Ódio=1/(argumentos)^n

Levo umhas quantas entradas falando só de quem odia a língua. Vou parar umhas semanas, que há cousas mais interessantes. Porém hoje pola manhá topei por tipinho que nom ódia a língua, ódia a quem ama a língua. Prémio para quem tope um só argumento fora do insulto vazio e tópico, tanto no seu artigo como as suas grosserias em vieiros. Nesta vida há gente mui triste, por isso recomendo a todos os isolacionista que nom leiam o artigo se nom tenhem um nível de toleráncia mui alto a vergonha alhea.

  • By Uz, Setembro 21, 2007 @ 2:25 p.m.

    Como já lhe comentei a este fulano, a ver se acabando a carreira lhe mudam algo os seus argumentos. Fala de complexos… curioso. Fala de auto-ódio… curioso. Fala de vergonha… curioso.

    Os inimigos do galego não somos os reintegracionistas, desde logo, porque o galego-português não deixa de ser (não pode deixar de sê-lo!) galego. Porém, o galego-castelhano só tem futuro como dialecto local do castelhano, como ponte para a castelhanização do idioma e do país.

    O galego-castelhano é ‘transparente’ mesmo para os estrangeiros, portanto é desnecessário, inútil.

  • By hda, Setembro 21, 2007 @ 9:41 p.m.

    “Porém, o galego-castelhano só tem futuro como dialecto local do castelhano, como ponte para a castelhanização do idioma e do país.”
    Pois a ti serviuche coma ponte co galego-português, tan “desnecessário” no ha ser 😛

  • By Uz, Setembro 22, 2007 @ 2:20 a.m.

    Disso nada, “hda”. O galego só pode ser galego-português, porque é o que sempre foi. Portanto, não é ponte de nada.

    O galego-castelhano, o produto da castelhanização que o galego(-português) leva séculos padecendo, especialmente nos últimos 100 anos, é o que não serve para nada. E escolher isso como dogma de fé, como norma e como modelo, não vai a nenhures.

    Provas? Repara no uso do galego desde 1977 a 2007, especialmente desde em 1982 se terem aprovado as NOMIG (normas espanholizantes). O que lhe aconteceu? Que já praticamente não o fala ninguém. Talvez ganhou prestígio, mas perdeu utilidade. Podendo falar castelhano, quem quer um galego-castelhano?

  • By Uz, Setembro 22, 2007 @ 2:22 a.m.

    Completando o post anterior (especialmente o último parágrafo), actualmente na Galiza as aulas de português das EOIs estão ocupadas por dous grandes tipos de pessoas:
    1) reintegracionistas, pessoas que querem melhorar o seu galego(-português)
    2) castelhano-falantes aos que não lhes serve para nada um mau galego-castelhano e querem estudar bom português.

  • By iago, Setembro 30, 2007 @ 4:21 p.m.

    Uz, igual estás esaxerando non? Home, eu non son reintegracionista pero que eu sepa o galego-portugues non é portugués, podo estar dacordo contigo en que a normativa RAG é un galego castelanizado pero penso que igual de certo é que o galego evolucionou de forma diferente ó portugués e que hoxe en día, ainda que son moi moi semellantes, non son iguais, por exemplo, non existe iso de “nao” en galego que eu sepa. Non son un entendido do tema pero bueno, o que si me gostaría son argumentos lingüisticos pra enterarme máis disto.

  • By Hipatia, Outubro 2, 2007 @ 2:04 p.m.

    Pois non entendo a fórmula, tal vez terías k deixar claro os valores k pode tomar a variable n. En calqueira caso certo odio tamen destila que o demo me leve se ven supoño k todo será pola ley de acción e reacción.

  • By xo, Outubro 3, 2007 @ 10:20 p.m.

    #6. U-lo o odio destilado polo Demo?

    Para o demo: “quenes odiam”. Em Agal?

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