Category: Vida e milagres

Ontem morreu um clássico da história ecológica no meu dormitório

Que manchete mais terrível para um apontamento singelo

. Onte morreu definitivamente a lámpada de baixo consumo do meu dormitório. Quando vinhemos viver para este apartamento (há agora meio ano) já reparara na curiosa lámpada fluorescente. Era enorme e tinha um tempo de carga -até iluminar com a intensidade suficiente- era de mais de cinco minutos. No interior tinha os tubos dos fluorescentes modernos, arrodeados por umha ampola de vidro refratante enorme.  Funcionou sem problemas durante estes meses, até que começou a tremeluzir um pouco. Os últimos idas era já umha festa de zunidos e luzes. Nom a troquei por umha nova até ontem, por falta de tempo. Entom puidem estudar melhor a lámpada:

O modelo é um Philips SL*18 fabricado em Polónia. Com umha rápida procura em Google souvem que este modelo foi a primeira lámpada fluorescente de baixo consumo no mercado, que surpreesa! As lámpadas desse tipo estiverom no mercado de 1984 até 2001, com várias modificaçons. Com um pouco mais de investigaçom -tendo em conta a base branca, o lugar de fabricaçom e o tipo de cristal- fixei a data entre 1988 e 1994. Vou seguir investigando um pouco.

Curiosidade:

+Em internet há de todo.

A estuicar: Guild Report-Toto

Racionalizando e unificando redes sociais, a minha vida digital e outras caralhadas 2.0

Seguindo essa linha tam moderna e pouco recomendável de multipublicar a minha vida privada pola rede – e também por esa curiosidade mais recomendável de provar todo- tenho conta em facebook, lareta, galizaID, twitter, last.fm, mas os meus chios em chuza… Se a isso somamos o leitor de sementes, a(s) conta(s) de correio-e e outro cento de caralhadas mais temos um fluxo de dados constante, mui caótico e radicado em muitas páginas diferentes. Contando como que levo perto dum ano com umha conexom mui intermitente, a desorde total está asegurada. Algo tinha que fazer.

Na espera de ter o computador de mesa na casa, e de fazer umha boa instalaçom -com seguridade e criptografia incluida- já fixem uns quantos passos que considero nescesários para minimizar o tempo perdido diante do computador, optimizar esse tempo e maxificar a relaçom coa própria rede. Nom é nada novo, som cousas básicas para umha vida digital “sá”. Alguns forom:

1.- Optimizar o correio definitivamente: Fazendo um cálculo rápido numha semana tenho umha meia de 150 mensagens de correio. Até o de agora chegavam todos à caixa de entrada, criando umha acumulaçom insultante de correios nom lidos, já lidos e nom arquivados, lixo sem informaçom real, etc… a cousa era mui melhorável:

Quase um 25% dos correios eram request automáticos dos blogues, redes sociais, e páginas várias nas que estou subscríto. >O primeiro que fixem foi reducir a quantidade de mensagens recividos: Umha lista das páginas, umha visita por todas elas para comprovar e eliminar as informaçons que nom precisso. Há cousas que nom preciso saber: As miles de actualizaçons do facebook, ou que cada um dos livros ceivados em bookcrossing cheguem como umha mensagem nova. Cumpre ter mais olho quando fago registros em páginas para evitar tanto correio. > O seguinte foi criar umha categoria em gmail de “Automáticos”  e umha série de filtros cos endereços de todos os bots que incluem umha ordem para que nom passem já pola caixa de entrada. Essas actualizaçons nom som prioritárias, assim que nom quero te-las diante quando abro o correio. Também ponho as cousas mais fáciles para quanod precise de espaço na conta de correio, para apagar todas estas dum golpe.

-Muitos dos correios ligados com umha ou otra actividade som faciilmente filtráveis: Estou metido em muitos projectos diferentes que generam umha quantidade importante de fluxo de mensagens, cuido que até um 50% do que me chega. O ideal é que cada um deles tivesse um grupo de correio, mas o mundo nom é assim de ideal. Teimando um pouco conseguim que quase todos montasem um desses, o qual facilita muito as cousas. Categorias individuais para os mais importantes, genéricas para alguns e uns quantos filtros (que iram melhorando co tempo).

Termos muitas mensagens na caixa de entrada impide umha gestiom eficaz: Embora os passos anteriores já evitam que muitas mensagens passem pola caixa de entrada, sempre há mensagens nom classificadas: Correios pessoais, temas temporais que nom tenhem categorias, erros nos filtros… Deixarmos que se acumulem para “os ter presentes” ou “nom esquecer”  nom é a melhor ideia. Umha boa rotina de leitura, classificaçom e apagado é o mais recomendável. Mais de 20 mensagens na caixa de entrada nom fam sentido, ocultam o conteudo e facilitam que em dous dias tenhamos umha página de correios, e em outros dous dias quatro páginas. Para marcar os correios importantes tenho as estrelas, e com os eventos e “cousas que fazer” emprego os calendário de google ou o de evolution (Tenho os dous ligados para consul on e off-line).

As múltiples contas de correio nom ajudam: Houvo umha época em que termos várias contas de correio para diferentes temas ajudava para  a classificaçom da informaçom. Também eram um sistema para evitarmos o spam dos sítios web que só visitávamos umha vez e que pediam um endereço de correio. Umha boa combinaçom de filtros, sistemas anti-spam e o uso de páginas que fornecem de nomes de usuário temporais, ou até de contas de correio pantasma, evitam esse problema. Para o correio da empresa, o único nom apagável, fixem umha re-direçom na conta principal, e assim evito ter que o consultar direitamente.  Umha boa relaçom entre gmail e o evolution permite guardar os mails mais importantes para nom confiar sempre em papa google.

Racionalizar as redes sociais: Gosto de fazer um pouco de micro-blogueio, mas ter que actualizar twitter, lareta, os chios de chuza e facebook é maçador. Ainda nom topei a soluçom ideal, mas a cousa vai unificando. Conseguim que lareta e twitter actualicem de vez desde o pidgin/gaim: A página galega inclue um sistema para actualizar desde esse programa de mensagens instantáneas com uma conta em jabber, também permite publicar essas actualizaçons na tua conta de twitter. Assim que com umha soa mensagem (e sem cargar nenhumha página web) publico nas duas redes sociais. O feed-back é mais complicado, só chegam as mensagens dos usuários da lareta, porém é cousa de tempo. Os chios de chuza! som umha cousa diferente e o de facebook também, assim que nom sei se o meu objetivo unificador terá resultados.

-Amanhei os problemas com lastfm: Como reprodutor de música emprego o mocp. Funciona desde a consola, nom consume rem de rem e funciona ainda que peches esta. Como de primeiras nom funcionou bem deixe apartado o tema. Graças a gatonegro os problemas co lastfmsubmit estám solucionados, e dous anos depois podo ter as recomendaçons dessa página (que me encanta como ferramenta).  Como complemento estou a empregar o MusicBrainz Picard, um programinha que automática procura os dados das canóns, para assim identificar bem o que escuito.

-Um bom sistema de senhas: Ha uns anos tinha umha boa clasificaçom das senhas das diferentes. Para nom as repetir demais, e evitar problemas de seguridade. Como nunca tivem problemas com isso fum deixando o cuidado. Um repasso por todas as contas, uns minutinhos e decorar quatro-cinco senhas e já está.

+Cousas que tenho que fazer: Tenho que procurar um leitor de feeds melhor (Como cararalho importo desde bloglines para google? E tambémt tenho que importar para algum leitor bom no computador)

A escuitar: The Major Cities of the World Are Being Destroyed One by One by the Monsters -65daysofStatic

Consultar dúvidas na titoria…

Internet na casinha! E como mudou R!

Depois dumha instalaçom surpeendentemente rápida já tenho internet instalada na casa! Como no prédio já tinham a rede de R, e estou contente co serviço que tinha na Corunha, contratei com eles. A instalaçom foi rápida e sem obra (normal, é umha casa nova e já tem quase todo posto para o cabo da rede) e passarom menos de 24 horas entre a minha contrataçom e a instalaçom. Isto é a parte boa. A má -que sempre há, já sabem que eu sou um repelente- é que as cousas mudarom muito desde a última vez que tratei com R: Lembro que o pacote de bemvinda da minha primeira instalaçom era mui currinho, com três xícaras mui feitinhas, com aquela promoçom vintage-moderna que tinha R, e que toda a documentaçom estava em galego. O pack agora nom inclue nenhum regalo, e para a minha surpreesa está todo em castelhano! Desde o contrato, até a documentaçom. A revista de programaçóm está “tecnicamente em galego”, isto é, data e índice em galego, mas todo o conteudo da grelha -e as sinopses dos filmes, a maioria dos artigos, etc- está em castelhano. Umha mágoa.

Semana de esperas e chegadas…

Manhá pode que porfim tenha internet na nova casa. Confirmada a cita cos instaladores de R, e toda a documentaçom, porém todo sabemos o que di a lei de Murphy nestes casos.

Com todo, a chegada de internet à minha vida de forma regular nom é comparável com a chegada  a Santiado dumha pessoa da que já tinha muitas saudades. A desfrutar dela este mês, que cada minuto conta!

Prau em concerto no Pichel: Grande achádego!

Onte gocei muito do concerto dos aragoneses Prau (#)na Gentalha do Pichel e o passa-ruas da Escola de Samba da Praça (também aragoneses). Gente mui agradável no nível pessoal, e todo um achádego músical. Foi umha boa ocasiom de achegar a outra realidade linguística minorizada, e ver como ante situaçons muito mais precárias a gente pode ter forças para lutar e reivindicar a sua cultura e língua.  E também ver como o nacionalismo espanhol pode ser tremendamente eficaz quando quere ocultar e apagar a existência de muias reivindicaçons nacionais e culturais que nom coincidem com o padrom.  Fico com umha frase dum deles:

“Um neno pode passar por todo o ensino obrigatório em Aragom e nom saber que existe o aragonês”.

Umha realidade terrível, que nom deixa muito espaço para confiarmos na recuperaçom da sua língua.

Assim que num futuro nom desboto umha visita a esse Aragom “diferente” e alternativo.

Ausência justificada

Levo umha semana desaparecido do blogomilho e da rede em geral. Passei esta semana deitado na cama, com um virus estomacal bastante duro, polo que me comentam é um andaço que já tem tempo. Nom gosto nada das enfermidades e das convalescenças, e menos sem internet na casa! Ao menos tinha uns quantos livros que ler.  Assim que forom quatro-cinco dias de arroz, maçã, bebidas isotónicas e descanso.

Tampouco gosto de deixar em stand-by durante umha semana muitas cousas, sobretodo se há gente que depende de mim para umha ou outra cousa.  Hoje topei com 233 mails novos, sem contar os automáticos, na caixa de correio, e isso depois de classificar há umha semana todo. E nom falemos do leitor de feeds, tenho muita actualizaçom acumulada.

Egotismo e matemática.

Umha imagem egocéntrica num blogue do que gosto.

E umha fe de erratas analítica. Melhor seria ter posto:

EU={eu1….eun}

EU’⊆EU

EU’ ∃ ∀ eu / eu ∈ EU ∩ TU

Mas no meu braço nom tenho tanto espaço.

E houvo que ir a Sam Froilám… e com gosto!

Alé! Já chegamos do Sam Froilám, e assim rematei com umha dessas ignomínias -falta a de nom ter passado nunca por Ourense- que me perseguem. Estivem na melhor companha do mundo, escuitei o pregóm, vim os fogos de artifício, comim polvo, montei nas barracas, dim vários passeiso por fora, por riva e por dentro da afamada muralhas, cateia  noite da cidade, merque El Progreso como todo bom lugês, tomei algo no “Cafe del Centro” e até puidem observar umha boa tertúlia entre alguém que prometera estár lá e outros pessoeiros.

Que delícia as festas do bairro do Espirito Santo!

Vidas e Milagres” de Fer.

Quanto gozei nas festas do bairro de do Espírito Santo! Um dez para a organizaçom!

E um dez para mim para manter o rimo dumha grei de bêbados – bêbados, mas mui riquinhos- co baile no corpo. Em circunstáncias coma essa sempre lembro dum artigo de Isaac Asimov no que como introduçom para um comentário sobre as propriedades divergentes da auga falava da sua condiçom de abstémio e de como  com o adequado estado mental um pode estar tam bibitu como o que já carregou alguns copos.

A gente da Associaçom de Vizinhos das Marias e os da Gentalha do Pichel som uns soletes,  e os próprios vizinhos do bairro- num 99%-.  O ambiénte foi umha delícia, a pachas pola boa organizaçom e a boa gente que acudiu. E como eu vivo num bairro que está tecnicamente morto -Pontepedrinha- tenho até inveja dessa paisagem humana!. Até para arrumar e limpar um pouco a rua após a festa -às 5 da manhá!- a gente ajudou!

Cuido que a parte mais surrealista foi a hora que passei trás o balcom da festa, a ponher bebidas co senhor OXirarei, numha imitaçom enxebre dumha película mui dos oitenta. Agora já sei tirar as canhas! Todo um mérito num abstémio coma mim! A cousa nom rematou mal, foi coma um “Bar Raposo”: Como o Bar Coyote mas mais nosso. Também no “arrebato” do mini-Zeitgeist da festa fixem algo que prometim nom fazer nunca: Bailar a versom “disco” da minha cançom favorita. Porém, o mais divertido de todo foi fazer um pouco de Celestina – como os adolescentes-  entre um bom homem é umha rapariga que-me-encanta. Boa pessoa que sou.

Bom, a festa já rematou e agora chega o momento do mantra e fixar a vista nos apontamentos. Assim que…

It is by will alone I set my mind in motion.
It is by the juice of Sapho that thoughts acquire speed, the lips acquire stains, the stains become a warning.
It is by will alone I set my mind in motion..

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P.S.: Sempre que procuro o vídeo da exclente interpretaçom de Brad Dourif do mentat Sádico Peter De Vries a recitar o mantra dos Mentat topo com este engraçado anúncio dumha canle de Sci-Fi americana. Que grande!

A escuitar: Voglio Vederti danzare, Franco Battiao.

Mas a boa, claro.