Category: lingua

«Como veo que no sabes hablar español, no me interesa. Gracias» Discriminaçom Galegófoba em Base (Compostela)

Podedes ler no PGL o último caso de discriminaçom por mor da língua. Poderia-se argumentar muito contra a actitude da responsável de quadro de pessoal da franquia de Base em Compostela. De base que os únicos bilingues reais neste país som os galegofalantes, os únicos que por força tenhem que aprender e empregar um idioma alheio na sua própria terra. Mas o tempo do diálogo passou, cumpre agir. Ainda que seja algo tam singelo como um correio, umha actitude de protesto, um boicote pessoa, umha difussom desta informaçom. Uno-me a Sechu com este correio enviado a: centro@base.net e
marketing@base.net . Claro está, riscando Base dos lugares onde poderia comprar.

Bo dia:

Escrevo como cidadam indignado ao ter notícia dumha discriminaçom em funçom de língua num dos seus estabelecimentos.

Informam os media que a encarregada de contrataçom na franquia sita no centro comercial Área Central de Santiago de Compostela, considerou nom válida para o trabalho ofertado a umha solicitante por esta ter empregado o galego em todo momento. Agravando-se a situaçom pola carência de modais da sua empregada que afirmou: «Como veo que no sabes hablar español, no me interesa. Gracias».

Como falante da única língua própria do país nom podo fazer outra cousa que empatizar com a pessoa que sofreu esta discriminaçom e agir em consequência. Dado que o emprego do galego para a comunicaçom parece ser um problema para a contrataçom na sua empresa suponho que também o será na relaçom com os seus clientes. Como consumidor absterei-me entom de comprar-lhes nada, e procurarei informar a todo o meu círculo de conhecidos da sua atitude, assim como difundir este caso por todos os médios.

Sem aguardar nenhumha rectificaçom pola sua parte, despido-me.

Fernando Trigo Chouzinho

Unide-vos!

HINIBICION EN EL PESEDEGA

HINIBICION

Via umha queridíssima amiga jornalista chegamos a esta monstra de HOUZAn ( O HOYGAN galego-português) numha nota de imprensa do PSDG…

Bloody Glory…

Seguindo o anterior post…



Após o “Verde Gentalha” o novo copinho na moda na Gentalha: O Bloody Glory!

Catadura moral

Nom perder esta nova viagem até os mundos de fantasia desse grupúsculo supremacismo conhecido como Galicia Bilingüe. Ante a maior demonstraçom de apoio à única língua própria do nosso país os enajenados pilingüism cuspem a sua raiva contra os manifestantes – com alguns argumentos emprestados, claro está- e com maravilhas como:

En esta otra, vemos gente de no muy buena “catadura”.
Anormal abundancia de barbas y pañuelos palestinos (kefia).
¿ Hablarán galego en Palestina ?.

Assim que levar barba ou kefia é um signo de no muy buena catadura. Umha outra demonstraçom do seu nível moral, s-ó comparável com as piadas e desqualificaçons por mor da apariência física que seguem na entrada, mui adulto todo. E como comentava Llik em Chuza: Eu non sei se en Palestina falan galego, pero en Galiza os palestinos si falan galego

Addendum: Como aponta Andrés Milleiro, nem quando empregam a sua ferramenta favorita -a demagogia- ao atacarem a Callón polo seu telemóvel (!!) sabem do que falam…
Para quem se poda amargar polas parvadas dos racistas de GB deixo um magnífico video da Festa do Dezassete, obra de Gzvideos:

HOYGAN AH MI GUZTA LA MUZIKA HAUSE

16042009

“Noche Hause”? Mistura entre o alemao haus (/haʊ̯s)/ ou do seu dativ hause ou do inglês house (/haʊs/) ? Analfabetismo discotequero?

A minha língua quero na tua boca

Inspirados no poema do amigo Igor Lugrís  na Comissom de Língua do C.S. A Gentalha do Pichel decidimos sacar este “kit erótico-lingüístico“: Camisola -com os primeiros versos do poema-, cuecas -com a língua está para usa-la– e um CD de cançons que seguem a temática. Todo a venda no centro social, como pack ou por separado.

Mentir é debalde.

“Si quisiese dinero escribiría diez temas en gallego y me forraría”

-Silvia Penide #

Antes de que chegue algum troll: Quando veja umha denúncia num julgado de Silvia Penide contra El Correo por difamaçom, falamos.

Promessas e realidades: Ocultaçom e enajenaçom do português na TVG t

Olhem a primeira nova deste vídeo, e os primeiros minutos do segundo:

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Há meses que os partidos da cámara galega acordarom facilitar a recepçom das TV’s portuguesas na Galiza. É umha reclamaçom histórica dos movimentos regeneracionistas: A possibilidade de ver mais canais da nossa língua  -indepentemente da qualidade dos conteudos- para assim normalizarmos entre a populaçom as outras variantes desta. De sempre ficou claro que o compromisso do governo de Madrid era nulo, e estamos a observar que o da cámara do Horreo é vácuo. Os mínimos obstáculos técnicos convertem-se em gargantuas titánicas, impedimentos insuperáveis. O ocultamento -e a obsessom com as mínimas diferenças- da realidade galega-portuguesa foi, e será, umha das ferramentas favoritas para o processo folclorista e minimizador da nossa língua; nom é novo.

Afinal a cousa é simples: Se os políticos podem fazer a foto metafórica, sem depois terem que fazer um esforço real para mudarem o cenário no que estám mais cómodos seguiram sempre essa integral de mínima energia, mínima muda, mínimo avanço.  Há meses já do acordo das TV Portuguesas, e agora chegam as escusas para adiarem o projecto. Até 2012 escuitaremos centos delas. Com todos eles diram que estám a fazer um grande esforço, um trabalho para nos ligarem com Portugal, para que Galiza aproveite o sua[________] – cá vai o eufemismo do momento para nom dizer a nossa única língua. com Portugal. As contas seram um 95% de energia para manterem o teatro e um 5% de trabalho,entendido como a energia empregada no objectivo . Porém desta as carautas do teatro político caem em cada telejornal da TVG.

O vídeo no começo desta entrada -que topei graças a galegoman– é a mostra ideal. Umha terrível notícia que está na capa dos jornais galegos e foi o centro da atençom mediática estes dias. E também umha notícia que tem como desgraçados protagonistas pessoas e famílias do outro lado da fronteira política do Minho. Reparem nas suas vozes sob a pobre locuçom da repórter: Falam a nossa língua, som totalmente inteligíveis polo público galego. Pode que algo do seu sotaque nom coincida co nosso, mas som traços mínimos e que só som insalváveis se som observados sob umha lupa de prejuiços ou de interesses espúrios. Cubrir a voz que fala a nossa língua para a enajenar nom é compatível com um compromisso de “achegar Portugal”. Minutos depois no mesmo vídeo sae umha nova sobre o aniversário da constituiçom-farsa do Estado espanhol e o dia de “portas abertas” no congresso de Madrid. As declaraçons som em castelhano, nom som dobladas, algumhas som totalmente ininteligíveis, dialectais, com marcado sotaque e em registro coloquial. Eu, que sou umha pessoa educada em castelhano -graças ao bilinguismo harmónico– e com umha educaçom superior tenho verdadeiras dificultades para as entender. A TVG nom considera nescesárias as legendas, nem a dobragem, neste caso.

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[Mais umha mostra; está mal cortado aguardem uns segundos]

“Os galegos nom entendem, percevem como estranho esse sotaque” Diram os minimizadores, os folcloristas. “A palavra tal, a palavra qual, nom existem nas falas galegas, é outra língua” e toda a compilaçom de argumentos isolacionistas que conhecemos todos podem ser empregadas cá. Que choque, contra as vivências de milhons de galegos de todos os tempos -que a comunicaçom fluente, em bom galego, isto é, em bom português é o natural se um tem um mínimo de cultura e conhecimento da dimensom mundial da nossa língua-  nom importa, mentras tenham a capacidade de manter a farsa. Muitos dos sotaques do espanhol peninsular divergem do estandar escolar, e do castelhano imposto na Galiza, e mais ainda algumhas versons de America do Sul, mas isso nom importa: Os galegos, como os espanhois, recevem as liçons audio-visuais que lhes permitem reconhecer os traços dessas línguas ampliar a sua comprensom. O cerebro humano é umha máquina adaptativa maravilhosa, e mais nas crianças. Se o discurso minimizador e desvalorizador da língua quer sobreviver está obrigado a ocultar, furtar, enajenar a língua portuguesa nos médios. Os critérios nom som a claridade do discurso – um falante vulgar, com problemas de dicçom, apressurado tem que tem que ser legendado, na Galiza, em Portugal, em Espanha ou em Sudam!-  ou a capacidade do real do telespectador para entender: existe umha petitio principii isolacionista, e a realidade nom importa.

Em resumo, um exemplo mais de como as ferramentas de normalizaçom linguística -n.c. TVG- som empregadas como plataforma para manter a impostura contra umha visom regeneradora da língua. Umha mostra de que a vontada política é umha nuvem de perfume em dissoluçom, na que só podem acreditar os fies ( ou fanboys) de cada confissom parlamentar.

+ Esta quinta, 11 de Dezembro às 20:30 na Gentalha do Pichel temos umha palestra sobre a recepçom das TVs portuguesas na Galiza. Santi Moronho, Xavier Alcalá e Heitor Canto achegarám um perfil técnico sofre a situaçom real. Obstáculos técnicos ou políticos?

+ Cuido que para saber mais nada melhor que a listagem de novas sobre o tema em Chuza!.

+ Também mais informaçom na plataforma do MDL.

A escuitar: Still…You Turn Me On-Brain Salad Surgery

Marisol Strike Back!

Galicismos recentes…

Jogemos à RAG todos juntos!

Chimpo, pinchacarneiro, reviravolta e foge-foge!

Se miras para trás és um aportuguesado!

O único que importa é termos mais xalexo!

Nom atendas a critérios, nom sejas revirado!

Chimpo,pinchacarneiro, reviravolta e foge-foge!

Que importa o tempo que leva galicismo?

Nos dicemos “o bricolaxe” e ficamos tam contentes

E seguir o senso comum é agora um! lusismo!

Chimpo, pinchacarneiro, reviravolta e foge-foge!

Joguemos à RAG todos juntos, até podes levar quartos!

“Chantaxe”, “potaxe”, “sabotaxe”, “trucaxe”, “colaxe”

Nom! “Bricolaxe”!

Chimpo, pinchacarneiro, reviravolta e foge-foge!