Archive for 'Pais, Pais' Category
Tripas e (é) dilema!
3 marzo 2008Leio em Que vida de porquiño sobre essa disputa tam galega das tripas. Eu confesso-me adorador das tripadas, só cozidas, com um pouco de sal, pimentom vermelho e azeite. Na imagem tedes umha outra preparaçom, com spaguetti de sepia, cogumelos portobello e as tripas com um pouco de mel.
A cousa é que eu nom tenho bem claro essa linha de separaçom Norte-Sul das tripas. Na minha casa só as comemos eu, a minha nai e a minha tia, e a minha avó quando vivia. O meu pai, o meu irmao e o meu defundo avô marchavam comer fora os dias de tripada. A cousa é que a família paterna é de-la-coru-de-toda-la-vida, o meu avô de Malpica e a minha avó de Sada. A minha nai e a minha tia crescerom entre Guinea, Perú e a Praça de Vigo na Corunha... como explicamos essa distinçom culinária? Isso sim, a minha santa é nom-tripas 100%, e é bem do sul, mas de baixarmos um pouco mais, até Porto a cousa muda... Por onde corre a isotripa?
[E vós sodes de tripas?]
chúzame - O seu estatuto..
29 febreiro 2008Mire, eu lle ofrecin un pacto, sr. Touriño, pa ter un Estatuto. Se acorda?
Alberto Nuñez Feijoo-
De todo o debate, no campo lingüístico, fiquei com esta afirmaçom de Feijoo...
Nom é pola horrível colocaçom dos pronomes, nem pola fonética castelhana, mas por essa falta de infinitivo conjugado que muda por completo o significado. Porque...
Opçom A: Feijoo emprega conscientemente a terceira forma do singular do infinitivo conjugado do verbo ter como fórmula de cortesia. Remarcando que o Estatuto de Autonomia é cousa de Touriño "Para ter vocês um estatuto". Ergo, ele nom partilha do Estatuto.
Opçom B: [Ideia de Lourixe, eu nom reparara] Feijoo emprega conscientemente a primeira forma do singular do infinitivo conjugado do verbo ter. Remarcando que o Estatuto de Autonomia é cousa sua "Para ter eu um estatuto". Ele e ninguém mais.
Opçom C: Feijoo emprega um infinitivo em forma nom pessoal e é um analfabeto que nom sabe que nesse contexto conjugar(mos) o infinitivo é obrigatório, para que ninguem entenda o A. Querendo ele dizer: "Olhe, eu oferecim-lhe um pacto, sr. Tourinho, para termos um Estatuto. Lembra?"
Opçom D: [Achegada por chimpin] Feijoo tento falar em Tourinhês para que o nosso Presidente-do-governo-que-ele-preside entendesse.
[As palavras cruzadas nom saem hoje por problemas de... memória]
chúzame - Que falem de “nós”…
28 febreiro 2008Bravo, bravíssimo! Bravo para os que nom sabem analisar!
Os últimos em tirar proveito da falta de capacidade logística e conhecimento som os seareiros da espanholista Rosa Diez e o filósofo-mercenário homófobo Savater. Dim "ter medo" -a eles nom os metem no caldeiro, nem torturam, nem ilegalizam, mas tenhem medo os coitados- e tiram do espaço nos media criado pola cena bem dirigida pola profissional San Gil para dizer as suas parvadas. E agora que venham os irresponsáveis de AGIR a dizer que "qualquer cousa que falem de nós nos media é bom" Paifocos! Bonita prenda para os espanholistas, espaço e pseudo "justificaçom" para se fazerem as vítimas!
Bravo! Bravíssimo!
E que venha alguem a contra-argumentar que no ker de AGIR a gente nom é consciente que organizarem um protesto legítimo sem terem todo bem planificado (os tempos, a logística e a estratégia) é dar material o contrário. Rediola!
chúzame - Com dous paus…
24 febreiro 2008"Strange," mused the Director, as they turned away, "strange to think that even in Our Ford's day most games were played without more apparatus than a ball or two and a few sticks and perhaps a bit of netting. imagine the folly of allowing people to play elaborate games which do nothing whatever to increase consumption. It's madness. Nowadays the Controllers won't approve of any new game unless it can be shown that it requires at least as much apparatus as the most complicated of existing games.
Aldous Huxley, "A Brave New World"-
Sempre que leio algo da Liga Nacional de Bilharda (Outro projecto que fai país) lembro desta cita de Huxley.
[Nota, nom sei que caralho toquei que o tamanho de letra dos comentários é ínfimo]
chúzame - Duas ferramentas para a autodeterminaçom nacional que os kosovares esquecem
19 febreiro 2008Todos estamos observando as polémicas criadas após a autodeterminaçom do povo albano-kosovar. Nom discutirei aquí sobre o transfondo político, social e étnico do processo, e sobre o exemplo direito que pode ser para as naçons sem estado da Europa. Só quero que reparem nas dificultades que tem o novo estado con alguns paises que se negam a reconhecer a sua declaraçom de independência dumha Serbia que os assassaniou a milheiros. Por outra banda um estado também da ex-Iugolavia como Montenegro tivo um processo de autodeterminaçom -com um referendo como o de Kosovo- muito mais rápido e singelo. Já sei muitos analistas poderám indicar centos de variáveis e diferenças entra as duas naçons e no decurso do seu plano de criaçom nacional, mas eu considero que um dos factores determinantes é a publicidade. Sim, a publicidade, e o jeito em que foi fixado em imagens o procedimento de separaçom de Sérbia. Porque a imagem da independência Montenegrina é esta, e nela está um dos factores principais que impulsarom o seu sucesso:

Tetas.
Sim senhores, os peitos pro-independência no referendo Montenegrino fixerom mais que toda a legalidade internacional. Senhoras nom me berrem, que sabem que é certo. Que a imagem que temos todos das celebraçons da independência de Crna Gora é a destas bem alimentadas raparigas mui animadas cos resultados postivos do referendo. Assim que os kosovares já podem aprender, menos homens com bigode e sombreiro de lã e mais kosovares gostosas. E se tenhem umha religiom -a maiora som muçulmans- que considera o corpo da mulher ou do homem algo malvado que nom se pode ensinar e pôm empecilhos a esta proposta, eis umha outra demostraçom de que as religions som apenas um impedimento para a liberdade pessoal e colectiva.
E desde este humilde blog advogo como sempre porque todos ponhamos as nossas melhores ferramentas em prol da soberania na nossa naçom. E igual que a rumba é um caminho, como bem indicam os rumbeiros independentistas, os peitos das nossas mais patriotas também (E os corpos perfilados dos galegos de pro, mas de estes temos poucos, cousas da dieta). Calendários de espidos -artísticos- nos Centros Sociais, mais carne nos cartazes para delícia dos adolescentes na procura de ideias, e sem prescindirmos do kuffiya (agora está mui na moda) podemos renovar o vestiario, nom? E se tenhem umha religiom que considera o corpo da mulher ou do homem algo malvado que nom se pode ensinar e pôm empecilhos a esta proposta, eis umha outra demostraçom de que as religions som apenas um impedimento para a liberdade pessoal e colectiva.
[Este é o primeiro post no que emprego os tags]
[Tenho um cento de visitas desde arroutadas, graças por me chamar sipaio espanholista
]
Nota: A ideia calhou!
chúzame - Rumbeiros independentistas
18 febreiro 2008Há muitas razons para dizer que este video é o melhor que criou Air Galicia.
chúzame - Paradigmáticos
17 febreiro 2008-"Vine a defender el bilingüismo y la libertad, pero si empezamos con rollos en gallego yo marcho"
chúzame - Umha nota sobre a “agressom” a Maria San Gil
14 febreiro 2008Que ninguém pense que este artigo é umha confraternizaçom coa fascista de San Gil. Nem que acredito nas mentiras oficias que falam dumha agressom que de existir seria dos seguratas contra os manifestantes:
No segundo 40 da gravaçom fica esclarecido que agride quem.
Porém, o importante neste puto mundo é a imagem que da realidade transmetem os media de comunicaçom, e por mui revolucionarios que se sintam os eternos adolescentes de AGIR nom podem obviar que até um acto de violência contra eles nesse contexto será interpretado como umha agressom contra os fascistas do PP. E pode que eles nom percevam o problema, mas com um pouco de esforço podem comprender que dar publicidade de balde a quem tem o poder para os esganar judicialmente é estúpido... até para revolucionarios de bar coma eles.
chúzame - Análise para quem nom sabe analisar
12 febreiro 2008Feito: Chegada dumha política fascista para participar num acto encoberto pagado pola USC
Respostas possíveis:
-Presenciar todo o acto e aguarda às perguntas. Perguntar repetidamente e de jeito razonado sobre questons "espinhentas" da personagem. Como a sua campanha constra as instituiçons bascas, as suas ligaçons coa ulta-direita, a sua complicidade na ilegalizaçom de formaçons políticas, feche de jornais perseguiçom de sociedades civís, apoio a entidades locais que governam co 15% dos votos,etc.
-Concentraçom silenciosa fora da facultade mercada com faixas que denunciem o "curriculum" da fascista.
- Protesto formal perante a reitoria pola concessom de espaço público a umha pessoa que nega esse mesmo espaço a todo aquel que nom é espanholista.
-Reparto de pasquins, argumentados, para que os estudantes da USC saibam em que gasta os quartos a sua facultade.
Resultado mais provável: Seguramente o acto decorrerá igual, mas o que era feito de campanha eleitoral sem muita importáncia converte em acto de contra-campanha onde a gente tem oportunidade de monstrar as sombras da personagem. Resultado aceitável e positivo.
Agora:
Resposta pouco analítica: Organizar um protesto na mesma facultade, impedir o passo da conferenciante, criar (Com ou sem intençom) confrontaçom com os guarda-costas da espanholista e berrar ameaças diante das cámaras....
Resultado mais provável: Os media bema destrados empregam as imagens no circo eleitoral espanholista do PPSOE, o apendice do PP fala do perigo dos nacionalismo e da violência independentista na Galiza, ninguém escuita os argumentos -que nom se derom- que justificam o protesto e a ultra-direita espanholista tem par aduas semanas de parvadas e umha bala mais na sua recámara retórica. Ah! E os actos de ataque contra Galiza das últimas semanas podem ser presentados como todo o contrário. [Nota: Mas os patriotas implicados som agora os putos cheriffes nos seus locais de moda e no seu micro-mundo]
Agora pergunta: Que opçom escolherom os pouco analíticos de AGIR? (Com todas as letras, que caralho, estou eu para empregar delicadezas)
Nota: Este artigo está enviado e OpenVieiros.
chúzame - Slurp!
10 febreiro 2008
-Hum, umha nena espanhola, seguro que está boa em salada, slurp!
[Subtitulo na linha de LD, El mundo e semelhantes]
Ideia de Oxirarei.
chúzame - 