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Outro ano de vergonha para a USC

Hoje nom dou durmido, assim que passo os minutos a fedelhar pola rede mentras na TVG botam um excelente filme co grande Alec Guiness. Visito algumhas páginas que tenho olvidadas desde há uns meses e que nunca decido meter no meu leitor de feeds, en entre elas estam as minhas fontes ceptistas favoritas. Nisto lembro a polémica de todos os anos coa USC: A sua teima em ofertar, co dinheiro de todos os galegos -e mais os que pagamos as taxas da universidade- avergonhantes cursos em pseudo-ciências, parvadas místicas e meigalhos newage. Como nom tenho nada melhor que fazer repasso a web da USC na procura dos cursos deste ano. E entre outros topo:

-Três ( # # # ) cursos sobre o compendio de incongruências e superstiçons conhecido como “Medicina Tradicional Chinesa”, umha creencia que nom está baseada em nenhum conhecimento moderno e científico de fisiologia, bioquímica, anatomia, nutriçom ou procedimento de curaçom. Umha teoria que ignora cousas tam básicas como a origem microbiana das enfermidades, os conceptos básicos de Química e Física elementar ou o procedimento mínimo de provas médicas.

-Outros dous ( # # ) cursos e até um mestrado ( # ) em acupuntura. Umha práctica derivada da anterior, e igualmente nom baseada em supertiçom e vazio. Que tira o máximo proveito de estudos comparativos que só a podem comparar coa afectividade duns gramos de paracetamol, e que sempre desbotam toda a teoria mitológica que rodea a sua práctica.

Nom paga a pena argumentar o mais mínimo contra essas prácticas, a bibliografia e larga na rede. Curiosamente todas estas cadeiras de divulgaçom da incultura e o obscurantismo estám dirigidas polas mesmas três pessoas: Julián Alvarez Escudero, Xesús Otero Costas e Deyanira Valdés Rábago, ligadas com a Facultade de Fisiologia e cuja produçom científica e nula ou endogámica.  Hoje nom tenho muito temo nem ganas, mas manhá procurarei enviar os clássicos mails de protesto, porém o resultado que aguardo é o mesmo de sempre: Justificaçom ou silêncio por parte da USC, que prefire contar os quartos obtidos difundido a oscuridade mental.