Se queres galeguizar o nome o Ministério de Presidência espanhol ajuda…

… sem o seu conhecimento.

Nom incluo provas visuais, que onde tenho o papel nom tenho escaner e onde tenho escaner nom tenho o papel. Porém podedes confiar em que o “Ministerio de Presidencia” achegou um importante documento para a galeguizaçom -na sua forma histórica- do meu apelido… dumha forma totalmente inconsciente, os coitadinhos.

Embora a cousa começou com um bom susto. Mirei vai duas semanas na caixa de correio e topei umha notificaçom de Correos para me passar pola agência dos correios na rua das Orfas e recolher umha carta desse ministério.  Rapidamente reparei em que carta era só isso, umha carta, e nom tinha riscado o quadrinho de “notificaçom”. Assim que cousa legal nom era… e se era a notificaçom ia a nome dum tal “Chozinho” e nom Chouciño ou Chouzinho, assim que sempre podia passar. Tivem que aguardar até o dia seguinte -mas nom aforrei umha viagem, que sou parvo e nom lim a nota de “Passe o dia seguinte”- para recolher um enorme sobre co meu nome e apelidos na sua forma histórica…

O conteudo do sobre é o que menos importa, quatro páginas de justificaçom espanholista da actuaçom fascista de Ameijeiras quando ordeou a violência da polícia contra os manifestantes contra Reganosa e do Metal em Vigo. Nada novo e nada que nom provoque um enorme nojo depois de três linhas. O importante é que já tenho um documento ficial -co meu nome repetido assim em varias partes do texto- a aumentar a minha carpetinha de “papelinhos para reintegrar o nome”.

  • By Uz, Decembro 23, 2007 @ 7:14 p.m.

    Os meus parabéns, Sr. Chouzinho (ainda que sigo opinando que deve ser Chousinho, como Chousa ou Chouso 🙂 A permuta gráfica (que na Galiza levaria inerente a fonética) não é estrenha se pensarmos, na Galiza, em Cenlhe/Senlhe, e ainda em Portugal em Cintra/Sintra.

    Isto explicaria que nalgum momento dado, o apelido se pudesse grafar como Chouzinho (porque soa igual que Chousinho) e, posteriormente, a pronúncia ficara ‘contaminada’ e reespanholizada como ‘Chouciño’.

    Pensemos, por exemplo, em Rajoy/Rajói (Ra’khoi) ou Ameijeiras/Ameixeiras (Amei’kheiras). E mais fidedignamente com este caso, na dualidade ainda hoje de Sousa/Souza (teoricamente pronunciam-se igual… na Lusofonia, porque na Galiza não!)… também acontece igual na Catalunha com Pujol/Puyol/Puchol (um mesmo apelido, mas três pronúncias e três grafias) e outros.

    Ala, como sempre estendi-me mais da conta… espero que saibas desculpar-me.

  • By Odemo, Decembro 24, 2007 @ 12:32 p.m.

    :S :S :S
    Pois agora já tenho demsiada documentaçom para começar a mudar para outro nome XD XD
    Homem, topei apenas duas referências a umha grafia “chouzinho” -um certificado de baptismo do século XIX- e umha referência filológica.
    Coido que vou manter a forma “Chouzinho”, como bem dis a pronúncia é indistinta na Lusofonia. De feito a família em Malpica pronuncia “chousinho” … dilema grande …

  • By Uz, Xaneiro 4, 2008 @ 10:27 a.m.

    Não te preocupes por isso do Z ou do S. Tu purra polo NH, que é o ‘a priori’ mais complexo de documentar, e do resto como vejas. Desde logo é mais coerente “Chouzinho” do que “Choucinho”, ao menos se nos inserirmos (como bem assinalas) no âmbito lusófono 🙂

    Sinto não ter caído antes no da mais que provável origem etimológica em Chouso (e isso que uma das leiras do meu avó se chama assim!), mas nem sempre a mente me reage tão rápido como gostaria :p

  • By Jaime Chousinho, Maio 9, 2008 @ 9:04 p.m.

    Caro Sr. Chouzinho

    Meu nome é Jaime Chousinho, moro no Brasil, tenho descendência Portuguesa, estou procurando a origem de minha familia e nome.

    Qualquer ajuda será muito bem vinda

    Grato

    09-05-2008

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