Archive for 'frikismo' Category
Morreu Gary Gygax
4 March 2008Hoje finou Gary Gygax, o genial co-criador de Dungeon&Dragons.
Só dizer que graças ao génio deste homem passei momentos memoráveis na minha adolescência, e que ainda hoje podo desfrutar de todos os jogos e umha forma de ócio que é filha da sua mente.
Descansa em paz Gary. :_
chuzame - Frase da tempada em Lost
24 February 2008 
My name is John Locke and I'm the responsible for the wellbeing of this island.
-John Locke, Lost S4E04
Estou-me re-enganchado a essa série. E esta temporada está melhorando muitíssimo! (Igual que a metade da terceira baixava muito...) Com essas referências científicas (Minkowsky, Faraday...) e as mais frikis a Philip K. Dick...
chuzame - Regalo de Solstício atrasado
6 January 2008Nom há melhor regalo que o feito a mao, e esta ediçom de "An Even Scarier Solstice" com cracha co Símbolo Amarelo que me deu Victor é umha mostra.

chuzame - Luzes ambáricas e bolinhas de cores
25 December 2007Vai umhas semanas fum ver "A Bússola dourada", o filme descafeinado baseado nas mais que recomendáveis novelas da trilogia "Fronteiras do Universo"/A matéria Escura (His Dark Materials) de Philip Pullman.
A novela na que se basea é "Luzes do Norte" que eu lera lá polo 1997, em inglês coido. Nom vou falar dos ridículos e patéticos intentos da Igreja Católica por censurar o filme, isso nom fai mais que demostrar o acerto de Pullman em retratar o inmovilismo e a áncora mental que representa qualquer religiom, quero falar dum curioso erro de interpretaçom e de conhecimento científico que se manifestou no filme.
O mundo primo no que vivem os personagens a história do primeiro livro -e deste primeiro filme- é um reflexo evoluido da sociedade vitoriana . Umha sorte de "steam-future", umha forma de retrofuturo mui comúm na literatura do género. O ponto de divergência -outro recurso literário muito comum também, que sinala o intre que causa tanta diferença co nosso mundo- é a nom existência da Reforma protestande, convertindo-o num cisma do estilo de Avigno e co temgo a Calvino em Papa. Nesse mundo vapor e a fonte principal de energia, impulsado por gas natural -"o espírito do carvom"- e outros sistemas da época. Diverge da época vitoriana do nosso mundo em que os filósofos -cientistas- tenhem um conhecimento das partículas elementais comparável aos nossos físicos de partículas -teólogos experimentais no mundo do livro- e também no domínio da electricidade como fonte de energia. A cousa é que como recurso estilístico Pullman emprega o adjectivo "anbaric" (ambárico) como equivalente para "eléctrico", cousa mui lógica pois o nome "electrón" vem da palavra grega ήλεκτρον para essa resina. Foi o físico irlandês Johnstone Stoney quem escolheu esse nome para a partícula elemental, pois as propriedades eléctricas do mesmo ajudarom muito na história da investigaçom sobre a electricidade.
A palávra "ámbar" vem do árabe عنبر(ʻámbar), literalmente "o que aboia na agua". E originalmente era a palavra para o ámbar cinza -a secreçom biliar dos intestinos do cachalote- que aparece flutuando no mar e que se emprega para perfumaria co nóme de "cárabe". Nom sei mui bem como mudou o significado, mais agora é o mais empregado. Essa substáncia que os latinos denominava succinum é a resina fossilizada dalgumhas árvores de mais de fai quase 50 milhons de anos. Em resumo, que quando Pullman escreve "aparelhos ambáricos", "luzes ambáricas", "circuitos ambáricos", "energia ambárica" e "partícula ambárica" fala de aparelhos eléctricos, lámpadas, circuitos eléctricos, electricidade e o electron. Para mim é um recurso estético excelende, e de feito durante boa parte do século XIX os cientistas empregavam o adjectivo ambárico como sinónimo perfeito de eléctrico.
Ora o problema é falta de cultura científica dos desenhadores da estética do filme... quando eles lerom "ambárico" pensarom no material da cor do mel e nom nas suas propriedades eléctricas, assim que suponherom que o mundo da novela estava cheio de aparelhos compostos de enormes esferas azuis (!!) com efeitos visuais que imitavam o ámbar, dos que as pessoas tiravam energia dum jeito direito. Lembro que na novela insistiam em que a "luz ambárica" estava presente em alguns lugares, mas que preferiam as luzes de pavio -com alcol ou "espírito do carvom"- e o que nom existiam eram enormes carros arrastrados por bolas azuladas. Assim o que era pouco mais que umha referência ambiental mudou em elemento definitório da estética do filme...
chuzame - Politono já!
24 December 2007Au contraire de Ghanito eu sim considero que as drogas -ou algo semelhante- som parte fundamental da criaçom desta obra de arte:
POLITONO JÁ!
chuzame - Ficha de Fanhunter em galego (modelo isolo)
3 November 2007Seguimos coas frikadas, se nom é muita moléstia.
Sheamais e eu preparamos esta ficha para o mais afamado jogo de rol epico-decadente de narigóns antipapais da história. Assim que aquí tedes umha ficha de Fanhunter em galego (isolodelamuerte)
chuzame - As crónicas de Gáidil e a melhor moça do mundo
3 November 2007 Nom me digades que nom é bonitinho...

Já sei que me vai matar quando leia isto, que nom gosta nada "dessas parvadas románticas", mas hoje estou obrigado: Tenho a melhor moça do mundo. Onte chega a casa de fazer uns recados e da-me um regalo: As Crónicas deGáidil!
Umha recomendaçom a todo o mundo: Fazede pais ostia! E mercade este jogo! Nom só polo marco histórico que representa... O primeiro jogo de rol integramente em galego! -e que galego! Dentro da sua escolha normativa a redaçom do jogo está mui bem cuidada- O primeiro jogo de rol com ambientaçom "castrexa" que che permite narrar histórias numha idade de bronce mítica nesse Gáidil que é e nom é a Galiza castrexa mítica. A ediçom está maravilhosamente cuidade, umha qualidade abraiante -e mais num jogo de rol na sua primeira ediçom- e o preço remata com todas as escusas que poidades ponher. Desfrutade dele, nom só como manual de rol, também como livro!
Prometo que em pouco tempo terei preparada umha partida para fazer de Contacontos no mundo de Gáidil que Pablo, Nacho e Victor nos regalam. Obrigado polo seu trabalho e pola sua magnífica criaçom! Esse é o caminho (E nom sabes a "ilu" que me fai...)
chuzame - Tópicos
22 August 2007Folheando umha revista de Xorna topei com isto:
Que sea bonito, porfavor
Resulta increible, pero aún existen personas que se escandalizan por el simple hecho de que una chica camine por la calle con un maxibolso y unas gafas XXL. Es un simple ejemplo de la ignorancia existente en nuestro país en lo que a moda se refiere. ¿Qué es eso de que las gadas de aviador y las zapatillas allstar son de la época de mi abuelo ¿Qué me decís de comentarios sacásticos como que las uñaspintadas de rojo dan un aspecto vulgar y los maxibolsos son para llvar el pan? No pretendo ser superficial, per me resulta inevitable tener el deseo de mudarme a otra ciudad donde baja a la playa con un sobrero y una canasta no resulte motivo de burla. Gracias a Vogue cada vez más personas se adentran el mundo de la moda sin miedos ni complejos y quiero que la gente sepa que no hace falta 1.300 euros para llevar un bolso con estilo, ni unos Jimmy Choo para lucir unos fantásticos zapatos, sólo hay que tener personalidad y buen gusto. El año que viene comenzaré a estudiar periodismo, con la intención de especializarme en moda o en música, y todo gracias a Vogue.
Sobram os comentários, nom?
chuzame - Com isto nom se joga…
18 August 2007
A ver... que levamos 21 anos - e 30 desde aquela aberraçom de DeGuere- enrolando co do filme em imagem real do Dr. Strange, que "confirmaçons" como estas levamos centos...
Desde aquele guiom "a piques de estrear" de Bob Gale no 86 a Marvel nom fai outra cousa que dar voltas a umha adaptaçom do Feiticeiro Supremo... e nada. O máximo, o recente "moiion-picture", que gram qualidade, mas mui "Ultimate" para mim...
Polas sete luas de Munapor!
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chuzame - Como naquele anúncio da Play Station….
15 August 2007Esta semana fum muitas cousas:
Fum um druída escoto que guiou espiritualmente a um grupo de feros guerreiros polas Terras Altas e Baixas para unificarem os clans e lutarem contra os britanos, umha rainha nova num mundo consumido pola guerra que tramou para asegurar o futuro do seu filho como herdeiro, um engenheiro genético doente polas implicaçons morais do seu trabalho numha náve ateigada de Blade-runners e replicantes, um sequestrador aereo tai obrigado a actos contra a sua vontade e amedrentedo polo seu companheiro de delito... num aviom cheo de serpes, um adito ao crack em NY que escapa dum dum assalto fracassado e remata na churrascada do 4 de julho dumha comisaria de policias corruptos, um trabalhador dumha mina espacial adito a umha estrenha droga proporcionada por umha companheira de prospecçom à que chega a adorar como a sua nai a sua deusa e o seu dialer, o embaixador americano numha república bananeiroa durante a guerra fria...
Passei-no de medo em Tierra de Nadie!
chuzame - 