminaçom em funçom de língua num dos seus estabelecimentos.

Informam os media que a encarregada de contrataçom na franquia sita no centro comercial Área Central de Santiago de Compostela, considerou nom válida para o trabalho ofertado a umha solicitante por esta ter empregado o galego em todo momento. Agravando-se a situaçom pola carência de modais da sua empregada que afirmou: «Como veo que no sabes hablar español, no me interesa. Gracias».

Como falante da única língua própria do país nom podo fazer outra cousa que empatizar com a pessoa que sofreu esta discriminaçom e agir em consequência. Dado que o emprego do galego para a comunicaçom parece ser um problema para a contrataçom na sua empresa suponho que também o será na relaçom com os seus clientes. Como consumidor absterei-me entom de comprar-lhes nada, e procurarei informar a todo o meu círculo de conhecidos da sua atitude, assim como difundir este caso por todos os médios.

Sem aguardar nenhumha rectificaçom pola sua parte, despido-me.

Fernando Trigo Chouzinho

Unide-vos!

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Jornadas de Diversidade Sexual 2009 (Vídeo A Nosa Terra) http://odemo.blogaliza.org/2009/07/07/jornadas-de-diversidade-sexual-2009-video-a-nosa-terra/ Tue, 07 Jul 2009 13:28:03 +0000 http://odemo.blogaliza.org/?p=1445

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Fluxo de consumo responsável http://odemo.blogaliza.org/2009/05/29/fluxo-de-consumo-responsavel/ Fri, 29 May 2009 19:10:59 +0000 http://odemo.blogaliza.org/?p=1423 Só recomendar-lhes a leitura dumha entrada do senhor Ghanito sobre consumo responsável. Sempre procuro seguir este diagrama de fluxo, criaçom de gatonegro, nas minhas compras. Um bom jeito de maximizarmos o país.

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Calar a boca a Conde Roa nom tem preço: Colabora com a Gentalha URGENTE http://odemo.blogaliza.org/2009/05/12/calar-a-boca-a-conde-roa-nom-tem-preco-colabora-com-a-gentalha-urgente/ http://odemo.blogaliza.org/2009/05/12/calar-a-boca-a-conde-roa-nom-tem-preco-colabora-com-a-gentalha-urgente/#comments Tue, 12 May 2009 15:49:49 +0000 http://odemo.blogaliza.org/?p=1406 urgentedinheiro

Muitos de vós conhecedes a campanha que político radical santiaguês Gerardo Conde Roa empredeo desde há tempo contra o Centro Social A Gentalha do Pichel, o C.S. Henriqueta Outeiro e a Sala .  o Nasa. A gente da sua caste nom suporta a existência de espaços de liberdade onde promocionar a cultura do nosso páis, onde organizar movimentos activos na sua defessa, espaços de comunicaçom e debate entre ideias e projectos de contruçom nacional. Nom suportam em geral os projectos que nom estám sob o seu controle.

As suas pressons, apoiados polos grupos mediáticos do extremismo espanhol na Galiza (COPE, ABC, El Correo Gallego, El Mundo…) e enfrontados com um nada reticente governo municipal do PSOE e o BNG acadarom um novo ponto de tensom: umha orde de encerramento cautelar do local da Gentalha do Pichelque conta desde há anos com licença, pendente duns arreglos no local que ano tras anos pagamos os sócios com as nossas achegas. Qualquer outro local da cidade (centos deles, inclusive a própria sede do Partido Popular na cidade) seguiria aberto, a vista da realizaçom dessas obras, mas a convivência dos três partidos (uns por acçom outros por inacçom) na cámara municipal por detruirem todos os projectos que lhe som molestos precipitarom os feitos até o ponto que num mês o Centro Social terá que fechar as suas portas. Isso nom rematará com nós, mais porá novas dificultades no caminho do nosso projecto, que durante 5 anos ofereceu aos vizinhos de Santiago e de toda a Galiza actividades, cursos de formaçom, festas e foliadas e sobretodo um lugar onde criar e desenvolver ideias e trabalhos para umha Galiza livre e universal.

Mas temos um praço para soluciarmos  este derradeiro problema, e que este encerramento seja só temporal e nom se converta numha briga eterna nos tribunais espanhois. O único que por instalar é um salva-escadas para pessoas com problemas de movilidade. De feito o projecto já está encarregado e os instaladores venhem de caminho, numha semana começaram o seu trabalho. Por desgraça nós nom temos jeito de salvar esse último chanço económico: 10.000 € de obra, e a metade como adiante em menos de três dias.
Por isso esta entrada no meu blog e a campanha apresurada. Ainda que resulte molesto e vergonhento, precisamos da colaboraçom económica de todas as pessoas possíveis para acadar essa cifra num praço  tam pequeno.  Já estám à venda os bonos de ajuda na Gentalha e existe um número de conta de Caixa Galicia para quem prefira esse método: 2091 0316 92 3000223595. Toda ajuda é importante, e teredes o nosso agredecimento.
Lembrade. manter aberta a Gentalha custa 10.000 €, calar a boca a Conde Roa nom tem preço.

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Maricrista 09: Estado policial? Noooooom… http://odemo.blogaliza.org/2009/04/05/maricrista-09-estado-policial-noooooom/ http://odemo.blogaliza.org/2009/04/05/maricrista-09-estado-policial-noooooom/#comments Sat, 04 Apr 2009 23:15:01 +0000 http://odemo.blogaliza.org/?p=1347 Em Sei o que podem ver algumhas imagens do Maricrista deste ano e em Gzvideos um excelente documento gráfico.

Retidos durante hora e meia por umha acçom nom-violenta, humorística e que no seu horário original nom coincidia no tempo com a escura procissom católica. A brigada de antidistúrbios (duas carrinhas!) só conseguiu isso: que os integristas com as figuras dos seus deuses tiveram que escuitar os nossos berros divertidos.  Depois de aturar alguns insultos por parte das “forças de ordem” (com voz baixa, claro) passeiamos pola zona velha e umha boa festa nas Duas.  So tenho umha terrível dúvida: Porque sempre remato disfarçado de cura?

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