Gaza. – O demo me leve http://odemo.blogaliza.org "Si eu fixen tal mundo, que o demo me leve" Mon, 16 Apr 2012 18:11:04 +0000 gl-ES hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.1 Uns cálculos na casa após a manife polo povo palestino http://odemo.blogaliza.org/2009/01/18/uns-calculos-na-casa-apos-o-manife-polo-povo-palestino/ http://odemo.blogaliza.org/2009/01/18/uns-calculos-na-casa-apos-o-manife-polo-povo-palestino/#comments Sun, 18 Jan 2009 18:35:45 +0000 http://odemo.blogaliza.org/?p=1260 Isto é um apontamento pessoa e nom um estudo sistemático e profissional. Para próximas manifes gostaria de fazer algumhas fotos e contar com ajuda, e fazer assim algo mais parecido ao “Manifestómetro“, umha página espanhola que convertiu isto de medir as manifes numha arte.

O protesto contra o massacre em Gaza foi todo um sucesso. A reaçom da cidadania galega foi forte, que demonstrou que ante umha desgraça humanitária assim pode reagir. Há anos que nom participava numha tam grande. Por isso, quando os jornais falam de números ridículos, redigidos umhas horas ou dias antes do acto, como 10.000 pessoa sinto um comechom no amor próprio. Assim que é cousa de colher google maps e calcular.

Adoito fazer estas analises para mim, e baseo-me na minha percepçom pessoa, por isso desta vez nom há fotografías. Se tenho tempo e ganas farei disto umha práctica habitual. O bom para esta analise é que as manifes “clássicas” em Compostela seguem sempre o mesmo percurso: Carvalheira de Santa Susana, Alameda, Rua da Senra, Praça Galiza, Doutor Teixeiro, República Argentina, Rua do Horreo, e outra vez Praça Galiza, e depois já entra na cidade velha, com caminhos variados. O dado fundamental é que quando eu entrava em Praça Galiza puidem observar que a cola da manife ainda estava saindo da carvalheira de Santa Susasa e que a cabeça desta já saia da praça polo outro lado. Isso dai umha ideia para calcular a area, graças a Google Planimeter.

Marquei o máximo número de pontos possíveis, para ajustar a medida -a imagem superior é só para ilustrar- e partim da ideia de encher a rua e nom o passeio.  É certo que alguns tramos a gente estava mais pegada, noutras tomava o passeio, etc…  A área total calculada foi de 8834 , de forma conservadora.

Isso fai que com duas  pessoas por metro quadrado tenhamos 17668 pessoa e com três pessoas por metro quadrado temos 26502 e com quatro 35336. A minha opiniom pessoa, repito, é que o em meia a densidade estava entre duas e três: a gente estava mui pegada na maioria dos tramos, e os ocos forom temporais. Tanto na cabeça como na cola habia muita mais densidade.

Tomando como densidade a menor e ponhendo um número redondo eu fixo a manife numhas 15.000 pessoas.

La Voz de Galicia: “MIles” sem umha cifra concreta.

Soitu: Emprega a mesma fonte que La Voz (Efe) mas já fala de 10.000.

El Correo Gallego: “Miles” no manchete, 10.000 no corpo.

A Nosa Terra: Fala também de 10.000

Gznación: 5.000 (!!)

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A inumanidade feita país http://odemo.blogaliza.org/2009/01/13/a-inumanidade-feita-pais/ http://odemo.blogaliza.org/2009/01/13/a-inumanidade-feita-pais/#comments Tue, 13 Jan 2009 13:21:45 +0000 http://odemo.blogaliza.org/?p=1217 A contagem de mortos no guetto de Gaza achega-se já até terrível linha dos 1000. Hoje pola manhá o porta-voz das forças sionistas cuspia o seu ódio na rádio espanhola. Som umhas palavras robóticas, inumanas, frias. Os primeiros minutos som o relato dum massacre que na boca de Gabriel Castellán (o dito porta-voz do exército sionista para os media de fala espanhola) som um processo burocrático. Segundo avança a entrevista e perceve que nom todos os seus argumentos racistas, as suas mentiras mediáticas e a sua fachenda de iluminado som compartilhados polos interlocutores  muda para um tom mais autoritário, mais emocional.

[Se nom vai, cá na página de RNE]

Para completar, um vídeo terrível. Fronteira com Gaza, a uns kilómetros os palestinos morrem sob o lume do ódio israelense, na linha do horizonte. Coches chegam até o monte, mesas para o café, binoculares, comentários “engraçados”, sorrissos, curiosidade, justificaçom do massacre.

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Os últimos inquéritos falam dum 90% de apoio ao genocídio (“operaçom militar”) entre a populaçom de Israel. Claro que esses dados só tenhem em conta os cidadans com direitos, políticos, nom a quinta parte dos habitantes, de origem árabe que já nom podem nem presentar partidos. No vídeo dos “turistas de guerra” umha rapariga diz que gostaria da total aniquilaçom de Gaza, que fica-se como um campo de obra, e que ela é  “um pouco fascista” e sorrí. Nom é ela, é Israel. Já som um estado fascista, a humanidade nom aprende dos erros.

Post Scriptum: Umha escolma das afirmaçons dos sionistas galegos, recolhida por Isca! Eu já nom me molesto em navegar por essas páginas.

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O massacre em Gaza segue: Umha olhada da barbárie http://odemo.blogaliza.org/2009/01/02/a-massacre-em-gaza-segue-umha-olhada-da-barbarie/ http://odemo.blogaliza.org/2009/01/02/a-massacre-em-gaza-segue-umha-olhada-da-barbarie/#comments Fri, 02 Jan 2009 12:09:03 +0000 http://odemo.blogaliza.org/?p=1176 A propaganda israelense converte garrafas de oxigênio em foguetes

A maquinária de propaganda do estado racial de Israel está a funcionar a máxima velocidade. Já conseguirom paralisar -sem demasiado esforço- toda iniciativa de condena na UE e na ONU. No youtube já podemos topar vídeos do exército que subem para justificarem a matança:

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Segundo os propagandistas israelenses é umha mostra da precisom dos seus ataques: Esses homens estavam a trasladar foguetes, mísiles, armas. A populaçom cívil palestiniana pode ficar tranquila, só morreram os malvados terroristas. Essa é a mensagem de Israel. Umha mensagem falsa.

Como denuncia B’Tselem, umha organizaçom israelense de defesa dos direitos humanos (e que demonstra que em todas partes há boas pessoas) o que mostra o vídeo é o assassinato dumha família de trabalhadores que trasladava garrafas de oxigênio numha oficina de desmanche.  As declaraçons do pai de família som estarrecedoras.

Violaçom de todos os tratados internacionais de Direitos Humanos, assassinato da asistência médica

Os cooperantes internacionais na zona denunciam o massacre. O espanhol Alberto Arce fala das técnicas que emprega o exército: Bombardeia duas vezes os mesmos objectivos em fase, para assim evitar o resgate do ferido e assassinar a os poucos corgos médicos que ficam em Gaza.  Ao menos 15 mortos entre os sanitários.

Muitas organizaçons estám a denunciar que Israel manipula até o último dado. Os media propagandísticos falam que dos 400 mortos até hoje 50 eram “colaterais”. O resto eram colabores dos “terroristas”. O que nom contam é que a meirande parte desses mortos “combatentes” eram funcionários do governo légitimo de Gaza (Ou esquecemos que há dous anos Hamas ganhou as eleiçons com um 65% dos votos?). E a Convençom de Genève fixa que os corpos de governo e o funcionariado som sempre civís e nom podem ser alvo dos ataques militares. Isto seria importante se nom fosse porque Israel nunca observou as convençons e os tratados de humanidade na guerra, e os Direitos Humanos.

O agentes de control do transito som terroristas

O jornalista  Sami Abdel-Shafi fala desde o coraçom de Gaza. Ataques a escolas, a electricidade cortada. Na sua crónica pessoal fala do nível de aberraçom acadado polo exército israelense:

When the strikes began, a graduation ceremony for more than 100 recruits in a civil law enforcement programme was under way. These were the young men trained to organise traffic, instil civil safety and maintain law and order. Many of them were killed, it is said, in addition to the Gaza Strip’s police chief.

Entre os alvos dos bombardeios estám os centros de formaçom da policia urbana de Gaza. Agente para dirigir o tránsito e a lei civil na cidade. Entre as escusas da propaganda sionista está o feito de “os palestinianos ser incapaces para fixar ordem e governo nos seus territórios”. Um profecia auto-cumprida quando é Israel quem bloqueia e isola Gaza, destrue os prédios de governo e massacra a forças civís como funcionários ou polícias de tránsito.

Israel abre os passos umhas horas, para depois destruir os suministros

Para ocultar o objectivo final dos seus ataques -a eliminaçom física total dos palestinianos como povo- Israel difunde notícias de apertura temporal das fronteiras para permitir o passo de ajuda humanitária. O que nom conta é que depois destruem esse carregamentos com os seus bombardeios.

Aircraft on Sunday targeted a Gaza tanker truck carrying smuggled fuel, touching off a blaze that raged out of control and spread to about a dozen nearby houses, sending acrid plumes of black smoke towering above southern Gaza, witnesses and firefighters reported.

Poderia seguir. com dúzias de notícias terríveis sobre este massacre. Podem ler mais num exclente blogue em espanhol, Guerra Eterna. Eu já nom sei como agir, a impotência é terrível, mas nada comparável com a importência dos palestinianos, que nom tenhem outra que aguardar pola sua morte. A defesa dumha ocupaçom, dum afogamento lento ou um bombardeio “de precisom”  será empregada como escusa para mais ataques sionistas.

Hojé na Corunha contra as 20:30  na zona do Obelisco há umha concentraçom de apoio convocada. Eu estarei.

Post Scriptum: Doe realmente ver como até na Galiza temos quem apoia e justifica o Progrom de Israel contra os palestinos. # # # # # #

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Listagem de resoluçons de ONU ignoradas por Israel (1955-2003) http://odemo.blogaliza.org/2008/12/31/listagem-de-resolucons-de-onu-ignoradas-por-israel-1955-2003/ http://odemo.blogaliza.org/2008/12/31/listagem-de-resolucons-de-onu-ignoradas-por-israel-1955-2003/#comments Wed, 31 Dec 2008 12:20:38 +0000 http://odemo.blogaliza.org/?p=1170 A Uniom Europeia fai a seguinte declaraçom sobre o que eles chaman “o conflito em Oriente Medio” (O genocidio palestiniano em Gaza por parte do estado racista de Israel).

Cá umha pequena listagem das resoluçons da ONU sobre o tema, todas ignoradas polo governo sionista.

1955

Resoluçom 106: Condena o ataque contra tropas egípcias polo exército israelita na Faixa de Gaza

Resoluçom 111: Condena o ataque de Israel à Síria que matou 56 pessoas, e que viola o armnisticio assinado com Síria, e o cessar-fogo provisório estabelecido pola Resoluçom 54 (1948).

1958
Resoluçom 127: Recomenda que Israel cesse as suas actividades na área que nom esteja sob a sua soberania em Jerusalém.

1961
Resoluçom 162: Insta Israel a respeitar e aplicar as resoluçons da ONU.

1962
Resoluçom 171: Determina que os ataques israelenses sobre a Síria som umha violaçom flagrante da Resoluçom 111, bem como o armistício assinado entre os doiu países.

1966
Resoluçom 228: Critica as incursons militares de Israel no West Bank, para controle da Cisjordânia. Condena a perda de vidas e propriedades causadas por essas açons

1967
Resoluçom 237: Apela Israel para que permita o regresso dos refugiados que fugiram durante a Guerra dos Seis Dias, e para garantir a segurança da populaçom civil sob seu controle.

Resoluçom 242: Considera inadmissível a aquisiçom de território como despojos de guerra, e apela a Israel a retirar-se, exortando umha soluçom justa para o problema dos refugiados.

1968
Resoluçom 248: Condena Israel polo seu ataque maciço e planeado contra Jordánia. Reque-lo a respeitar Resoluçom 237.

Resoluçom 250: Faz um apelo a Israel para nom realizar um desfile militar em Jerusalém em 2 de maio.

Resoluçom 251: Lamenta profundamente que Israel realizar o desfile militar em Jerusalém, desafiando Resoluçom 250.

Resoluçom 252: Declare inválida a açom de Israel para unificar Jerusalém como “capital judaica”. Até entom a parte leste da cidade estava sob domínio jordano.

Resoluçom 256 : Condena ataques israelitas na Jordánia como violaçons flagrantes da Resoluçom 252. E indica que a ONU tomará medidas pola escala dos ataques e porque forom premeditados.

Resoluçom 259 : Lamenta o atraso por parte de Israel a aceitar umha visita de um representante especial da ONU para os territórios ocupados recentemente, para assistir à aplicaçom dos acordos da Resoluçom 237.

Resoluçom 262 :
Condena Israel por atacar aeroporto em Beirute.

Resoluçom 265
: Condena os ataques aéreos de Israel contra Jordánia que violam novamente o cessar-fogo.

1969
Resoluçom 267: A censura para Israel por alterar o estatuto de Jerusalém sem respeitar o estabelecido pola Resoluçom 252.

Resoluçom 270: Os ataques do Exército de Defesa de Israel sobre aldeias no sul do Líbano som condenados polo Conselho de Segurança.

Resoluçom 271:
Israel condenado mais umha vez por desobedecer as anteriores resoluçons da ONU sobre Jerusalém.

Resoluçom 279 : Pede a partida das tropas israelitas do Líbano.

1970
Resoluçom 280: Condena os ataques de Israel no Líbano. Lembre-se o que foi afirmado na Resoluçom 279. Lamenta indiferença de Israel com resoluçons 262 e 270.

Resoluçom 285:
Exige a imediata e completa retirada de Israel do Líbano. Os Estados Unidos abstiveram na votaçom.

1971
Resoluçom 298: Lembra as anteriores resoluçons ignoradas por Israel no que diz respeito a nom mudar o estatuto de Jerusalém. E solicita acçons legislativas e administrativas contra Israel.

1972
Resoluçom 316: Compila longa lista de resoluçons que Israel nom cumpriu no Líbano. E condena mais umha vez as açons militares deste país.

Resoluçom 317: Lamenta a recusa de Israel de libertar os árabes raptados no Líbano polo seu exército.

Resoluçom 332:
Condena os ataques de Israel no Líbano que violam a armisticio assinado, bem como diversas resoluçons anteriores.

1973
Resoluçom 337 : O Conselho Europeu condena o sequestro de um aviom do Líbano por Israel, bem como a violaçom da soberania libanesa.

1974
Resoluçom 347: Condena os ataques de Israel no Líbano.

1978
Resoluçom 425: Solicita a Israel que retire as suas forças do Líbano.

Resoluçom 427: Apela a Israel para completar a sua retirada do Líbano.

Resoluçom 444: Lamenta a falta de cooperaçom de Israel com as forças de paz das Naçons Unidas.

1979
Resoluçom 446: Determina que os colonatos israelitas na Cisjordánia, Colinas do Golã, Gaza e Jerusalém Oriental som um obstáculo à paz no Médio Oriente. E mais umha vez, exorta Israel a respeitar a Quarta Convençom de Genebra.

Resoluçom 450: Solicita a Israel que pare os seus ataques sobre o Líbano.

Resoluçom 452:
Solicita a Israel que pare de construir colonatos nos territórios ocupados.

Resoluçom 465:
Lamenta os colonatos israelitas nos territórios ocupados e apela aos Estados-Membros que nom cooperem com a construçom desses assentamentos.

1980
Resoluçom 467: Condena a intervençom militar israelita no Líbano.

Resoluçom 468: O Conselho de Segurança está profundamente chocado com a expulsom de três palestinos, os prefeitos de Hebron e Halhoul, e um juiz de Hebron.

Resoluçom 469:
Lamenta a recusa de Israel de acautelar-se com a Resoluçom 468.

Resoluçom 471: Mostra umha profunda preocupaçom com a falta de respeito por Israel para a Quarta Convençom de Genebra nos territórios ocupados, especialmente o seu artigo 27, que deverá garantir o tratamento humanitário e de protecçom dos civis.

Resoluçom 476: Chamadas para pôr fim à ocupaçom por Israel dos territórios ocupados em 1967, incluindo Jerusalém. Ele reiterou que todas as medidas tomadas por Israel para alterar o estatuto, a fisionomia ea composiçom demográfica de Jerusalém som ilegais.

Resoluçom 478:
Critica a Israel polo seu parlamento afirmar que a cidade ocupada de Jerusalén e a sua capital “eterna e indivisível”. E exorta os Estados membros a retirarem as suas embaixadas de Jerusalém como castigo. Também pede-lhe que obedecer às anteriores resoluçons do Conselho relativas a Jerusalém e ao respeito pola Quarta Convençom de Genebra. Em 1995, os E.U. reconhecerom Jerusalém como a capital do Estado de Israel.

Resoluçom 484: Declara que é imperioso que Israel readmita os dos prefeitos expulsos..

1981
Resoluçom 487: O Conselho Europeu condena os ataques militares de Israel para o Iraque em 12 de junho de 1981. E convida a abrir suas instalaçons aos inspetores da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).

Resoluçom 498: Exige que Israel retire do Líbano.

1982

Resoluçom 501: Solicita a Israel que pare os seus ataques no Líbano e exige que retire as suas tropas.

Resoluçom 509:
Pide novamente a Israel que retire incondicionalmente do Líbano.

Resoluçom 515:
Exige que Israel levante o cerco de Beirute permitindo a entrada de ajuda humanitária.

Resoluçom 517: Critica Israel por nom obedecer as anteriores resoluçons do Conselho de Segurança e exige que retire as suas tropas do Líbano.

Resoluçom 518:
Exige a Israel cooperar com as forças das Naçons Unidas no Líbano.

Resoluçom 520:
Condena os ataques de Israel na Cisjordánia.

1985
Resoluçom 573: Condena veementemente a Israel polo bombardeio contra a sede da OLP em Túnis.

1986
Resoluçom 587: Tome nota da desobediência de Israel a anteriores resoluçons do Conselho de Segurança sobre o Líbano, e umha vez mais exige que deixe esse país.

Resoluçom 592: Lamenta profundamente o assassinato de “palestinos indefesos estudantes na universidade de Bir Zeit, por parte das tropas israelitas.

1987
Resoluçom 605: Lamenta as políticas e práticas de Israel, que violam os direitos humanos dos palestinianos.

1988

Resoluçom 607: Solicita a Israel que pare de deportar palestinos e pede-lhe para respeitar a Quarta Convençom de Genebra.

Resoluçom 608: Lamentamos que Israel nom acata as resoluçons da ONU e continua a deportar civis palestinianos.

1989
Resoluçom 636: Lamenta que Israel continua com sua política de expulsom dos civis palestinianos e exige que lhes permita regressar às suas terras.

Resoluçom 641: Deplora a continuaçom da expulsom dos palestinianos.

1990
Resoluçom 672: Condena Israel pola sua violência contra os palestinianos, o Haram al-Sharif e outros lugares santos de Jerusalém que acabou com a morte de 20 civis.

Resoluçom 673: Insta Israel cooperar com a ONU.

Resoluçom 681: Lamenta a decisom de Israel de retomar deportaçom de palestinos.

1991
Resoluçom 694: Lamenta as deportaçonss dos palestinos por Israel e exige que se lhes permita o retorno com segurança e sem demora.

1992
Resoluçom 726: Condena Israel pola expulsom dos palestinianos e convida-o a respeitar Quarta Convençom de Genebra.

Resoluçom 799: O Conselho Europeu condena a deportaçom de 413 palestinianos por Israel.

1994
Resoluçom 904: O Conselho Europeu condena o massacre em Hebron e apela a Israel para confiscar as armas para evitar actos violentos.

2000

Resoluçom 1322: Condenaçom da violência desencadeada contra os palestinianos em locais sagrados.

2003
Resoluçom ES-10/13: Da Comissom de Direitos Humanos (2004): O Conselho Europeu insta Israel a parar a contruçom da barreira de Cisjordania.

Fontes:

Disturbing Facts

If Americans knew

Wikipedia

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Gaza: 280 assassinados e subindo http://odemo.blogaliza.org/2008/12/28/gaza-280-assassinados-e-subindo/ http://odemo.blogaliza.org/2008/12/28/gaza-280-assassinados-e-subindo/#comments Sun, 28 Dec 2008 17:48:25 +0000 http://odemo.blogaliza.org/?p=1163

28-12-2008: 280 mortos, assassinados polo estado  ilegal, racista, segregacionista e genocida  de Israel. Há quem enche a boca com palavras de equidade e e juiços históricos abstraidos dumha realidade cujos números som claros e sanguentos. Eu tenho claro de que lado estou.

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