Bookcrossing

Este dias, aproveitando que tenho que preparar as cousas para re-mudança a Santiago DC estou limpando e ordeando as moreas de livros infantís que tenho no faido. Som caixas e caixas com moreas de obras de literatura para nenos (mais como dizia algumha campanha da Xunta: Um bom livro infantil é sempre um bom livro). Como manda-los aos meus curmáns madrilenhos custa quartos e os pais bem podem mercar livros de seu a meirande parte deles adoitamos dar-lhos a um amigo nosso que os manda para a biblioteca da sua aldeia, pola Serra de Outes, coido.

Pero como já levava algum tempo moendo meter-me nisso do bookcrossing escolhim alguns dos livros das caixas (menos dum 1%) para ceiva-los pol’A Corunha e Santiago adiante. A verdade, estou namorado da ideia fundamental do bookcrossing, filosófica e pessoalmente. Aquí podedes ver umha listagem dos livros que já etiquetei (e ceivei), e ainda ficam muitos na morea. Ademais da etiqueta correspondente para ponher o número de identificaçom ao livro estou engadindo umha pequenha folha com algum poema galego clássico (Rosalia, Curros, Manoel Antonio…), pero mero romanticismo.
Falando de livros, via Madeira de Uz topei este livro, recopilatoria das barbaridades vomitadas polos medios espanhois entorno ao conflicto basco que nom tem perda: Mil [y 2] coces contra la disidencia. Nom tem perda, de verdade.

  • By ghanito, Agosto 24, 2006 @ 9:37 p.m.

    Eu traballei seis meses na Serra de Outes, e non o chamaría aldea. Pobo, si, mais aldea…
    Un lugar fermoso, pero que vai a menos.

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