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Ela, no senso mais pejorativo

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Des(h)onr(r)a espanhola….

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“Como español es una vergüenza que todo este escrito en gallego y no en la lengua del Imperio y de Cervantes es una desonrra Viva España” -Assinatura no Museu do Povo galego

Ortografia opcional na língua de Cervantes.

Raivam e botam escuma

Raivam agora e mais que raivarám. Estam nervosos, individual e colectivamente. As sambessugas institucionais-oficiais calam e fugem, com o medo de quem sabe que as prebendas polas que falseou o património da língua do seu povo perigam, os opinadores profissionais escrevem -na língua de verdad ou na sua versom disfarçada de dialecto indígena-  carregados de odio, insultos e preconceitos; agasalhados com a bandeira do reino nas tribunas dos jornais. Até os que nom som nem institucionais-oficias nem opinadores-profissionais, mas querem fazer méritos para essas vagas, cuspem a sua raiva -disfarçada e justificada cada duas frases como verdadeiro amor pola língua galega e a portuguesa, bem separadinhas isso sim- em forma de sofismas e parvadas com triple pátina de populismo, argumentos ad hominem e ad hoc. E todos estám na mesma banda do caminho, alguns coas orelheiras bem colocadas, para nom repararem nos seus companheiros de viagem.

O melhor é que todo isso é velho, mas agora só é em parte ódio contra Galiza, só é em parte lusofobia, agora há medo. Assim que um dez para a Academia Galega da Língua Portuguesa, embora eles som só um passo mais no esforço de muitas pessoas que querem que a língua galega saia ao campo livre, sem complexos. Mentras os outros tenhem que fazer mais e mais esforços estéticos para manterem a farsa, e a estrutura que tam bem funcionou estes anos: Os asnos coas orelheiras minimistas auto-impostas a caminhar polo rego marcado polas binças do arado espanhol, mas cada  o sulto tem que ser mais profundo e os asnos mais asnos…

Mondariz contra o galego e Galiza: Correio para Augas de Mondariz

Após ler isto, escrevo e envio isto outro:

Senhores de “Agua de Mondariz”:

Quero expressar-lhes a minha decisom como consumidor de deixar de comprar a sua auga após a sua colaboraçom consciente com umha mais das campanhas de ataque contra a cultura é a única língua galega. Tenham por seguro que também procurarei difundir os complexos e insultos que exprimem entre as minhas amizades e conhecidos, para que procurem evitar o consumo dos seus produtos. Também que promoverei ou suportarei as campanhas que já se organizam para pedir a retirada do distintivo “Galicia Calidade” dos seus produtos.

As razons para esta decisom som de seguro bem conhecidas por vocês: A sua aposta pola campanha anti-galega dos media espanhois. Se bem som muitas as empresas implicadas no nefando documendo de intoxicaçom criado polo “Foro Financiero de Vigo” as suas respostas aos pedidos de rectificaçom da sua actitude demonstrarom que o seu departamento de atençom ao público tem uns preconceito paleolíticos contra a língua da Galiza (E de Portugal, e de Brasil, e dos PALOP….) e que a sua empresa como ente está conscientemente ligada com as possiçons mais antigalegas do rancismo espanhol.

Nom aguardo nem rectificaçom nem resposta.

Fernando Chouzinho, um ex-cliente.

O correio de mondariz é: info@aguasdemondariz.com

Que falem de “nós”…

Bravo, bravíssimo! Bravo para os que nom sabem analisar!

Os últimos em tirar proveito da falta de capacidade logística e conhecimento som os seareiros da espanholista Rosa Diez e o filósofo-mercenário homófobo Savater. Dim “ter medo” -a eles nom os metem no caldeiro, nem torturam, nem ilegalizam, mas tenhem medo os coitados- e tiram do espaço nos media criado pola cena bem dirigida pola profissional San Gil para dizer as suas parvadas. E agora que venham os irresponsáveis de AGIR a dizer que “qualquer cousa que falem de nós nos media é bom” Paifocos! Bonita prenda para os espanholistas, espaço e pseudo “justificaçom” para se fazerem as vítimas!

Bravo! Bravíssimo!

E que venha alguem a contra-argumentar que no ker de AGIR a gente nom é consciente que organizarem um protesto legítimo sem terem todo bem planificado (os tempos, a logística e a estratégia) é dar material o contrário. Rediola!