Archive for 'Ciência' Category


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Fraudator multiplier

11 xaneiro 2007

É umha magoa passar dos peitos galeguíssimos de Ana Maria a um fraudador com apoio mediático.

Vai dous dias apresentou-se em Santiago de Compostela um fraude que supera o nível doutros "grandes" inventos (mais, e mais, e mais) da História da Humanidade, ou isso ou umha conha do pau do clássico gerador automático de artigos o do escándalo Sokal. O Mechanical Multiplier...

No dossier de Prensa nom fica mui bem explicado o aparelho. Segundo A Voz melhoraria a eficácia ou "rendimento dos sistemas mecánica", e se consultamos a cronologia seica pode criar elećtricidade..."canalizando a energia da gravidade". O dossier é já umha escolma de despropósitos:

Poderia seguir, pero seria perder o tempo. Levo dous dias procurando informaçom sobre o tal Oumar Haidara Fall em publicaçons científicas, revistas, listagens de artigos remitidos a universidades.... rem, nada. Se a máquina do tal Fall funciona como ele di teria que vir acompanhada dumha morea de trabalho de investigaçom para ultrapassar a meirande parte das teorias da Mecânica, a Quântica, a Termodinâmica e a engenheria aplicada.... nom existe nada. Tampouco há referências a dados e mediçons que avalem o funcionamento do aparelho. Um trabalho dessa natureza nom passa da teoria (que nom existe) até a aplicaçom pratica (que tampouco existe) em 13 anos... sem deixar traças nos círculos científicos e técnicos.

Quero pensar que todo isto é umha brincadeira argalhada para ridiculizar a desinformaçom e a incultura científicas dos jornais e medios de comunicaçom. Todo o material que tenho sobre o tema é tam ridículo que a única saida lógica e esta. E como dixo umha jornalista com algo mais de seso: "Se é um achádego tam importante e tam revolucionario... que é que o apresentam em Santiago de Compostela?".

Nota: Preferia ter mais fotos de galegas feitinhas dando que falar às velhas...

Novas:

Sobre o tema de máquina que tenhem um rendimento superior ao 100% Randi Diz:

This, as any child in high school is aware, is known as the Law of Conservation of Energy, a finding that has probably been tested, proven, looked into, held up to close examination, and thoroughly established again and again, more than any other basic law of the universe. Consider: if just one exception to this law were ever found, it would turn the scientific world upside down, and would reverse the millennia of discoveries about how things work.

Como todos, nom perder este artigo de Randi, que trata outro fraude de "energia gratis"

Para seguir co ridículo Berto achega a patente do aparelho: Nom é mais que umha cambota, um relé...

Mais sobre o "invento do século"

-La estampita Energético em Verbascum

-Xornalismo serio, opinion independente em Dias Estranhos

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Recomendando…

20 novembro 2006

Recomendar este artigo no Diario Ateista sobre a relaçom da Ciência e a fe.

(..)o real não tem qualquer tipo de conflito com o imaginário. O conflito surge quando alguém argumenta que uma fracção do seu imaginário faz parte do mundo real.

Um dez!

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Shelley & Tristan os cientistas

19 novembro 2006

Ei-la minha traduçom ao galego do artigo que referia vai dous posts. Se depois disto alguem pode achegar provas de que esse blog nom é umha conha... terei muito medo.

Se de verdade há gente que pensa assim nos EUA, ou melhor, gente quem de empregar um computar e escrever e que segue a pensar assim... terei muito meto. Mais já sabemos quem manda nesse pais.... pero tanto tópico teista junto... nom nom pode ser.

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Ciência: Porque funciona como a ditadura de Saddam?

Qual é o problema coa ciência hoje? Aprenderom-nos que o trabalho da ciência é descobrir os detalhes da criaçom de Deus e inventar bos produtos pero consumidor americano, mais que acontece com couas como o aborto, o neo-Darwinismo e a absurdamente falsa cosmologia do Bing-Bang . Como podem estas teorias beneficiar à humanidade quando contra contradizem explicitamente a verdade da Biblia? Nada bom pode vir das idéidas que apartam às gentes da verdade de Deus.

Hoje somos muitos os americanos que percevemos que o funcionamento das instituiçons elitstas que descidem o que é ciência e o que nom é imita mais ao da ditadura islamofascista de Saddam Husseim que a umha sociedade democrática.

[Pé de imagem: Os cientistas defendente que tenhem um processo chamado "revisom polos iguais" que lhes ajuda se decidir o que é verdadeiro e o que nom é. A base deste processo consiste em um grupo de auto-denominados expertos organizados imitando a um politburo soviético moderno. . É seu trabalho é aprovar a “ciência” que cumpre s com os objetivos políticos de seus mestres ideologicos de extrema esquerda. ]

A mairia dos críticos concorda com que Ciência está funcionando tremendamente mal. A sua missom original pervertiuse e agora so tenciona desafiar a Deus, ou ainda pior negar a existPencia de Deus. Porque a comunidade científica renega de Jesucristo, fundador do moderno pensamento racional e base todo o que bom na Ciência? A resposta é singela: Há umha malvada consipiraçom ateia que tenciona excluir o ponto de vista cristiam do trabalho científico.

Mais nom cumpre que acreditem nas minhas palavras, so tenhem que escuitar o que di o ateista e inimigo de Des inglês Richard Dawkins que escreve: " Um estudo sistemático de Benjamin Beit-Hallahm achou que entre os premiados nos Nobel científicos, assim nos de literatura, existe um grao de irreligiosidade muito mais alto do que nas suas comunidades de origem".

Continua "Um estudo na afamada publicaçom Natura por Larson e Witham de 1998 amosou que daqueles cientistas americanos considerados eminentes avondo como para ter sido elegido membro da National Academy of Science (equivalente a Royal Society na Grâ Bretanha) somente um 7 per cento acredetavam num deus pessoal. Este valimento da minoria ateista é justo o oposto do perfil da populaçom americana, onde perto do 90 per cento acreditam nalgum ser sobrenatural."

[Pé de imagem: Quem é Richar Dawkins? Richar Dawkins é um ex-prefessor da Universidade De Oxford (inglaterraa). Foi expulsado porque as regras da universidade requerem a toda a equipa de funcionarios ser cristinanos, porém Dawkins é bem conhecido polo seu odio a Deus. Dawkins tivo certa notoriedade quando nos 60 escreveu livro acientífico, "O Gene Egoista" no que espeta que a natureza pecaminosa do homem é insalvável pois todos posuem um gene para o egoismo. A maioria dos cristians rejeitam essa teoria pois a Biblia diz que Cisto morrou para nos salvar de todos os pecados, incluido o egoismo.]

Como vedes mesmo os cientistas admitem que já nom refetem a sociedade que financia o seu trabalho. A A ciência transformou-se um processo completamente antidemocrático, sem ligaçom com America. Em conseqüência, está produzindo resultados errados que podem ser facilmente refutados por qualquera com um conhecimento mínimo da Biblia.

Se se soupera de algumha outra área do sector público tam desviada do esprito de America seria umha vergonha nacional. Imaginam se a Casa Branca ou o Departamento de Justiça recusasse empregar cristians? Se a Academia Nacional das Ciências refletisse verdadeiramente as necessidades de América entom necessitaria ser cristiá num 90%. Nom se pode permitir aos cientistas discriminar à maioria do pais!

Felizmente, a nossa administraçom republinaca trabalha para amanhar esta situaçom. George W. Bush tem designado pessoalmente expertos tanto Ciência e no Cristianismo para importantes postos científicos. Estes agentes asseguram que as nossas instituiçons científicas ponham monstrem umha imagem mais moderada, melhor que a mensagem exclusivamente secular promovida polo partido democrático. Como sempre, os liberais tentaram frustra o nosso bom trabalho.

Vai um ano a comunidade científica liberal sentiu-se ultrajada quando escuitarom que o novo demócrata Republican George Deutch aconselhava à NASA sobre alternativas à Teoria do Bing Bang. Que tem isso de malo? Os cientistas teriam que aceitar que essa teoria pode estar errada. A Ciência nom pote ter a mente um pouco mais aberta? Coidam os cientistas que som mais inteligentes que Deus?... alomenos isso é o que aparenta.

Mais já podemos contar algumhas vitorias. Por ejemplo, umha recente publicaçom do Discovery Institute pode mercar-se na meirande parte das tendas de agasalhos perto do Gram Canhom. Muitos libeiras pensam que foi criado por um processo de erosom que levaria muitos milhons de anos. Mais a Biblia demonstra que a nossa terra e muito mais nova do que esses geologos de palla pensam. A publicaçom de Discovery explica como o Gram Canhom nasceu da enchea de Noe e emprega citas bíblicas avondo comopara afundir essa importante teoria científica.

Os cientistas adoitam reagir mal quando alguem tenciona um achegamento equilibrado que presente as duas teorias sobre a origem do Gram Canhom, mais nós como Republicanos temos a obriga de restaurar a Democracia no processo científico. Que pode ser melhor para a Ciência que aceitar as verdades comuns e universais da Biblia?

Vosso em Cristo

Tristan J. Shuddery

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Alucinando

17 novembro 2006

Estou completamente alucinado por esta entrada no afamado blog Shelley The Republican. Saltara esta página à fama internacional nom vai muito por um artigo sobre o satánico-inimigo-de-america-e -comunista Linux (versom em isolino no Gug). Agora continua coa sua "cruzada" falando da Ciência e dos cientistas, esses malvados apartados de Jesus... Ainda estou secando as bagoas do riso. Se depois de esta série de argumentos circulares, topicos integristas e sátira anti-americana alguem pode duvidar de que esse blog é umha brincadeira... colho medo.

(Se tenho tempo passo ao galego, que vem paga)

Nota: Nom vos perdades como edita o meu trackback :

 

[comments edited for being in an unAmerican language, hateful to jesus]

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Histórias Terríveis I (Niels Henrik Abel)

15 novembro 2006

É mui habitual escuitar no eido da literatura, da poesia ou de outras artes "humanísticas" terríveis histórias, mui románticas isso sim, de triste vida e morte de sobranceiros autores. Desde a recurrente amada morta ou esquiva, polo que o coraçom do poeta gorenta até as enfermidádes terríveis (pero com sentido da estética) que corroem corpo e ferram a alma do nosso heroi. Toda essa parafernalia adoita empregar-se para, no caso de autores de qualidade e sona, justificar e grorificar a sua obra, ou bem quando falamos de pessoeiros de pouca largura para tentar dotar à sua obra dumha profundidade que doutro jeito nom tem. Esta ferramenta ou recurso é mui comum nas "letras", mais quase desconhecida na Ciência. Poucas veces topamos com um índice, ou sequer umha pequena biografia, quando estudamos a obra dos físicos, químicos ou matemáticos. Pode que isto sexa consequência da impessoalidade propria da Ciência: Os conhecemento científico é um trabalho de grupo, e o resultado transcende ao seu criador. As obras dos cientistas som mais universais que as suas biografias e ao referir sempre a umha realidade esterna ao proprio investigador estam muito menos ligados a ele que umha poesia ao seu autor.

Todo o anterior causa que o cidadam meio tenha na mente umha mui reducida escolha de datos biográficos dos poucos cientistas que som figuras já populares: Einstein, Newton, Arquímides.... E ainda assim é muito mais provável que poida aportar informaçom sobre a vida (e desgraças) de Lorca que de Einstein. Isto nom tem porque ser mau, como já dixem a obra do investigador sempre é mais importante que as condiçons ou o transfondo no que foi criada. Os estudantes de ciências nom precissam conhecer muitos datos da biografia de Gauss para saber que foi um homem escepcional, cecais a maior das mente humanas que existirom e existirám, a magnitude, a qualidade e a universalidade da sua obra falam por ele mais que o que qualquer dato biográfico. Isto vale para alguem que poida entender ou alomenos ter umha panorâmica da obra de Gauss, porém para o homem da rua o nome de Gauss pode ser so um pequeno recordo da sua ensinanza secundaria, mais seguro que muitos poderiam dar algum dato suprendente de por ejemplo Mozart, afirmando que aos cinco anos já componhia pequenos minuetos... poucos sabem que Gauss corrigia erros nas contas do seu pai com três anos, ou que com 14 anos já escrevera um dos principais teoremas das Matemáticas.

Todo isto vem porque o outro dia estava lendo umha biografia do norueguês Niels Henrik Abel, um dos matemáticos mais grandes do século XIX. Os seus achádegos criarom a geometria e a analise matemática moderna, e qualquer matemático ou físico está familiarizado coa sua obra em teoria de números. Abel nasceu em Noruega na ilha de Fino, perto de Stavanger. Filho dum pastor rural numha casa que já dera outros seis pequenos. A teima da sua nai levou ao neno a assistir a escola local, a muitos kilómetros da sua casa. Um dos seus professores reparou no seu talento para as matemáticas e deu o pulo deifinitivo à sua carreira, proporcionou-lhe as obras de Newton, Lagrange e Euler e o rapaz leu-nas e comprendeu-nas aos 16. O seu pai morreu dous anos depois, e só a ajuda de vizinhos e amigos salvou a vida à familia, e a generosidade da vila e de um dos seus professores da escola, o senhor Holmboe, permitiu que Abel entrara na Universidade de Oslo em 1821. Em 1823 já publicava as suas investigaçons, entre elas primeira soluçom do problema da tautocrona e outro sobre insolubilidade da equaçom geral de quinto grao polo método dos radicales. Este último trabalho de Abel era a resoluçom a um problema de quase 300 anos, pero os problemas económicos da Universidade de Oslo obrigarom ao matemático a pagar do seu peto a publicaçom do trabalho.

Abel decatara-se cedo de que a Noruega do século XIX quedara pequena para o seu talento matemático e coa ajuda de amigos e professores da universidade conseguiu umha bolsa estatal para umha viagem às principais universidades europeias. E vai um século e meio o tema de solicitar bolsas estava tam complicado como agora, ou mais. Mais ao final Abel partiu de Noruega caminha a Berlim, a sua primeira para. Alí tivo a sorte fazer amizade com August Leopold Crelle, um matemático novo cheo de entusiasmo. Como ele fundaria o Journal für die Reine und Angewandte Mathematik

a primeira publicaçom do mundo completamente adicada às matemáticas. A chegada a Berlim (e o contacto coas tendências matemáticas eurpeias) seria um choque para qualquer cientista norueguês, educado na tradiçom clássica das matemáticas do século XVIII, mais Abal tardou bem pouco tempo em recolher os trabalhos de Cauchy e a filosofia de Gauss e adaptar todo o seu génio ao novo sistema, mais estrito coas demonstraçons formais. Boa prova dessa rápida adaptaçom é o seu trabalho sobre a serie do binómio. Tam influenciado estava pola corrente de pensamento de Gauss que enviou umha cópia do seu trabalho sobre a equaçom de quinta orde, mais a mala sorte comezou a trabalhar contra Abel: O génio matemático de Göttingen transpapelou a carta e nom chegou a le-la, topou-se trinta anos depois entre os seus papeis, se chegar a romper o selo.

Apenado pola falta de resposta de Gauss o norueguês marchou à França, en contra das recomendaçons de Crelle. Abandonou a Alemanha justo quando o círculo matemático berlinês comezava a estudar o seu trabalho e a marevilhar-se da sua genialidade. Em París falou com figuras como Cauchy ou Legendre, mais nom chegaram até alí as novas sobre os seus trabalhos na Alemanha e em Noruega e certo medo de Abel a fazer o ridiculo diante tam importantes matemáticos cortou-lhe à hora de amosar-lhes os seus decubrimentos. A influência do seu bom amigo Crelle ofrece-lhe umha praça de docente para complementar a bolsa, mais Abel prefire centrar-se na sua obra mestra: Mémoire sur une Propriété Général d'une Classe Très Etendue des Fonctions Transcendantes. Mandou o manuscrito à Academia da França, quando os seus fondos estavam a piques de esgotar-se. Pero um último golpe de mala sorte, melhor dous, rematou por decidir o seu destino: A Academia encarregou o trabalho de revisar o livro a Cauchy e a Legendre. O primeiro transpapelou os papeis, nom se sabe bem como, e nom reaparecerom até 1841, mentres que Legrende sufriu um pequeno accidente de carro os papeis botarom-se a perder baixo a chuva. Cada um dos matemáticos pensou que o seu colega tinha a copia bem guardada e como nom era preciso que os dous emitiram juiço (e estavam mui ocupados) nom se molestarom em recupera-las. Abel, quase arruinado, aceptou de novo a hospitalidade de Crelle em Berlim e passou esse inverno aló. A mala alimentaçom em Paris e o tempo berlinês propiciarom a tuberculose.

Nom puido aturar mais e regresou a Noruega, onde tinha espranças de ingresar na Universidade de Oslo, pero outra vez a pouca comunicaçom jogou na sua contra: Os seus trabalhos no continente nom chegaram ao Norte e tivo que subsistir dando aulas privadas e com ajuda dos seus antigos professores entrou como interino. Pero nom por isso deixou a sua mente de trabalha, centrou-se no campo das integrais elípticas e revolucionou a analise matemática nesse eido. Isolado da Europa desconhecia que os seus trabalhos já eram clássicos e que o seu novo já era comparado co de Gauss e Cauchy. Perto do vrao de 1829 Abel finava pola tuberculose da que enfermara nas suas viagens, poucos dias depois chegava a sua humilda casa cartas de Crelle e comunicaçons das principais universidades do mundo: París, Berlim, Göttingem... todas tinham umha praça para ele. Pero era tarde.

O proxima dia falarei de Galois, que é mais trágico...

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An Incovenient Truth

4 novembro 2006

Tenho muitas ganas de ir ver este filme, nom passa desta semana. Para quem já o vira e queira complementar com algúns artigos divulgativos (com um nivel mais "baixo" do habitual) recomendo o monográfico da Scientific American (Investigacion y Ciencia em castelhano) sobre o tema.

Gostei de jeito especial do artigo de Scolow e Pacala, tanto que procurei o artigo original em Science (Stabilization Wedges: Solving the Climate Problem for the next 50 years with current technologies). Pero nom fai mais que constatar umha cousa que tinha claro dende vai muito tempo: Pretender aunar conservaçom do meio, o sistema capitalista e o livre mercado nom é possível. A proprosta de Socolow e Pacala e mui boa, mais parte da base equivocada: Nom podemos fazer nada melhor que estabilizar a situaçom, pois nom podemos sacrificar o "direito dos menos desenvolvidos" a ter o nosso nivel de vida. Cumpre perguntar-se se nós temos esse direito, se nom vai sendo hora de abrir os olhos e comprender que nom podemos seguir crescendo, que a aceleraçom económica constante nom é possível e que o sistema económico actual é umha bomba que está esgotando o tempo.

A proposta de cunhas de S&P é um penso mais na ferida ao mundo, um novo adiamento da soluçom. Eles mesmos afirmam que o seu sistema daria 50 anos mais a Humanidade para seguir co seu actual sistema de vida (e de desbote) para entom enfrontar o verdadeiro problema, com mais consciência. Coido que nom temos que agardar 50 anos, estamos num ponto de nom-retorno e a meirande parte dos cientistas coincidem em fazer algo já. O sistema das "7 cunhas" permite seguir crescendo e manter o livre mercado mantendo a concentraçom de CO2 por debaixo das 560 ppm, mais isto nom deteria o aquecimento global, so o estabilizaria. Implementar mais de 7 cunhas é "duro de mais" para umha economia competitiva, assim... qual é a soluçom? Nom fai falta ser um genio...

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E como diantres furrula um Theremin?

13 outubro 2006

Eu som umha pessoa de palavra assim que aquí tedes umha resenha sobre o funcionamento do Theremin ou Aerofono.

O mais chamativo deste instrumento e que produz um som sem o thereminista "toque" o aparelho. Como dim em algumhas páginas que visitei para informar-me "e umha música composta no ar", mui poético e mui bonita, pero a eplicaçom científica (e para alguns mais prosaica) desminte o mito de que o instrumentista nom toca ou actua físicamente co aparelho. Há muitos jeitos nos que um objecto pode interactuar com outro, e umha delas é o electromagnetismo..

O Theremin emprega um dos fenómenos fundamentais do Electromagnetismo: O meio polo que as ondas viagam afeita ao seu comportamento. As Equaçons de Maxwell que regem o seu comportamento dependem da natureza e as propriedades do espaço. A corrente que circula polos dous mandos do Theremim cria um campo electro-magnético ao redor do aparelho, a forma, intensidade e comportamento desse campo dependem dos objectos que tenha ao seu redor, e de como modifiquem estes as propriedades E-M do espaço: Os mobles, a humidade do aire, o mesmo corpo do thereminista... Todos experimentamos um fenómenos parecido quando tentamos sintonizar umha TV de jeito manual, ou se alguem passa parto da antena... a sintonizaçom melhora ou empeora. Quando o músico achega as maos aos paus do Theremim está a interferir nesse campo E-M, provocando umha resposta que o aparelho interpreta como um cambio de octava ou um aumento no volume do som.

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Crítica à falsa humildade

22 agosto 2006

Estava escrevendo um comentario no blog de Mendinho e decatei-me de que já era mui longo, tanto que o melhor era fazer um post do tema.

É nova destes dias nos medios de comunicaçom a Concresso Internacional de Matemáticas. Em todas as novas que escuitei sobre o tema, em medias generalistas, repite-se que a "estrela" do Gram Simposium é o russo "Grisha" Perelman e a sua soluçom à Conjectura de Poincaré. Também se fala muito de que Perelman nom assistiu ao congresso, e o seu comportamento eremita e solitário, e nas últimas horas ruge-se que se lhe concedeu a Medalha Fields, o mais alto prémio no mundo das Matemáticas, e que ele rejeitou o galardom. Disse também que é um ejemplo de "humildade" (E nalgum caso tentando enfrentar isso à mítica "actitude de superioridade" dos cientistas), e eu penso que todo é umha parvada como umha casa, e que Perelman é um parvo e um mal cientista.
Sem falar da sua aportaçom às matemáticas a actitude de Perelman rejeitando a "glória" do prémio Field nom fai muito bem à comunidade de cientistas. Numha disciplina como as Matemáticas na que a Comunidade Científica empurra aos seus membros cara um comportamento de eremita, fomenta o estranhamento da realidade e a adopçom dum modelo de comportamento asocial que umha figura tam afamada rejeite compartir o seu tempo num simposium mundial com os seus colegas e difundir de jeito pessoal o seu trabalho é preocupante. E que os seus colegas fagam brincadeira do tema e digam que é "algo normal num matemático" é pior.

A Ciência actual cria froitos da colectividade e do trabalho conjunto dos cientistas, a única disciplina (e umha das fundamentais!) que segue promocionando a figura do investigador e genio semi-autista como um heroe é a Matemática. Dacordo que a predisposiçom mental que precisa as Matemáticas tende ao isolamento, mais nom se está perdendo a oportunidade de implementar novas formas de trabalho matemático? Evoluir dende a Ciência individual feita por "genios" (propria do século XIX) a um modelo no que as Comunidades Científicas fagam algo mais que fixar o paradigma a posteriori?

Diz os seus ex-companheiros do Steklov Institute que Perelman abandonou a sua cátedra nele e leva três anos vivindo coa sua nai em Sam Petersburgo, estranhado dos círculos científicos e sem entablar contacto com outros matemáticos. Emergeu do ostracismo uns anos depois com umha proprosta de soluçom para o Problema de Poincaré (Realmente para o mais geral que é a Conjectura da Geometrizaçom de Thurston), fizo umha pequenha campanha polos EUA e volveu ao seu retiro. Perelman rejeitou o prémio da European Mathematical Society e invitaçons de universidades de todo o mundo para falar do seu trabalhor, dar aulas magistrais e trabalhar em projectos do mais alto nivel. O comportamento asocial e pouco cortês de Grisha e pressentado como umha mostra da "excentricidade propria dos matemáticos". Coido que nom é um excêntrico, é um tolo. Um génio tolo da caste da mitologia clássica da Ciência, como Grothendieck, ou outros. E também coido que a Ciência nom precisa de esses modelos de comportamento e que deve rejeita-los para sempre.

Na cultura comum que liga a todos os cientistas do mundo, sem ter em contra a sua origem geográfica, étnica ou "cultural", as figuras dos "escêntricos" genios individuais som um referente mui forte. E na pouca história da Ciência que estudam os legos no tema fala-se da evoluçom da mesma como a sucessom de biografias de "Grandes Homens de Ciência". Na mente colectiva vivem os mitos de gigantes com nomes e logros que dam vertigem: Gauss, Euler, o mesmo Poincaré... Cientistas ou matemáticos "para todo" que dominavam todos os campos do conhecimento humano, com capacidades quase "mágicas" e vidas proprias dum romance. Até bem entrado o século XX a mitologia destes "genios" é o comum denominador, e quando um individuo como Perelman fai um achado desta magnitude e perpetua a imagem deseguida os jornais, e os prorpios cientistas nom duvidam ao entronca-lo coa caste eterna dos "genios tolos".

Pois nom, a historia da Ciência nom é essa. A Ciência nom se move polos designios dos egos superlativos duns poucos, se nom polo trabalho de séculos de toda umha comunidade de cientístas, muitos deles anónimos, que investigam, provam, desenham e repitem umha e outra vez os modelos, as teorias e as experiências. Dacordo que existiu umha era na que, pouco depois de sair da Idade da Escuridade promovida polas religions, o trabalho duns poucos cientistas ajudou a superar um milenio de superstiçom e crenças absurdas, pero a época na que um so ser humano podia fazer avançar à Ciência (e com elo à Humanidade) passou vai séculos.

Hoje a Ciência, mais que nunca, é froito do intercambio de informaçom entre os cientistas, das dinâmicas das CC (Comunidades científicas) e da posta em comum de habilidades e conhecementos. O trabalho de Perelman é froito de um século de investigaçom e acumulaçom de propósitos sobre a Conjectura de Poincaré, sobre os que o russo deu o último (e genial) passo. Niguem pom em dúvida a sua genialidade, pero também a ele lhe cumpria ser humilde (humildade de verdade) e admitir que nada do que fizo seria possível sem muitos outros matemáticos. Rejeitar o premio da sua Comunidade Científica nom é um acto de humildade, é pura presunçom, é Perelman quem tem que estar agradecido e rendir homenagem a todos os outros matemáticos, que configuram a rede sobre o que o seu trabalho pode nascer. Rejeitar conviver e intercambiar experiência cos outros iguais significa afirmar que o trabalho dum é independente e superior ao afam colectivo de milheiros de pessoas que adicam a sua vida ao mesmo. E isso é nojento.

Perelman nom é um genio, nem um humilde ermitanho. É um presuntuoso, um snob, um creido ou bem um tolo. E a Ciência nom se construe com individuos como esse.

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Evidências da Existência de Matéria Escura

21 agosto 2006

Cientistas da NASA e da University of Arizona publicam evidências da existência da Matéria Escura

(Origem da Imagem Univesity of Princeton)

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Local/Global

11 agosto 2006

Nom quero com este post que segue aportar a minha ideia sobre a autoria ou a existência de umha trama organizada detrás da vaga de incendios (provocados) que sofre o nosso pais. Tenho as minhas opinions bem formadas sobre o tema, pero escusa dizer que nom aportariam nada novo a um debate que já pouco tem de civilizado. Por outra banda nestes casos nos que de súpeto xurdem processo complexos nos que se entreve umha pseudo-estructura organizada nom pode um deixar de pensar no que a Ciência, e concretamente a Física, tem que dizer. A teoria das catástrofes de Whitney e Thorn, a teoria das bifurcaçons de Andrónov, as celdinhas de Bénard os processos nom caotizáveis ao principio de Boltzmann...
É umha acusaçom mui forte dizer que detrás de todo o que está a passar há umha intencionalidade política, mais eu confio em que quando a justiça investiga esta desfeita muitos veremos confirmadas as nossas suspeitas, pero o que nom se pode negar é que a posteriori o PP está empregando o infortúnio dos demais no seu benefício. Pero também é evidentente que articular umha trama criminal de este nivel resulta um perigo co que nengum partido político actual está disposto a jogar. Se descartamos as razóns políticas topamos que os outros motivos nom som dabondo para fornecer a criaçom de umha trama global de queima do nosso monte. Razons urbanísticas, de vingança pessoal e semelhantes nunca procurariam umha actuaçom tam grande e tam vistosa, seria contraproducente e a monomania incendiária é algo tam individual e individualista que nom tem senso pensar em umha organizaçom nacional de pirómanos unidos.

E entom? Rejeitadas as causas que podem criar umha estructura incendiaria organizada, como se explica essa sensaçom que todos temos de que há algo mais que outros anos? O emprego de aparelhos incendiários caseiros nom é algo novo, pero os paraquedas diseminados som umha refinaçom diabólica, os lumes espelho (acendidos nos bordes das autoestradas) tampouco som um invento deste ano pero agora som sistemáticos, e o cerco continuo às grandes urbes resulta estarrecedor. No momento em que já se fala de lumes prendidos arredor dos grandes aeroportos do pais ninguem pode negar de que, alomenos, o guiom semelha apontar a um comportamento concordante com umha planificaçom. Há entom umha estructura dos feitos que aponta a um plam incendiário, pero a dia de hoje nom temos provas de que os agentes incendiarios conhecidos esteam realmente organizados.

Falando de organizaçons, temos claro do que falamos quando empregamos essa palavra? De jeito singelo podemos visualizar umha organizaçom (incendiária neste caso) como umha serie de pessoas interconectadas, com um fin ou fines comuns, que se ponhem dacordo para implementar acçons colectivas para acadar esses fins. Para este processo resulta fundamental intercambiar informaçom, planificar com anterioridade, definir objectivos, etcetera, em resumo: umha organizaçom (definiçom circular, já sei). Por outra banda qualquer pessoa que vivira no mundo occidental nos últimos cinco anos está mais que farta de escuitar aos media do sistema (e aos comentarias e tertulianos desses mesmos media) falar do sistema celular de Al Qaeda. Umha e outra vez os espertos de turno escrevem centos de artigos sober a "diabólica" diligência com que os grupúsculos da organizaçom actuam, sem depender ou intercambiar informaçom precisa com o resto da rede. Individuos com anceios e odios comuns reunem-se de jeito local e traman contacto empreando internete com o material e o fornecemento moral que ofrece a khimaira ideológica yihadista. As células som estancas e cumprem os seus objectivos locais sem informar a umha supra-estructura (que semelha nom exister) e servindo de futuro exemplo a futuros grupos. As acçons individuais a nivel local (devidamente amplificadas polos medios do suposto "inimigo") confluem para acadar os objectivos globais a nivel mundial da rede. E dizer, actua como umha organizaçom pero mimizando o intercambio de informaçom dentro dos membros. Pero o caso do que falamos agora é mais particular e estranho: Al Qaeda é umha referência e umha fonte de informaçom e base para as células independentes e isoladas, pero existe essa transferência de datos (de ordenes, de guia) que se pode constatar e detectar; pero no caso galego nom há (polo de agora) provas de umha organizaçom previa. De que estou falando entom? Do caos e da Auto-organizaçom.

Seguide-me agora num intento de modelizar a situaçom previa à vaga de lumes. Partamos dum nivel ultra-local, à procura das motivaçons que podem levar a um campesinho anónimo a sacar o chisqueiro e prender as mateiras. Vinganças (pessoais ou generacionais), limpar o mato aforrando trabalho, reconverter umha zona forestal, preparar umha pista para caça... e muitas mais froito das dinâmicas proprias da economia rural. Pero dano (falando em termos de superficie quiemada) que pode fazer um individuo a este nivel é minimo, se calhar certa porcentagem destes pequenos incendios extende-se (por descuido, por falha de cálculo, por azar) pero nom abonda. Quem fala a este nivel de campesinhos pode falar dum membro dum retem ou um bombeiro que perdeu o seu trabalho ao aplicar-se medidas contra o enchufismo, ou urbanitas com ansias de danar as propriedades rurais dum "inimigo" (Ha!) . Se subimos ao seguinte chanço de "dano potencial" topamos cos caciques locais em avença cos especuladores inmoviliarios (a uniom pode ser tam forte que nom em poucos casos chegam a ser a mesma pessoa), que queimam faixas de terreno ajudados de acolítos.Pero estes siguem sendo intereses individuais, locais, centrados no micromundo do concelho, da parroquia. Nom há razom para um chimpo ao nivel nacional, porem como no caso anterior o azar pode produzir umha aumento de escala ao misturar a nefanda meteorologia, incendios deste chanço perpetrados de jeito simultáneo e nalguns casos confluência de objectivos dos actores deste nivel. Se queremos subir a um piso superior já entramos no que muitos camariam "conspiraçom": grandes empresas constructuras, intereses político-económicos a nivel nacional ou estatal, um nivel no que já nom se prende lume direitamente, transmite-se a ordem aos niveis inferiores e estes actuam (modificados polos seus proprios intereses). Poderia matizar mais isto, pero coido que todos temos já um esquema geral da situaçom.

A gran pergunta é: Como estos niveis, estos intereses individuais e colectivos tam dispares, egoistas, pessoais,(e no fondo violentos) dependentes de centos de factores podem dar como resultado umha vaga de incendios que semelham tam acompassados? E todo isto sem empregar canles detectáveis, até o de agora de tansmissom da informaçom. Como em duas pontas do pais os incendiarios acoradm arrodear de lume os aeroportos? Que dispositivo existe para que o lume asedie as autoestradas de todo o pais? Pois na minha cecais num fenómeno de triste auto-organizaçom social.

Simplifiquemos por um momento o modelo de niveis antes proposto. Imaginemos so motivaçons políticas para os lumes. Políticos a nivel de pequenas vilas adeptos ao partido da oposiçom, caciques da comarca... umha rede baixos e altos cargos políticos que vem que co cambio de governo/regimem perdem muito poder e topam que a Xunta é agora um inimigo a perxudicar. O actor político individual sabe que prendendo ele só lume nom influirá rem na imagem do bipartito, também sabe que nom pode cordinar com outros umha actividade desse nivel, e muito menos falar co partido. Cecais uns poucos prendam lume por algumha das causas antes citadas. Outros podem deixar de pensar a nivel nacional e centrar-se no nivel local: Prendem lume para fazer dano às políticas da Xunta no seu âmbito de influência, dificultar um pouco mais as labores dos serviços que luitam contra os incêndios estacionais. Quando os agentes pensam nos efeitos a nivel local as possivilidades de que actuem e prendam lume aumentam, num universo (sistema) com muitos agentes o número de lumes será significativo. A coincidência temporal nom é mais que o resultado de compartires espaço físico: A principios de agosto os incêndios prendem melhor, também há mais lumes "naturais" que enmascarem os delitos, ademais, todos os agentes asistirom a subestimaçom do risco por parte da Xunta (Que ninguem pense que com este artigo estou quitando culpa ao responsáveis de planificaçom, que há que ser mui sectario para nom admitir que meterom o soco). Temos pois umha serie de lumes provocados por razons políticas a nivel local, que dado o seu número afeitam já a nivel nacional, chega um momento em que individuos que nom prenderom lume na sua área pensam por medo a que os cacharam podem actuar com mais liberdade, o que aumenta mais o número de fogos. Chega pois um momento em que a estructura manifesta comportamentos de auto-organizaçom, agentes locais vislumbram os resultados globais e tomam decisons para gestionar os objectivos a nivel nacional: Cercar os aeroportos, prender lume de jeito sistemático nos arredoras das cidades, empregar sistemas complexos para os seus fins. Em pouco tempo os individuos que actuarom em um principio a nivel local ao nom poder organizar um plam geral constantam que estam obtendo resultados nos dous niveis, e seguem prendendo lume, agora amparados pola vaga incontável e os poucos medios para apaga-los. O momento crítico chega quando os agentes que só trabalham a nivel global (nacional) recolhem o sementado, empregando os incendios para atacar ao governo e sacar rédito político, nesse momento todos os niveis inferiores interpretam que o sistema (inexistente) está funcionando e que cumpre continuar. A estructura já está consolidade e fai mais dano que nunca.

O anterior é umha hipótese centrada nas motivaçons políticas, bem pode aplicar-se aos factores económicos (Que em realidade som os que criam os políticos). E a cousa nom tem que ser nestes passos, é só um exemplo. A esência é esta: Individuos actuando a nivel local, com mentalidade local, podem gerar fenómenos estructurados a
nivel global.

E um resumo melhor: Som todos uns filhos de puta.

O isomorfismo coa ciência bem agora (depois de umha note de sono). Na natureza temos muitos exemplos de fénomenoss auto-organizadosque nascem das acçons locais dos "individuos". Um ejemplo de comportamento individual que genera vagas e esquemas nivel social som os processos estudados por A.J.Lotka e V.Volterra, ou sistemas predador-presa, nos que os comportamentos nascidos do pensamento local (o animal a procura alimento) genera dinâmicas socias oscilanets. Os procesos de Bieloúsov-Zhabotinski som outro ejemplo. Um novo nivel o temos quando emergem estructuras disipativas: fenómenos macroscópicos de sinergia entre os microprocessos que criam comportamentos coperativos. Em Física falamos de transiçons de fase quando dende um sistema caótico passamos a um sistema ordenado, em estados muito alongados do equilibrio potencial.
O caso das celdinhas de Bénard é o melhor exemplo: Pode-se observar experimentalmente de jeito mui singelo: Umha superficie quente e uniforme( P.e. umha tijola ) na que se verque aceite mineral. O melhor é umha escala de 40:1 entre o radio da vasilha e o alto do oleo (20 cm contra 0.5 de aceite), mistura-se com o líquido limaduras de aluminiu. Vai-se quentando a superficie inferior de jeito uniforme com ajuda de auga quente, quando acadamos o gradiente crítico formam-se umhas celdinhas hexagonais muito bonitas. No centro das celdinhas o flujo convectivo do líquido move-se cara arriva, e baixa polas pareces . Em cada umha das celdinhas o processo é simétrico

Chuzame! chúzame -


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