Vale mais palavra do mentiram que do investigador

Chamar delitos contra a honra a descobrir os fraudes  dum enganador profissional cujas afirmaçons fam enrubescer a qualquera que tenha os mínimos conhecimentos de Ciência ou História, fai que a “Justiça Espanhola” perda o pouco prestígio que retinha. As afirmaçons que trousa nos seus livros e produçons J.J. Benitez só podem dar vergonha ante a  grosseiro e sáfio das imagens manipuladas, os argumentos magufos e a narrativa patética. As afirmaçons de  Luis Alfonso Gámez baseam-se nos feitos e na analise científica, consideraçom que nom podemos fazer de ningumha das obras de J.J. Benitez.

Alguem pode negar que J.J.Benitez vive à custa da mentira, o engano e a superstiçom? Ou é que o juiz considera que os moais estam feitos graás aos poderes mentais dos sacerdotes da ilha de Pascoa nom é umha superstiçom, que afirmar que os dogons tiverom contacto cos extraterrestres nom é umha mentira ou que empregar como base da sua “argumentaçom” sobre a origem das pirámides que os egipcios do século XL antes da Era comum desconheciam a escritura  nom é um engano? Que a sua produçom “Mirlo Rojo” -Merlo Vermelho- é umha montagem? Que a meirande parte dos seus trabalhos som um enorme dislate, umha sandice  -“Dito ou acto que manifesta grande ignorância ou estupidez”- desde o ponto de vista do conhecimento da História real? As suas disquisiçons ufológicas podem ser consideradas reais ou nom som mais que fábulas? A qualidade da sua literatura e dos seus “artigos de investiçom” nom mereceria o qualificativo de “bazofia” -morralha, porcaria- segundo os criteria de qualquer revista científica?… E assim com todas as afirmaçons que constitum “delito”.

No estado espanhol já nom podemos criticar os reis, agora tampouco podemos denunciar a maguferia.