Linguinhas I

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  • By choutos, Xullo 2, 2007 @ 4:16 p.m.

    Estás ocioso 🙂

  • By eu mesmo, Xullo 2, 2007 @ 4:49 p.m.

    Levo tempo sen comentar por esta páxina porque ando moi ocupado comentando e comendo gazpacho para acostumarme os novos tempos que son chegados.
    Pero sei que coincidirás comigo de que o que é preciso para solucionar o problema lingüístico é ter unha Galiza sen galegos.
    Ímonos todos a Timor Leste e que se queden con todo os fillos de Pita (María).

  • By odemo, Xullo 2, 2007 @ 5:33 p.m.

    O problema linguístico, como bem di “eu mesmo” – eu mesmo poderia dizer o mesmo- é umha questom geográfica. O galego está em perigo na Galiza, mas só temos que nos deslocar para algum dos muitos territorios de língua galega no mundo para solucionar o problema.
    Porém, que lhe queres? Conservar o galego na Galiza tem algo de simbólico…

  • By Uz, Xullo 2, 2007 @ 8:51 p.m.

    Mais do que um problema ‘geográfico’ cuido que é ‘demográfico’. A única forma de salvar o idioma é os galego-falantes terem mais filhos do que os castelhano-falantes e, obviamente, educá-los no idioma. É o que fizeram os flamengos (os da Flandres, não as aves ;)), que passaram de ser 1/3 da população belga a começos de XX a constituir actualmente 2/3. A mudança provocou que o neerlandês da Bélgica passasse de ser idioma de segunda (falado apenas polo proletariado flamengo) na Bélgica, sem quase oficialidade, a alçar-se como único idioma oficial da Flandres em poucas décadas.

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  1. La desgracia de la lengua gallega (en gallego-portugués) // menéame — Xullo 5, 2007 @ 4:44 p.m.