Lia hoje pola manhá um artigo que opinava sobre as diferentes distribuiçons de estudos entre os governantes de China e os EUA (e outros mais). O autor quer tirar disto conclusons mui fisgadas, como que o perfil inclinado cara o direito dos governantes americanos influi na «sua defesa dos direitos humanos» mentres que o perfil «técnico e cientista» dos chineses fai que se importem menos destes. O facto de que os direitos humanos som violentados em igual ou superior medida polos EUA que na China nom se tem em conta. Porem a informaçom sobre os estudos dos políticos das duas super-potências pareceu-me muito interessante, e levou-me a umha pequena investigaçom sobre a formaçom dos nossos políticos e dos do estado espanhol.
Presidente del Gobierno y Jefe del Consejo de Ministros
Jose Luís Rodríguez Zapatero
Licenciado en Derecho
Vicepresidente Primero, Ministro del Interior y Portavoz del Gobierno
Alfredo Pérez Rubalcava
Doctor en Ciencias Químicas
Vicepresidenta Segunda y Ministra de Economia
Elena Salgado Méndez
Doctora en Económicas e Ingeniera industrial
Ministra de Asuntos Exteriores y Cooperación
Trinidad Jiménez Garcia-Herrera
Licenciada en Derecho
Ministro de Justicia
Francisco Caamaño Domínguez
Doctor en Derecho
Ministra de Defensa
Carme Maria Chacon Piqueras
Doctora en Derecho
Ministro de Fomento
José Blanco López
Estudios de Derecho sin terminar
Ministro de Educación
Ángel Gabilondo Pujol
Catedrático de Metafísica
Ministro de Trabajo
Valeriano Gómez
Licenciado en Ciencias económicas y Empresariales
Ministro de Industria y Comercio
Miguel Sebastian Gascon
Doctor en Economia
Ministra de Medio Ambiente, Rural y Marino
Rosa Aguilar Rivero
Licenciada en Derecho
Ministro de la Presidencia
Ramón Jáuregui Atondo
Licenciado en Derecho y Perito industrial
Ministra de Cultura
Ángeles González-Sinde Reig
Licenciada en Filologia Clásica y estudios de Cinematografia
Poucas conclusons que tirar destes dados. Se calhar que no Estado Espanhol segue-se a tônica da política moderna da onipresença de estudos de direito. E que na Galiza cumpre-se a norma de que por mui preparados -e surprendentemente em concordância com os seus postos- que estejam, se os indivíduos som uns incompetentes o resultado nom varia.
Reparem neste twitt (chío) do senhor Alcalde de Lugo, do que me avisa Maria Yáñez. Interrogativa aberta com «¿» (que nem na norma galego-espanhola da RAG existe, mas que em casos excepcionais), interrogativa acentuada (como em espanhol) e umha estranha forma verbal «venhe» que nom registra nenhum dialectólogo -e menos em Lugo-. Como bem diz ela os galegos só temos duas opçons: Ler os nossos políticos da sua própria mão com gralhas, ou ler o que escrevem os seus community manager… com gralhas também.
Já se escreveu muito sobre o pobre galego dos nossos políticos, sobre que o único modelo oral que sai na TVG -com relativo prestígio- é um castrapo gramatical, léxico, fonético e expressivo – mirem se nom o anterior twitt do alcalde, com um «oido cociña»-. Já sabemos todos que as elites com voz na Galiza carecem de qualquer registro de galego culto, e quando há, é um decalque do mesmo registro no espanhol. Que isso seja conseqüência do analfabetismo, o desleixo ou dum plano mais claro de insultar-nos a todos, fica ao gosto do leitor.
O meu irmao indicou-me umha bem curiosa semelhança entre os clubes de basquetebol Club Ourense Baloncesto, da cidade das Burgas, e os Utah Jazz, do estado pataqueiro dos EUA. Nom falava do nível de jogo das equipas, mas de certo parecido na sua linha gráfica. Específicamente entre o o logo ganhador do concurso para escolher a imagem do clube galego (2010) e o da equipa americana (uns quantos anos mais):
Avisou Modesto no seu twitter. Mais topónimos deturpados empregados pola Xunta de Feijóo nas suas comunicaçons oficiais. Desta vez foi tam «cuidado» como umha nota de imprensa na página oficial. Se calhar fam umha «Varela» e tentam apagar e corrigir, mas cá fica umha captura de ecram.
Recolho o exemplo de folerpa e de Pawley e quero dar difusom a este vergonhento vídeo do Conselheiro de Cultura e Turismo, Roberto Varela, no que renomea imaginativamente como «Desván de los Monjes» o mosteiro trapista de Sobrado dos Monxes/Sobrado dos Monges na Terra de Melide. Imaginativo porque há que ser para confundir um sobrado com um faiado. Polo demais o sr. Varela é simplesmente estúpido.
Lembremos que há duas semanas o alto cargo do governo de Feijóo espetava, e agora cito a El Correo Gallego do 24 de Fevereiro
Asimismo, se mostró crítico con los reproches vertidos desde el grupo parlamentario nacionalista y desmintió que hubiese cometido el desliz de aludir durante un acto en Fitur a la localidad de Sobrado dos Monxes con la traducción al castellano ‘Desván de los monjes’, como se apuntaba en algunos blogs de internet. «Hai que ser estúpido para crer que eu vou dicir Desván de los Monjes», protestó, reclamando a la oposición que «deixe de buscar na basura de internet porque pode atopar cousas moi estrañas, como a noticia da miña dimisión»
Pois senhor Varela, «no lixo de Internet» já podemos ver as provas de que você sim dixo «Desván de los Monjes», a ver quando podemos ler a notícia da sua demissom.
A foto da esquerda achou-na Afogando no Sarelae é obra de Tamara de la Fuente para Xornal. A da direita topara-a o Muchachote grispálido / Aguerrido mariachi de la nada Pawley há uns aninhos na Opinion. Sobram os comentários.